Festival Sabores de Osasco entra na reta final. Votação do público vai até 1º de março!

O festival gastronômico Sabores de Osasco encerra o seu período de votação popular no próximo domingo, 1º de março. Até a data limite, o público pode avaliar os estabelecimentos participantes através do site oficial do evento, definindo os vencedores das categorias desta edição.

Realizado com o apoio do SinHoRes, o festival tem como objetivo dar visibilidade à gastronomia local e estimular o consumo no setor de alimentação fora do lar. Os estabelecimentos estão divididos entre as categorias: Pratos Principais, Hamburgueria, Pizzaria, Comida de Boteco, Doces e Sobremesas e Drinks e Coquetéis.

Para nosso presidente, Edson Pinto, o festival vai muito além de uma competição. “O Sabores de Osasco é uma ferramenta fundamental de fomento econômico. Ele incentiva o público a descobrir novos estabelecimentos e valoriza o capital humano e a qualidade do serviço na nossa base territorial. É o momento de mostrar a força da nossa hospitalidade”, afirma.

Como participar?

1️⃣ Visite os estabelecimentos participantes (confira a lista AQUI)

2️⃣ Saboreie as criações exclusivas do festival

3️⃣ Acesse: sabores.osasco.sp.gov.br

4️⃣ Deixe seu voto e ajude a eleger o favorito da nossa cidade!

O público tem até o próximo domingo, 1º de março, para registrar seus votos no portal oficial: sabores.osasco.sp.gov.br.

Promovido pela Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Econômico (SETIDE), em parceria com o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, e demais entidades, o concurso reúne empreendedores, chefs e amantes da boa comida em uma jornada que mistura tradição, criatividade e inovação.

 

⏰ Atenção: A votação encerra no dia 01 de março. Não deixe para a última hora!

 

Economize tempo e dinheiro com processos internos bem definidos no seu meio de hospedagem

Na hotelaria, cada erro operacional custa caro. Da reserva ao check-out, da governança à gestão financeira, tudo depende de organização. Quando os processos internos não estão claros, o impacto aparece rapidamente: retrabalho, falhas de comunicação, desperdício de recursos e prejuízo no fechamento do mês.

A boa notícia? Organização administrativa é investimento com retorno direto.

➡️ Por que estruturar processos faz tanta diferença?

Hotéis, pousadas e flats operam em ritmo intenso, com várias frentes funcionando ao mesmo tempo. Sem padronização, cada colaborador executa tarefas à sua maneira. O resultado costuma ser:

▪️ Inconsistência no atendimento

▪️ Falhas operacionais recorrentes

▪️ Custos desnecessários

▪️ Riscos trabalhistas e fiscais

▪️ Gestores sobrecarregados apagando incêndios

Quando as rotinas estão bem definidas, a operação ganha fluidez e previsibilidade. A equipe trabalha com mais segurança e a gestão passa a atuar estrategicamente.

1️⃣ Padronize rotinas administrativas

Procedimentos claros reduzem dúvidas e aceleram decisões.

Exemplos práticos que fazem diferença:

▪️ Fluxo de aprovação de compras

▪️ Conferência diária de caixa

▪️ Processo formal de contratação e desligamento

▪️ Controle de estoque de enxoval e amenities

▪️ Cronograma de manutenção preventiva

Pequenos ajustes na organização evitam grandes prejuízos no longo prazo.

2️⃣ Organize contratos e fornecedores

Contratos esquecidos ou mal acompanhados impactam diretamente a margem do negócio.

Uma boa gestão inclui:

▪️ Controle de prazos e reajustes

▪️ Revisão periódica de valores

▪️ Monitoramento de cláusulas contratuais

▪️ Comparação constante entre fornecedores

Negociar melhor começa com organização.

3️⃣ Estruture o processo de compras

Compras emergenciais costumam ser mais caras.

Um sistema organizado permite:

▪️ Planejamento de consumo

▪️ Histórico de demanda

▪️ Cotações comparativas

▪️ Definição de estoque mínimo

Isso reduz desperdício e melhora o poder de negociação.

4️⃣ Faça auditorias internas preventivas

Revisões periódicas ajudam a identificar:

▪️ Erros em lançamentos financeiros

▪️ Falhas na folha de pagamento

▪️ Inconsistências em controles internos

▪️ Descumprimentos de obrigações trabalhistas

Prevenir é sempre mais econômico do que corrigir.

Organização não engessa. Fortalece.

Processos bem definidos não tiram flexibilidade do negócio. Pelo contrário: dão autonomia à equipe, clareza nas responsabilidades e agilidade nas decisões.

No setor de hospedagem, onde a experiência do hóspede é prioridade e as margens exigem atenção constante, organizar a casa é o primeiro passo para crescer com segurança.

Economizar tempo e dinheiro começa nos bastidores — e a gestão administrativa é o coração dessa transformação.

📢 Aviso de Expediente

Estaremos funcionando normalmente na próxima segunda, terça e quarta-feira, dias 16, 17 e 18.

Faremos uma pausa nas atividades na quinta e sexta-feira, dias 19 e 20, em razão do feriado municipal de Osasco.

Retomamos o atendimento normalmente após o feriado, dia 23.

Liminares contra novas regras do PAT reacendem debate sobre equilíbrio no setor de benefícios

O mercado de benefícios vive um momento de tensão. As gigantes do setor — Ticket, VR, Pluxee e agora a Alelo — conseguiram liminares na Justiça para não seguir as novas regras do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador).

Com esse movimento jurídico, as operadoras tentam se esquivar das atualizações que visam modernizar e equilibrar o sistema, descumprindo normas fundamentais para a saúde financeira dos bares e restaurantes. Ao barrarem o novo decreto, elas preservam condições que sufocam os estabelecimentos. Na prática, as operadoras:

  • Desrespeitam o teto de 3,6% para as taxas de intermediação;
  • Mantêm repasses em prazos superiores a 30 dias;
  • Impedem a interoperabilidade das maquininhas, gerando custos extras e eliminando a livre concorrência.

A Advocacia-Geral da União (AGU) reagiu prontamente e solicitou ao Tribunal Regional Federal (TRF) a derrubada “em bloco” dessas liminares. O governo argumenta que as mudanças são essenciais para acabar com a “farra das taxas” e abrir o mercado para novos competidores. Por outro lado, as operadoras alegam que as novas regras interferem na livre iniciativa e podem desequilibrar o ecossistema atual.

Advertimos que essas liminares suspendem a aplicação da modernização do PAT, criando um mercado desigual e injusto. O impedimento do teto de 3,6% e da redução do prazo de repasse (de 30 para 15 dias) é um retrocesso que beneficia apenas as grandes operadoras em detrimento de milhares de empresários.

Classificamos a movimentação das “gigantes do setor” como um ataque direto à sobrevivência dos estabelecimentos. Diante deste cenário de incerteza e desigualdade, orientamos os empresários a reavaliarem a aceitação destes vouchers. A recomendação institucional é que cada proprietário analise criteriosamente se vale a pena continuar aceitando cartões de empresas que se valem de decisões judiciais para manter práticas que prejudicam a sustentabilidade do setor.

Carnaval deve injetar R$ 4 bilhões nos setores de Hospedagem e de Alimentação em São Paulo

O Carnaval é um dos feriados mais populares e esperados pelos brasileiros. Se tem quem caia na folia, tem, também, quem lucre com o movimento dos turistas, blocos e festas. A estimativa da FHORESP é de que os setores de Hospedagem e de Alimentação paulistas faturem cerca de R$ 4 bilhões neste período. O valor é cerca 10% maior do que o registrado em 2025 – resultado do bom momento da Economia nacional, com expansão dos empregos e inflação em baixa.

De acordo com a FHORESP, entidade que representa mais de 500 mil estabelecimentos e 20 sindicatos patronais no estado de São Paulo, o Turismo brasileiro engata, nos próximos dias, mais um período favorável. Depois das festas de fim de ano e das férias de janeiro, o Carnaval – celebrado em 17 de fevereiro (terça-feira), mas com emenda de 4 dias – promete alto faturamento para o setor.

Coordenado pelo economista Luís Carlos Burbano, o Núcleo de Pesquisas e Estatísticas (NPE) da Federação projeta para o estado de São Paulo uma injeção de R$ 567 milhões no segmento de Hospedagem e de R$ 3,273 bilhões no ramo de Alimentação Fora do Lar. Juntos, os setores devem faturar R$ 3,8 bilhões.

Ainda de acordo com o levantamento, a estimativa é de aumento de 10% no desempenho destes dois segmentos no comparativo com o mesmo período de 2015 – quando foram acumulados R$ 3,4 bilhões.

Na avaliação do diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto, o cenário econômico do Brasil, hoje, é auspicioso ao Turismo – o que se estende ao feriado prolongado de Carnaval. Especificamente São Paulo – área de atuação da Federação – tem se destacado ao oferecer ampla opção de atividades aos foliões de todas as idades, seja para curtir ou para descansar.

Para se ter ideia dessa potência, somente na capital paulista, serão 627 blocos de rua, 11 circuitos de megablocos e o tradicional desfile das agremiações paulistanas no Sambódromo do Anhembi. Dados da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) calculam 4,7 milhões de visitantes em circulação pelo estado durante o feriadão – informação indiscutivelmente expressiva, na análise do diretor da FHORESP. “A cidade de São Paulo é um grande polo de concentração de turistas que curtem o Carnaval, mas municípios do interior também se sobressaem nesta época do ano, por meio de suas estruturas de lazer. Temos, ainda, o litoral paulista, que já é destino consolidado. Por isso, nosso estado, novamente, sai ganhando nos dias de folia ao movimentar uma grande rede de serviços e do comércio, além de gerar postos de trabalho, inclusive temporários”, avalia Edson Pinto.

Preferência dos turistas
A taxa de ocupação no setor de Hospedagem revela o fluxo dos turistas em solo paulista. De acordo com a Fhoresp, a capital bandeirante deve atingir 59%. Já o interior pode bater a casa dos 82% de reservas no Carnaval de 2026. O litoral paulista segue no topo da preferência no quesito rede hoteleira, com 85% de ocupação.

Brasil
O Núcleo de Pesquisas da FHORESP aponta, ainda, para um cenário nacional positivo durante a Folia do Momo, com faturamento de R$ 11,5 bilhões para os setores de Hospedagem e Alimentação. Ou seja, somente São Paulo responde por quase 1/3 do total do País.

CONFIRA A REPERCUSSÃO NA IMPRENSA!

CNN Money (Entrevista Enio MIranda)

BandNews (Entrevista Enio MIranda)

JovemPan News (Entrevista Enio MIranda)

CNBC (Entrevista Enio MIranda)

TV Brasil (Entrevista Enio MIranda)

TV Vanguarda (Entrevista Enio MIranda)

Mercado & Eventos

Money Report

Terra

Panrotas

Contador, você tem um encontro agendado com a gente!

Convidamos todos os contadores da nossa base para um encontro especial: um café da manhã, no dia 10/03, pensado para fortalecer o relacionamento, promover um diálogo aberto e aproximar ainda mais nosso sindicato empresarial desses profissionais que são peças-chave para o setor.

Será um momento dedicado à troca de ideias, experiências e à escuta ativa, com foco nas principais dificuldades, demandas e desafios enfrentados no dia a dia dos escritórios contábeis. Nosso objetivo é construir soluções de forma conjunta, sempre alinhadas à realidade do mercado.

RESERVE O SEU LUGAR AGORA!

O encontro contará com:

✔️ Departamento Jurídico orientando e esclarecendo dúvidas sobre a CCT e o REPIS, além de trazer toques relevantes para o setor, com informações práticas e atualizações importantes para a rotina dos escritórios contábeis;

✔️ A presença de uma equipe do BSF, que estará disponível para esclarecer dúvidas sobre o sistema e os benefícios;

✔️ Nosso contador, que trará orientações e esclarecimentos sobre a nova Reforma Tributária;

✔️ E outros temas relevantes para a rotina contábil.

Também será uma excelente oportunidade para conhecer melhor os benefícios oferecidos pelo sindicato, entender como eles podem apoiar seus clientes e fortalecer ainda mais a atuação profissional dos contadores.

Além do conteúdo técnico e do networking, haverá o sorteio de uma hospedagem em uma das colônias de férias do Sinthoresp (Sindicato Laboral).

RESERVE O SEU LUGAR AGORA!

📅 Data: 10 de março

⏰ Horário: 9h

📍 Local: Sede do SinHoRes (Avenida Santo Antônio, 1453, Sala 1111 – Edifício CEO Complexo Empresarial Osasco, Centro, Osasco )

Esperamos você para um encontro produtivo, próximo e cheio de boas trocas ☕🤝

RESERVE O SEU LUGAR AGORA!

COMUNICADO OFICIAL: Prorrogação do prazo de adesão ao REPIS

Informamos aos empresários do setor de hospedagem e alimentação, bem como aos escritórios de contabilidade, em conjunto com o Sinthoresp, que foi acordada a prorrogação do prazo de adesão ao REPIS (Regime Especial de Piso Salarial e Regramentos Diferenciados), através de Aditamento à Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2027.

Novo cronograma de adesão
Período: de 09 de fevereiro a 30 de março de 2026

FAÇA A SUA ADESÃO

Decidimos por prorrogar a adesão tendo em vista as dificuldades de adaptação às novas regras neste primeiro ano de vigência, somadas ao período de recesso e ao Carnaval.

Assim, nosso objetivo é assegurar às empresas o tempo necessário para a correta adequação à Cláusula 5ª da CCT 2025/2027, que instituiu o REPIS como uma inovação para o setor.

O REPIS foi instituído como uma alternativa para oferecer piso salarial diferenciado, maior equilíbrio nos custos da folha de pagamento e segurança jurídica às empresas do setor, com regras mais adequadas à realidade da hospedagem e alimentação. O regime contribui para a organização da gestão trabalhista e para a manutenção de empregos.

O SinHoRes reforça a importância da atenção aos prazos e permanece à disposição para orientar os empresários e profissionais contábeis.

CLIQUE AQUI E CONFIRA A CIRCULAR CONJUNTA

Verão e Carnaval devem render R$ 1,2 bilhão para setor de Hospedagem em SP; alta é de 3% em relação a 2025

As férias escolares de janeiro e o Carnaval vão proporcionar ao setor de Hospedagem paulista faturamento estimado em R$ 1,2 bilhão, 3% a mais do que em 2025. O levantamento é da FHORESP. Além de celebrar o bom momento do Turismo, a entidade destaca maior distribuição do público entre o Litoral e o Interior para aproveitar dias de descanso e de calor na alta temporada.

Neste ano, o Carnaval acontece em 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira, respectivamente, chegando ao fim na Quarta-Feira de Cinzas, 18. O período não é considerado feriado nacional. Contudo, a maioria das empresas, o setor público, escolas e prestadores de serviço suspendem o expediente nos dias de folia. Bom para o setor de Hospedagem, que, segundo a Fhoresp, deve lucrar alto com a emenda, a exemplo de anos anteriores.

De acordo com a entidade, a estimativa é de que, entre janeiro e fevereiro de 2026, hotéis, resorts e pousadas paulistas faturem R$ 1,2 bilhão; o que significa alta de 3% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o segmento acumulou R$ 1,1 bilhão.

Para o diretor de Jogos e Hospitalidade da FHORESP, Bruno Omori, o crescimento é atribuído, em boa medida, à sensível mudança no comportamento da população no cenário pós-pandemia da Covid-19. “De 2020 a 2022, foram muitas as restrições sanitárias impostas, em razão da circulação do Novo Coronavírus. A Hospedagem, o Turismo, de forma geral, foram muito afetados, prejudicados. Passado este período triste e desafiador, hoje, viagens e momentos de lazer estão na cesta de consumo das pessoas; sobretudo, da nova geração, que, por vezes, troca a aquisição de um bem material por uma experiência diferenciada de passeio, de aventura, de descanso”, lista.

Para janeiro, mês de alto verão e período de férias escolares, a expectativa de taxa de ocupação é maior no Litoral paulista, com 74%. O Interior e suas cidades vocacionadas ao Lazer e ao Turismo de Aventura vem na sequência, com 70%. Já a capital paulista fica com 32% da fatia.

Contudo, é no Carnaval que os indicadores mostram aumento ainda maior na acomodação. As praias paulistas seguem como destino principal, representando 85% de taxa de reservas de hospedagem. Os municípios litorâneos ficam pouco à frente do Interior – na casa dos 82% de reserva, enquanto a capital bandeirante terá em torno de 59% das vagas preenchidas.

Protagonismo
Na avaliação do diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, os números refletem não apenas a retomada do protagonismo do Turismo, por força da alta demanda, mas, também, projeção em toda a cadeia de serviços, principalmente quanto à geração de empregos. “São Paulo tem expandido, nos últimos anos, sua atuação no Turismo de Lazer e de Negócios, com destaque para o crescimento das cidades do Interior e do Litoral, tendo, como consequência, o aumento no número de resorts e de outras estruturas de hospedagem e de entretenimento. Isso permite uma distribuição maior do público e o fortalecimento de novas rotas, o que cria mais alternativas para quem procura explorar o estado em viagens e em oportunidades de investimentos”, destaca o representante sindical.

CONFIRA A REPERCUSSÃO NA IMPRENSA!

TV Alesp (Entrevista nosso gerente executivo e Diretor da FHORESP, Enio Miranda)

Band News (Entrevista Diretor da FHORESP, Bruno Omori)

SBT News (Entrevista nosso gerente executivo e Diretor da FHORESP, Enio Miranda)

Revista Hotéis

Diário do Turismo

Hotelier News

Panrotas

Monitor Mercantil

Terra

Gazeta de S. Paulo

Turnover em alta: como a gestão pode ajudar a reter e desenvolver talentos na hotelaria

O setor hoteleiro brasileiro enfrenta um dos seus maiores desafios em gestão de pessoas. Dados recentes da CAPIH (Comissão dos Administradores de Pessoal da Indústria Hoteleira) indicam que o índice de turnover chegou a 52,45% em 2025, evidenciando um cenário de alta rotatividade que impacta diretamente a operação, os custos e a qualidade do atendimento.

Além da dificuldade de retenção, outro ponto sensível preocupa empresários do setor: a escassez de profissionais qualificados. Muitos trabalhadores ingressam na hotelaria sem formação específica ou preparo adequado para as exigências do dia a dia, o que aumenta a pressão sobre as equipes e os gestores.

Diante desse contexto, a gestão passa a ter um papel ainda mais estratégico. Algumas práticas podem contribuir para reduzir o turnover e, ao mesmo tempo, estimular a qualificação profissional.

  1. Invista em treinamento contínuo: a qualificação não pode ser vista como responsabilidade exclusiva do colaborador nem apenas do empresário. Programas internos de capacitação e treinamentos operacionais ajudam a elevar o padrão do serviço e o engajamento da equipe.

  2. Estruture processos claros desde a contratação: expectativas desalinhadas geram frustração e desligamentos precoces. Descrever bem as funções, rotinas e responsabilidades desde o início contribui para contratações mais assertivas.

  3. Fortaleça a cultura de aprendizado: estimular o desenvolvimento profissional, incentivar cursos e a busca constante por conhecimento cria um ambiente mais profissional e comprometido.

  4. Valorize a experiência e o esforço diário: reconhecimento, feedbacks e valorização da dedicação no dia a dia fazem diferença, especialmente em um setor operacional e exigente.

  5. Prepare líderes para desenvolver pessoas: gestores bem preparados conseguem orientar equipes, identificar dificuldades técnicas e estimular a evolução profissional, reduzindo conflitos e desligamentos.

  6. Promova diálogo e escuta ativa: ouvir quem está na operação ajuda a identificar falhas de processo e necessidades de desenvolvimento antes que se tornem problemas maiores.

Para apoiar empresários e trabalhadores nesse processo de qualificação, o SinHoRes, por meio da Escola SinHoRes e da Escola de Hotelaria do Sinthoresp, oferece cursos voltados à formação e ao aprimoramento profissional no setor de hospedagem e alimentação fora do lar. São iniciativas que contribuem para elevar o nível técnico das equipes, fortalecer carreiras e preparar profissionais para os desafios atuais da hotelaria.

Investir em capacitação é investir no futuro do setor!

Toque do Jurídico: Reforma Tributária – Implementação e novidades para bares e restaurantes

No novo Toque do Jurídico, nosso Departamento Jurídico informa: 2026 marca o início oficial da transição para o novo sistema tributário brasileiro. O Departamento Jurídico da SinHoRes preparou um guia completo para que você não perca nenhum detalhe desta mudança histórica. Confira os pontos essenciais que você precisa saber agora!

CLIQUE AQUI E CONFIRA!

 

 

 

Confira nosso Toque do Jurídico sobre a Reforma Tributária

2026 marca o início oficial da transição para o novo sistema tributário brasileiro. O Departamento Jurídico do SinHoRes preparou um guia completo para que você não perca nenhum detalhe desta mudança histórica.

Confira os pontos essenciais que você precisa saber agora:

▪️ Fase de testes: 2026 terá uma alíquota simbólica de 1%, permitindo que sua empresa adapte os sistemas com tolerância para erros de boa-fé.

▪️ Redução de 40%: alimentos e bebidas não alcoólicas preparadas no local terão uma redução significativa na alíquota do IVA.

▪️ Fora do Imposto: Gorjetas (até 15%), taxas de entrega e valores de plataformas digitais (como iFood e Rappi) não entram na base de cálculo do imposto.

▪️ Atenção ao Álcool: Bebidas alcoólicas não têm redução e estão sujeitas ao Imposto Seletivo.

Este período de testes é fundamental para parametrizar sistemas e treinar equipes antes da cobrança efetiva em 2027.

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Na Mídia: Inovação, o futuro do atendimento já chegou em nosso setor

O varejo alimentício está se modernizando e o uso de robôs em padarias de Alphaville e Tamboré já é uma realidade, como destaca o jornal Folha de Alphaville. Mas como equilibrar a tecnologia com o calor do atendimento humano?

Nosso presidente, Edson Pinto, destaca que a automação surge como uma ferramenta aliada para enfrentar desafios como a falta de mão de obra e a necessidade de eficiência operacional em tarefas repetitivas.

Para o SinHoRes, o foco deve ser claro: usar a tecnologia para liberar o capital humano, permitindo que as equipes se dediquem ao que realmente importa, a experiência e o acolhimento do cliente.

Quer entender os impactos e os custos dessa tendência para o setor?

Leia a matéria completa!

Cardápio de papel: “Abuso normativo no setor pode encarecer custo para o cliente final”, analisa FHORESP

A FHORESP defende o veto do governador Tarcísio Gomes de Freitas ao Projeto de Lei (PL) que tornava obrigatório o cardápio de papel em estabelecimentos gastronômicos. A entidade afirma que o setor é um dos mais regulamentados do País e os custos de mudanças, como a instituição de menu não digital, elevam o preço para o cliente final. Segundo a FHORESP, a categoria tem condições de se autorregular, sem a necessidade de interferência legislativa.

De autoria dos deputados Marina Helou e Guilherme Cortez, o PL 1.311/2023 aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), em dezembro de 2025, obrigava a oferta de cardápios impressos em restaurantes, bares, lanchonetes, padarias e em demais estabelecimentos similares. Contudo, a medida foi vetada pelo Palácio dos Bandeirantes, na última sexta-feira (23/1).

O diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto, espera que os parlamentares não derrubem o veto do governador. Para ele, o setor tem condições de se autorregular, sem oferecer riscos ao consumidor, assegurando, inclusive, todos os direitos já previstos em lei. Ele também lembra que os cardápios digitais (via QR-Code), que sofreram significativa expansão após a pandemia da Covid-19, acompanham a inovação tecnológica, além de serem mais sustentáveis do ponto de vista ambiental. “Além disso, cada restaurante, bar e lanchonete sabe de sua realidade, conhece seus clientes. Se o estabelecimento acha que deve ter os dois tipos de cardápio e tem condições para isso, ótimo, implementa. Se acha que só o menu digital atende, bom, também. Se só quer o cardápio impresso, esta é outra opção. Agora, não se precisa obrigar”, defende Edson Pinto.

Representando mais de 500 mil estabelecimentos e 20 sindicatos do setor em território bandeirante, a FHORESP critica a falta de diálogo por parte dos legisladores e a grande quantidade de leis que incidem sobre bares, restaurantes, lanchonetes e padarias. Para a entidade, há excesso de regulamentação, o que gera insegurança jurídica e encarece as operações. “Muitas das propostas legislativas acabam elevando os custos para as empresas, o que, consequentemente, reflete no aumento de preços ao consumidor final. Ao meu ver, há excesso normativo de um setor estratégico do ponto de vista econômico e na geração de empregos e, ao mesmo tempo, tão frágil, já que os estabelecimentos ficam à mercê de fiscalização e de sanções. Isto descamba para a concorrência desleal. Só quem tem porte maior, mais estrutura, consegue acompanhar essa série de leis que as Casas Legislativas impõem – e, reitero, sem chamar o setor para conversar”, critica Edson Pinto.

O diretor-executivo lista exemplos, como a “Lei do Cafezinho” (10.297/1999), que obriga bares, restaurantes e similares a servirem café amargo, e a “Lei dos Canudos” (17.123/2019), que veda o uso de canudos plásticos.

Por meio de seu Departamento Jurídico, a FHORESP conseguiu derrubar na Justiça o efeito de legislações semelhantes, como a “Lei da Bariátrica” (16.270/2016), que determinava concessão de desconto ou de meia porção para quem se submeteu à cirurgia para redução do estômago, e a Lei da “Água da Casa” (17.747/2023), que impunha a oferta gratuita de água filtrada em endereços gastronômicos:

“O setor trabalha no limite. Vale recordar que não são poucos os estabelecimentos que ainda amargam dívidas contraídas na pandemia do Novo Coronavírus. Com a crise sanitária instaurada na época, cerca de 30% das empresas quebraram com o fechamento do setor de Alimentação-Fora-do-Lar. Impor mais obrigações, hoje, é, sinceramente, um desserviço”, dispara Edson Pinto.

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Veja

Mercado & Eventos

Revista Hotéis

Money Report

Insegurança jurídica no PAT prejudica bares e restaurantes e reforça distorções no setor

Alertamos para o cenário de insegurança jurídica que se instalou no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) após decisões judiciais que beneficiam grandes operadoras de vouchers, Ticket, VR e Pluxee.

As liminares concedidas à Justiça Federal suspendem, para essas empresas, a aplicação de regras previstas no decreto que buscava modernizar o programa, como o limite de taxas de 3,6% e a redução do prazo de repasse aos estabelecimentos. Na prática, cria-se um mercado desigual, no qual algumas operadoras seguem lucrando com um modelo antigo, oneroso e desequilibrado.

Reforçamos que essas empresas cobram taxas e tarifas exorbitantes dos bares e restaurantes, muitas vezes superiores ao lucro final da operação, e lucram diretamente com a força de trabalho e o capital de giro do setor. Enquanto isso, o empresário segue arcando com custos elevados, prazos longos de repasse e margens cada vez mais apertadas.

“Não é aceitável que um setor já sufocado por carga tributária e custos operacionais continue financiando o lucro de grandes operadoras”, destaca nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP, nossa Federação, Edson Pinto.

Diante desse cenário, orientamos os empresários a fazerem as contas e avaliarem, com responsabilidade e estratégia, se vale a pena continuar aceitando determinados vouchers, especialmente aqueles operados por empresas que se valem de decisões judiciais para manter práticas prejudiciais ao setor.

Defendemos um PAT mais justo, moderno e equilibrado, que cumpra seu papel sem penalizar quem está na ponta, gerando empregos, renda e alimentação de qualidade para milhões de brasileiros.

Seguimos atuando de forma firme, técnica e institucional para garantir concorrência leal, segurança jurídica e respeito aos bares e restaurantes, pilares essenciais para a sustentabilidade do setor.

REAJUSTE SALARIAL: empresas que não aderiram ao REPIS devem aplicar reajuste de 4% em janeiro

O SinHoRes alerta os empresários e departamentos pessoais: as empresas que não aderiram ao REPIS devem aplicar, obrigatoriamente, o reajuste de 4% sobre os salários na folha de pagamento de janeiro de 2026.

O reajuste segue as diretrizes da Convenção Coletiva de Trabalho 2025–2027 (CCT). É fundamental que a empresa esteja atenta a essa obrigatoriedade para evitar divergências no pagamento dos pisos salariais e garantir segurança jurídica em sua operação.

A CCT 2025–2027 está disponível AQUI. Recomendamos a consulta para o correto cumprimento das normas vigentes.