Ticket e VR contra os restaurantes: vale a pena continuar aceitando esses cartões?

VR também obtém liminar para barrar mudanças do governo em benefícios

O setor de alimentação fora do lar enfrenta um novo obstáculo jurídico na busca por taxas mais justas. Após a Ticket, a VR Benefícios obteve uma liminar na Justiça Federal suspendendo os efeitos da modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Para a FHORESP, essa movimentação das gigantes do setor é um ataque direto à sobrevivência financeira dos bares e restaurantes.

➡️ O “efeito dominó” das liminares

Com decisões proferidas pela Justiça, Ticket e VR estão oficialmente desobrigadas de cumprir as regras que trariam equilíbrio ao mercado. É importante reforçar: esta decisão beneficia exclusivamente estas duas operadoras. As demais empresas, por enquanto, seguem obrigadas a respeitar a nova legislação.

➡️ O que as gigantes se recusam a entregar?

Ao barrarem o novo decreto do PAT na Justiça, Ticket e VR preservam condições que limitam a sustentabilidade financeira dos estabelecimentos.

Na prática, as operadoras desrespeitam o teto de 3,6% para as taxas de intermediação, mantêm repasses acima de 30 dias e impedem a interoperabilidade das maquininhas, gerando custos extras e prejudicando a concorrência.

➡️ Hora de avaliar a parceria

É hora de avaliar se os vouchers ainda compensam, analisando com atenção os contratos e os custos envolvidos, de preferência com o apoio de um contador.

Embora essas empresas costumem anunciar taxas entre 3%, 4% ou 5%, na prática, os contratos frequentemente embutem cobranças adicionais, como anuidades, taxas de cadastro, entre outras tarifas que elevam o percentual para acima de 10%. Soma-se a isso prazos de pagamento que chegam a 30 ou até 40 dias.

“Os restaurantes devem avaliar se faz sentido manter essas parcerias. Muitos estabelecimentos estão encerrando contratos com essas operadoras. Não é aceitável que empresas multinacionais busquem o Judiciário para proteger lucros extraordinários enquanto o pequeno empresário luta para manter as portas abertas e os empregos preservados”, afirma Edson Pinto, nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP.

Ticket se recusa a reduzir taxas e prazos e mantém pressão sobre bares e restaurantes. Será um bom negócio continuar parceiro da Ticket?

O setor de alimentação fora do lar sofreu um revés preocupante com a recente decisão da 12ª Vara Federal de São Paulo. A Justiça Federal concedeu uma liminar que suspende, para a operadora Ticket S.A., os efeitos das novas regras de modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). É fundamental destacar que esta decisão não se estende às demais operadoras, que permanecem obrigadas a cumprir a nova legislação. Para o SinHoRes e a FHORESP, nossa Federação, a medida representa um bloqueio à justiça econômica e à transparência de um mercado que há anos sobrecarrega o empresário.

▪️ O que estava em jogo?

O novo decreto do PAT, publicado pelo Governo Federal em novembro de 2025, visava corrigir distorções históricas que asfixiam financeiramente os estabelecimentos. As principais mudanças barradas pela liminar incluíam:

➡️ Teto para taxas: o estabelecimento de um limite máximo de 3,6% nas taxas cobradas pelas operadoras dos cartões de benefício junto aos restaurantes e bares.

➡️ Agilidade no repasse: o prazo para o recebimento dos valores, que diminuiu de mais de um mês para até 15 dias corridos.

➡️ Fim do “rebate” e práticas desleais: a busca por um mercado mais competitivo, onde as grandes operadoras não pudessem impor condições abusivas aos pequenos e médios negócios.

Com a suspensão dessas regras para a Ticket, a empresa fica desobrigada de cumprir o teto de taxas e os novos prazos, além de estar protegida contra sanções da União. Na prática, isso mantém o cenário de altos custos operacionais para os estabelecimentos de alimentação.

Lamentamos profundamente a postura da operadora em recorrer ao Judiciário para evitar a redução de seus lucros em detrimento da saúde financeira dos estabelecimentos parceiros.

“A decisão é extremamente negativa. A modernização do PAT é uma reivindicação histórica da nossa Federação, que já havia alertado o governo sobre esses entraves em março de 2025”, afirma nosso presidente e  diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto. “Esperávamos que essa regulação trouxesse um equilíbrio necessário. Quando o empresário paga taxas menores e recebe seu dinheiro mais rápido, ele consegue segurar os preços para o consumidor final, especialmente nos restaurantes populares”.

Artigo: Os desafios do aluguel por temporada X Falta de segurança e sonegação: o custo invisível para a sociedade

A sigla STR, do inglês Short-Term Rental (aluguel de curta temporada), refere-se à locação de imóveis mobiliados por períodos reduzidos. Tais estadias raramente ultrapassam um mês – duram, quase sempre, dias ou semanas e, desta forma, são uma alternativa frente aos hotéis tradicionais. Popularizado por plataformas como o Airbnb, o modelo conquistou o público, ao longo dos anos, por proporcionar experiências mais “caseiras”, enquanto para os proprietários promete (e, geralmente, entrega) atrativo retorno financeiro. Apesar da praticidade do STR, seu crescimento desordenado trouxe desafios evidentes para grandes cidades do Brasil e do mundo.

Ocorre que, quando esta forma de hospedagem surgiu, anos atrás, tratava-se de algo disruptivo, sem qualquer regulamentação específica. A ausência de normas claras permitiu a proliferação do modelo de forma não planejada, o que gerou impactos significativos, principalmente em moradia e no ordenamento urbano. Hoje, países como Espanha, França e Holanda lidam de maneira rigorosa com a normatização deste tipo de aluguel.

No Brasil, por outro lado, a regulamentação do STR ainda tem diversas lacunas. Enquanto as operadoras que exploram este tipo de locação recorrem ora à Lei do Inquilinato, ora à Lei Geral do Turismo, conforme melhor lhes convém, as autoridades enfrentam desafios para elaborar e colocar em prática regras mais equilibradas e aplicáveis. Só que este impasse gera incertezas jurídicas, especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre outras capitais que têm dificuldade para regulamentar localmente um fenômeno sujeito à legislação federal.

Além disso, a falta de normatização e de forte fiscalização favorece práticas inadequadas que afetam tanto os hóspedes como os edifícios residenciais e negócios desta natureza. Problemas de segurança estão entre os principais pontos de atenção: diferentemente dos hotéis, onde há respaldo legal e segurança estrutural, o STR frequentemente deixa o turista desprotegido. A instalação de câmeras ocultas, entrada do proprietário sem aviso, equipamentos insuficientes ou que não funcionam, além da presença de estranhos nos condomínios também são, não de hoje, pontos de discórdia e de polêmica.

Outro gargalo digno de nota é a sonegação tributária. Historicamente, hotéis pagam um sem-número de taxas e de tributos, como o Imposto Sobre Serviços (ISS) – sem contar os recolhimentos sobre folha de pagamento, etc. Já os anfitriões individuais e as plataformas, em sua maioria, não arcam adequadamente com suas obrigações fiscais. Com esta sonegação, não há somente concorrência desleal com a Hotelaria formal, como, também, prejuízo para a arrecadação pública.

No contexto nacional, é evidente que, tanto plataformas de STR quanto hotéis precisarão coabitar. Para o setor hoteleiro, superar o livre mercado exige diversificação, inovação e personalização. A adoção de tecnologias de precificação dinâmica, programas de fidelidade robustos e experiências únicas – como hospedagens temáticas, concierge (assistência) personalizado e foco no bem-estar do hóspede – são alguns caminhos para se destacar frente aos STRs.

Já as plataformas de aluguel precisam se adaptar às regulamentações emergentes e desenvolver relações mais transparentes com anfitriões e autoridades, garantindo, inclusive, o pagamento correto de tributos e o atendimento a normas urbanísticas e de segurança.

A “guerra” inicial entre STRs e a Hotelaria convencional está se transformando numa competição madura e regulada. Ambos os lados terão de redefinir suas estratégias e seus posicionamentos para coexistirem com ponderação e cooperação no mercado. Afinal, o verdadeiro sucesso do setor do Turismo está em acomodar as necessidades dos turistas, de moradores, dos anfitriões e das empresas, de maneira justa, sustentável e com serviços de qualidade e valores competitivos.

*Edson Pinto é presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região; diretor-executivo da FHORESP; mestre em Direito, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo; e autor do livro “Lavagem de Capitais e Paraísos Fiscais” (Editora Atlas)

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Diário do Turismo

Revista Hotéis

 

Na Mídia: Sabores de Osasco 2026 – Concurso gastronômico abre inscrições para bares e restaurantes

Os estabelecimentos gastronômicos de Osasco têm até o dia 25 de janeiro para garantir sua inscrição no Festival Sabores de Osasco 2026. O concurso busca valorizar a identidade culinária local e impulsionar a economia criativa da cidade.

Além de revelar talentos da nossa gastronomia, o festival funciona como uma vitrine estratégica, oferecendo aos bares e restaurantes a oportunidade de atrair novos clientes, fortalecer suas marcas e estimular o turismo gastronômico em toda a região.

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Portal Visão Oeste

Correio Paulista

Página Zero

Alesp aprova fim da exclusividade do QR Code e bares e restaurantes de SP deverão oferecer cardápio físico

Os estabelecimentos de alimentação fora do lar em todo o Estado de São Paulo estão prestes a passar por uma mudança relevante no atendimento ao consumidor. A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, em dezembro, o Projeto de Lei nº 468/2023, que proíbe bares, restaurantes, hotéis e casas noturnas de disponibilizarem o cardápio exclusivamente em formato digital, por meio de QR Code.

A proposta, que agora aguarda sanção do governador Tarcísio de Freitas, determina que os estabelecimentos ofereçam, obrigatoriamente, uma versão física (impressa) do menu sempre que solicitada pelo cliente. O uso do QR Code continuará permitido, mas não poderá ser a única forma de acesso às informações do estabelecimento.

De acordo com o texto aprovado, a exigência exclusiva do uso de celular para consulta de preços e produtos pode prejudicar idosos, pessoas com deficiência e consumidores que não possuem dispositivos móveis ou acesso constante à internet.

O SinHoRes acompanha de perto a tramitação do projeto e já orienta os empresários do setor sobre a possibilidade de sanção integral da lei.

Confira a última edição de 2025 da News SinHoRes Osasco – Alphaville e Região

Fique por dentro das ações do SinHoRes, das novidades que impactam o segmento de Hospedagem e Alimentação Fora do Lar, da atuação da nossa Federação, a FHORESP, além de conteúdos sobre gestão, capacitação e oportunidades exclusivas com nossos parceiros e o Clube SinHoRes.

Nesta edição:

✔️ Palavra do Presidente: Segurança, responsabilidade e o futuro do mercado de bebidas

✔️ Orientações ao setor sobre a aquisição e comercialização de bebidas alcoólicas

✔️ SinHoRes recebe prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, que reforça o diálogo com o setor

✔️ SinHoRes celebra nova Convenção Coletiva de Trabalho com o SIMOSASCO e reforça compromisso com o desenvolvimento do setor

✔️ Inscreva seu restaurante para participar do Festival Sabores de Osasco 2026!

✔️ Edson Pinto destaca potencial do Turismo de Negócios em Osasco durante a 1ª Conferência Municipal de Turismo

✔️ Cursos gratuitos com inscrições abertas. SinHoRes lança cursos presenciais em parceria com Sinthoresp

✔️ FHORESP comemora taxa menor para vales-refeição e alimentação e projeta redução no cardápio para cliente final

✔️ E muito mais!

News SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, edição 4/2025

Fique por dentro das ações do SinHoRes, das novidades que impactam o segmento de Hospedagem e Alimentação Fora do Lar, da atuação da nossa Federação, a FHORESP, além de conteúdos sobre gestão, capacitação e oportunidades exclusivas com nossos parceiros e o Clube SinHoRes.

Nesta edição:

✔️ Palavra do Presidente: Segurança, responsabilidade e o futuro do mercado de bebidas

✔️ Orientações ao setor sobre a aquisição e comercialização de bebidas alcoólicas

✔️ SinHoRes recebe prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, que reforça o diálogo com o setor

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✔️ FHORESP comemora taxa menor para vales-refeição e alimentação e projeta redução no cardápio para cliente final

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ANISTIA 2026: Regularização fiscal com condições especiais: uma oportunidade para os empresários de Osasco em 2026

Manter a saúde financeira do negócio passa, também, por estar em dia com as obrigações junto ao poder público. Pensando nisso, a Prefeitura de Osasco instituiu o Programa de Parcelamento Especial de Osasco (PPEO) para 2026, uma oportunidade concreta para regularizar débitos municipais com descontos expressivos em multas e juros.

O programa permite a adesão de contribuintes com débitos inscritos ou não em dívida ativa, inclusive aqueles com ações judiciais. Também podem participar empresas e pessoas físicas com parcelamentos anteriores não quitados, seja por inadimplência ou cancelamento.

As condições são vantajosas e variam de acordo com a forma de pagamento:

▪️ Pagamento à vista, para quem está com parcelamento em dia: 👉 80% de desconto em multas e juros.

▪️ Pagamento à vista, para parcelamentos em atraso ou cancelados: 👉 70% de desconto em multas e juros.

▪️ Parcelamento em até seis vezes: 👉 50% de desconto em multas e juros.

O PPEO pode ser um importante aliado para empresários que desejam iniciar o ano com mais organização, previsibilidade e segurança jurídica.

📍Como aderir
A adesão deve ser feita mediante agendamento prévio pela Central 156. Após o agendamento, o contribuinte deverá comparecer à Praça de Atendimento da Secretaria Municipal de Finanças, localizada na Rua Narciso Sturlini, 201 – Centro, na data e horário marcados.

📆 Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30.

Regularizar pendências é mais do que uma obrigação: é uma decisão estratégica para quem quer crescer com estabilidade e foco no futuro. Aproveite essa oportunidade.

Confira o novo artigo de Edson Pinto no portal Visão Oeste: Final de ano, Verão e Carnaval: o combustível do turismo paulista e o potencial milionário do setor

Seguindo com sua coluna no Portal Visão Oeste, nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto, traz mais uma reflexão importante para o setor.

No novo artigo “Final de ano, Verão e Carnaval: o combustível do turismo paulista e o potencial milionário do setor”, Edson analisa o processo de recuperação e expansão do setor de turismo e hospedagem no estado de São Paulo, enfatizando como o cenário pós-pandemia transformou o comportamento dos viajantes e impulsionou a economia paulista. De acordo com dados da FHORESP, nossa Federação, há projeção de faturamento recorde de R$ 1,2 bilhão para o período do verão e Carnaval de 2026, o que representa um crescimento real de 3% frente ao desempenho do ano anterior.

Acompanhe conteúdos imperdíveis sobre hospitalidade, turismo, empreendedorismo e experiências que encantam! Dicas, reflexões e estratégias para você que quer crescer no setor e oferecer muito mais aos seus clientes.

Atenção: As novas regras de check-in e check-out já estão em vigor!

A Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo já está valendo e traz mudanças importantes que impactam diretamente a rotina e os processos de hotéis, pousadas, resorts, flats, hostels e demais estabelecimentos classificados no CNAE como meios de hospedagem.

Para garantir que seu estabelecimento esteja em conformidade, confira as orientações detalhadas no Toque do Jurídico do SinHoRes!

CONFIRA!

Aviso de recesso

Informamos que estaremos em recesso no período de 22/12 a 09/01.

Retornamos às atividades normalmente no dia 12/01.

Agradecemos a compreensão e desejamos um período de descanso, renovação e boas festas.

Falta de energia em São Paulo afeta bares, restaurantes e hotéis e prejuízo pode chegar a R$ 100 milhões

O vendaval que assolou São Paulo, em 10/12, deixou um rastro de estragos ocasionados, principalmente, por queda de árvores e por falta de energia elétrica. Para os setores de Alimentação Fora do Lar e de Hospedagem, o prejuízo com o apagão pode chegar a R$ 100 milhões, segundo estimativa da FHORESP, nossa Federação. A entidade calcula 5 mil estabelecimentos atingidos entre a capital paulista e municípios das regiões do ABC Paulista, Osasco e Itapecerica da Serra e parte do interior, além de danos que envolvem a perda de equipamentos, de alimentos e, sobretudo, de clientes.

A demora no restabelecimento no fornecimento de energia, com mais de 2 milhões de endereços afetados, joga luz sobre um problema antigo que envolve a atuação da Enel, empresa italiana detentora da concessão do serviço de distribuição de eletricidade para a capital paulista e outras 24 cidades do entorno. Segundo boletim divulgado em 12/12, pela concessionária, a Grande São Paulo ainda tem perto de 835 mil imóveis sem luz.

Nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto, é taxativo ao afirmar que a Enel falha por não conseguir atender a urgências, sendo o episódio recorrente. A entidade calcula que os prejuízos, desta vez, com fim de ano, férias escolares e compras e confraternizações de Natal, que, indiscutivelmente, aquecem a Economia, podem chegar a R$ 100 milhões.

A FHORESP estima ainda que, aproximadamente, 5 mil estabelecimentos, entre hotéis, bares e restaurantes, foram impactados pelo apagão. Muitos, ainda no escuro, perderam produtos estocados e, para piorar, clientes – o que ocasiona, ainda, falta de faturamento, colocando em risco, inclusive, os empregos de quem trabalha no setor.

Conforme ressalta Edson Pinto, não foram poucos os cancelamentos de reservas, de quarta-feira para cá, sendo que, neste período natalino, acontece o contrário – fila de espera. “Não de hoje, a Enel apresenta problemas recorrentes em relação ao fornecimento de energia elétrica. Este já é o sétimo apagão em menos de dois anos. Os setores de Alimentação Fora do Lar e de Hospedagem ficam reféns. São poucos os empresários que conseguem recorrer a geradores ou realocar os produtos em tempo de não perder os alimentos. É um caos! Pergunto: quem é que paga a conta?”, questiona o diretor-executivo da Federação.

Como dezembro é um dos meses de maior movimento para restaurantes, bares e hotéis, as empresas se preparam para atender a alta demanda. Logo, reforçam a mão-de-obra, com contratações temporárias, e incrementam o estoque – em risco iminente por conta de falta de energia elétrica, que, segundo a própria Enel, não tem data para ser restabelecida. “Estamos próximos de um fim de semana que deveria ser de alta lucratividade para muitos estabelecimentos. Mas, para milhares deles, serão dias de portas fechadas, de tristeza. É quase um luto. E, reforço: quem é que arca com esse prejuízo todo? O empresário vai, mais uma vez, pagar a conta de uma falta de responsabilidade e de respeito por parte da concessionária de energia, que continua fazendo o que bem entende, sem sanção alguma?”, dispara Edson Pinto.

Ação na Justiça
As empresas afetadas pelo blecaute, por ora, resta a via judicial. A orientação da FHORESP, neste momento, é que os prejudicados reúnam o maior número de elementos, provas dos prejuízos, para ajuizar ações de ressarcimento pelos dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias; e, entre outros, por equipamentos queimados, face à oscilação de energia.

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BandNews (Entrevista Enio Miranda)

Rádio CBN (Entrevista Enio Miranda)

Record (Entrevista Enio Miranda)

BandNews (Entrevista Enio Miranda)

CNBC (Entrevista Enio Miranda)

Folha de S. Paulo

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IstoÉ

Veja

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Money Report

Band

Exame

Pequenas Empresas & Grandes Negócios

R7

Agência Brasil

Diário do Turismo

Cursos gratuitos com inscrições abertas: SinHoRes lança cursos presenciais em parceria com Sinthoresp

A Escola SinHoRes se une mais uma vez à Escola de Hotelaria do Sinthoresp e oferece mais oportunidades para quem quer entrar ou se fortalecer no setor de hospedagem, bares e restaurantes. Uma tradição que forma profissionais preparados, conectando pessoas ao mercado e criando caminhos reais de qualificação e empregabilidade.

Os cursos são 100% gratuitos, presenciais e abertos ao público.

📍 Matrículas presenciais (Endereço: R. Dr. Mário Pinto Serva, 30)
🗓️ De segunda a sexta-feira
⏰ Das 8h às 16h

➡️ Cursos disponíveis

✔️ Bartender
– 16 aulas (3h cada) – carga horária total: 48h
– Às sextas-feiras, das 9h às 12h
– Início: 13/02/2026 • Término: 26/06/2026

✔️Garçom
– 16 aulas (3h cada) – carga horária total: 48h
– Às quartas-feiras, das 9h às 12h
– Início: 11/02/2026 • Término: 03/06/2026

✔️ Inglês
– 32 aulas (3h cada) – 2x por semana – carga horária total: 96h
– Terças e quintas, das 9h às 12h
– Início: 10/02/2026 • Término: 16/06/2026

✔️ Libras
– 16 aulas (3h cada) – carga horária total: 48h
– Às segundas-feiras, das 9h às 12h
– Início: 09/02/2026 • Término: 08/06/2026

👥 Quem pode participar?
Qualquer pessoa interessada em se qualificar para o setor está convidada a participar.

🧾 Documentos necessários para matrícula
RG e CPF
Comprovante de residência
Para menores de 18 anos: presença do responsável legal e documento correspondente

INSCRIÇÕES APENAS PRESENCIAIS!

Vagas limitadas! Garanta já a sua!

CONFIRA A REPERCUSSÃO NA MIDIA! 

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Na Mídia: em reunião no SinHoRes, Gerson Pessoa anuncia criação de arena de eventos em Osasco

Na última semana, recebemos o prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, para um Café da Manhã com o presidente Edson Pinto, a diretoria e cerca de 40 empresários. No encontro, o prefeito apresentou ações da gestão e fez importantes anúncios defendidas pelo SinHoRes, como a criação da nova Arena de Eventos para 12 mil pessoas, que deve impulsionar o turismo de negócios, e a manutenção do congelamento do IPTU durante seu mandato, reforçando previsibilidade e incentivo ao investimento.

Para saber mais, confira as reportagens!

Rádio Nova Difusora FM

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