Confira o e-book PROTOCOLO FOHB – Operação Segura e Confiança do Hóspede

O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) criou o e-book PROTOCOLO FOHB – Operação Segura e Confiança do Hóspede, com procedimentos e recomendações de boas práticas durante e pós-pandemia.

O material aborda as formas de transmissão do novo coronavírus, ações essenciais para a prevenção, protocolos para meios de hospedagem (como receber o hóspede com segurança, sanitização de ambientes e governança, entre outros) e outros itens.

Clique aqui e confira!

Pagamento pelo WhatsApp pode mudar o cenário da ‘guerra das maquininhas’

Nos últimos tempos, foi comum falar da concorrência cada vez mais acirrada no setor de meios de pagamento. Para isso, foi criada a alcunha “guerra das maquininhas” para nomear a disputa entre empresas como Cielo, Rede, PagSeguro, Stone, Mercado Livre, Getnet, entre outras.

Em 15/6, no entanto, entrou mais um concorrente de peso: o WhatsApp, controlado pelo gigante Facebook. É bem verdade que o termo “maquininha” não entra bem nesse caso – mas exemplifica o quanto que as empresas estão de olho no filão dos meios de pagamento.

Além do Facebook, gigantes como a empresa de tecnologia Google e as fabricantes de eletrônicos Apple e Samsung já têm os seus próprios meios. Mas a entrada do WhatsApp joga mais peso à essa disputa.

Testes no Brasil

O Brasil foi escolhido para ser o primeiro a testar a nova ferramenta. Isso porque, uma pesquisa realizada pela consultoria Opinion Box em parceria com a Mobile Time mostra que 99% dos smartphones no Brasil possuem o WhatsApp instalado. Segundo o Facebook, o Brasil tem 120 milhões de usuários ativos por mês, atrás apenas da Índia, com 400 milhões.

“Acredito que a decisão terá impacto relevante no comportamento da população. Se der certo, vai criar uma nova fonte de renda e influência para o Facebook, que tem quase 100% da sua receita atrelada à mídia”, disse Pedro Waengertner, fundador da aceleradora ACE.

Por isso, o anúncio causou uma volatilidade muito grande das ações das empresas do setor com o anúncio quase que surpreendente do WhatsApp. As ações da Stone e da PagSeguro chegaram a quedas próximas dos 10% no pregão de segunda-feira, mas se recuperaram durante o dia e fecharam com desvalorizações de 0,1% e 2,5%, respectivamente.

A Cielo, que é a primeira parceria do Facebook nesse projeto, chegou a ter uma alta de 34% no dia, mas fechou com aumento de 14% no preço das ações. Apesar de, em breve, outras adquirentes poderem participar do jogo, a Cielo leva uma grande vantagem: o seu tamanho.

A empresa ainda é líder com folga do setor, com 41,8% de participação do mercado. “O tamanho continua importando muito e a empresa mostra que está atenta às inovações”, diz Carlos Daltozo, sócio de renda variável da Eleven Financial.

Mas houve um reequilíbrio nos preços porque ainda é muito cedo para saber qual vai ser a real adoção do sistema de pagamento por WhatsApp. A prática de um “super aplicativo”, que concentra diversos serviços como mensagens, meios de pagamento e até solicitação de táxis e comida, são muito comuns na Ásia – WeChat é o exemplo mais notório.

No Ocidente, no entanto, a prática ainda não pegou. E essa continua sendo a dúvida. Por isso, as próprias empresas de meios de pagamento estão se renovando para além da maquininha.

Fonte: CNN Brasil

Presidente Edson Pinto participa de reunião do CONTURESP

Nessa terça-feira, 23/6, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, participou de reunião ordinária do CONTURESP (Conselho Estadual de Turismo). Na pauta, a atualização das ações da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, além da eleição do novo secretário- executivo e o ato de posse do Conselho.

Setur-SP realizará live sobre os novos produtos para os turistas

Na próxima terça-feira, 30/6, a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo realizará mais um Broadcast SP Pra Todos sobre os novos produtos para os turistas.

Os convidados são Terry Dale, presidente da USTOA, a associação dos operadores americanos e David Goodger, líder da Tourism Economics, divisão de negócios da Oxford Economics.

Participarão também alguns debatedores fazendo perguntas: João Nagy, CEO do grupo WTC São Paulo, Roberto Giannetti, economista, presidente da Kaduna Consultoria e Patrick Mendes, presidente da rede Accor para América do Sul.

Acompanhe ao vivo, com tradução simultânea, no YouTube e no Facebook!

Esperamos vocês!

Presidente Edson Pinto e vereador Ralfi discutem reabertura de bares, restaurantes e similares em Osasco

Nessa segunda-feira, 21/6, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, se reuniu com o vereador de Osasco, Ralfi Rafael Silva, para discutir a reabertura de bares, restaurantes e similares na cidade.

Na oportunidade, Edson falou sobre as ações do sindicato empresarial para retomar imediatamente as atividades, os esforços e tratativas junto ao governo, principalmente com o secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, e o e-book idealizado pelo SinHoRes, Protocolos Covid-Free, com orientações e protocolos higiênico-sanitários que deverão ser seguidos pelos estabelecimentos quando acontecer a reabertura.

O vereador Ralfi, por sua vez, quem solicitou a reunião com Edson, protocolou duas indicações na Câmara dos Vereadores. Uma solicitando a reabertura de bares e restaurantes seguindo as determinações do governo do estado; e outra indicando a realização de parcerias com meios de hospedagem, tendo como objetivo, disponibilizar leitos para profissionais de saúde.

Zibordi Consultoria em Alimentos

Fundada em 2001, a Zibordi Consultoria em Alimentos tem prestado diversos serviços, conduzidos pela diretora e nutricionista Flávia Zibordi, na área de Segurança dos Alimentos.

Os principais objetivos da Consultoria é garantir a Segurança Alimentar, sendo pioneira na capacitação de pessoas, através de treinamentos teóricos e práticos pelo método de educação continuada, pois além da conscientização através do desenvolvimento de pessoas, organizar a produtividade por meio da implementação de controles, o que, além da Segurança Alimentar, reduz custos, gerando lucro. Colaborar para que seu estabelecimento cumpra as determinações legais, sejam elas Municipais, Estaduais ou Federais, seguindo os conceitos de primeiro planejar, depois estabelecer objetivos e, por fim, tomar as decisões mais coerentes à sua empresa.

Confira -> https://www.zibordiconsultoria.com.br/

Flávia Zibordi é:

– Graduada em Nutrição pela PUC Campinas

– Pós-graduada em Nutrição Clínica pela VP Centro de Nutrição Funcional

– MBA em Gestão Estratégica em Meio ambiente pela IMT – Mauá – Instituto Mauá de Tecnologia

Flávia Zibordi gravou três vídeos para o SinHoRes dando algumas recomendações de higiene para a reabertura do setor de bares, restaurantes e similares. Confira!

A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

A IMPORTÂNCIA DO USO DAS MÁSCARAS

A IMPORTÂNCIA DO USO DE LUVAS DESCARTÁVEIS

Presidente Edson Pinto participa de Comitê de Crédito da Secretaria de Estado do Turismo e ajuda a destravar recursos para as empresas

Conheça as linhas de crédito para micro e pequenas empresas do Turismo

Após duas reuniões com a equipe da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo (SETUR), Caixa Econômica, Banco do Brasil e Desenvolve SP, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, representando também a FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), entidade que representa 24 SinHoRes em todo o estado, conseguiu melhorar os critérios dos empréstimos.

Segundo Edson Pinto, os bancos terão 100% do recurso emprestado garantido pelo Tesouro, através do FGI – Fundo Garantidor de Investimento e não precisará mais ser oferecida garantia real, como bens imóveis ou fiança bancária. Contudo, a empresa não poderá constar em cadastros de proteção ao crédito e deverá apresentar Certidão Negativa do INSS. “Quem estiver com alguns problemas dessa natureza e precisar do recurso, deve se apressar para regularizar”, enfatizou o presidente.

Bares, restaurantes, similares e a maioria dos hotéis já estão fechados há mais de 90 dias na base do sindicato empresarial (Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus) devido ao isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. As consequências econômicas foram sentidas pelos empresários instantaneamente, visto que, de acordo com estudo da JP Morgan Chase Institute, as micro e pequenas empresas de alimentação fora do lar não sobrevivem mais de 16 dias sem faturamento.

A seguir, confira algumas linhas de crédito que podem ajudar na sobrevivência de seu estabelecimento.

Fungetur

O recurso do Fungetur (Fundo Geral de Turismo) é destinado aos meios de hospedagens, restaurantes, bares e similares, além de outras empresas de áreas ligadas ao turismo. É um fundo criado por lei e vinculado ao Ministério do Turismo.

Os maiores objetivos do Fungetur são proporcionar crédito competitivo aos empresários do ramo; apoiar a infraestrutura turística básica; gerar renda; aumentar a oferta de empregos; proporcionar desenvolvimento do turismo; e diminuir impactos da pandemia através do crédito.

A distribuição dos recursos acontece pela rede de 17 bancos e instituições financeiras credenciadas ao Fungetur, mas a maior parte dos recursos será repassada pela Caixa Econômica Federal.

Mas ATENÇÃO: para terem acesso ao crédito, todo hotel, bar, restaurante e similar, agência de viagem e demais empreendimentos de Turismo, DEVEM OBRIGATORIAMENTE estar cadastrados no Cadastur! O procedimento é feito online no site do Cadastur! Clique aqui!

(Obs.: mesmo bares e restaurantes que não têm a obrigação legal de se cadastrarem, precisarão estar formalizados no Cadastur para terem acesso ao crédito).

Para saber mais sobre taxas e prazos e condições de financiamento, clique aqui!

Programa de Crédito Turístico

O Programa de Crédito Turístico é uma iniciativa da Desenvolve SP e da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, em parceria com o BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que tem como objetivo viabilizar o acesso ao crédito de empresas e municípios.

Inicialmente, o programa foi criado para melhor estruturar os destinos turísticos por meio de planos de investimentos do setor público e projetos do setor privado, levando maior desenvolvimento econômico, criação de empregos e geração de renda a todo o estado. No entanto, com a evolução da pandemia e seus impactos, a Secretaria decidiu mudar o foco das ações do programa para ajudar o setor a atravessar este período, facilitando o acesso aos bancos para obter recursos de capital de giro e cobrir despesas fixas e operacionais das empresas – salários, fornecedores, taxas, aluguéis, condomínios, entre outras.

Confira a Cartilha com orientações para facilitar o acesso a linhas de crédito oferecidas por instituições financeiras, clique aqui!

PRONAMPE

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) oferece operações de crédito que poderão ser utilizadas para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. O Programa é destinado a micro empresas (faturamento até R$ 360 mil no ano); Empresas de Pequeno Porte (faturamento até R$ 4,8 milhões no ano); e Micro Empreendedores Individuais.

Isso significa que as micro e pequenas empresas poderão usar os recursos obtidos para realizar investimentos (adquirir máquinas e equipamentos, realizar reformas) e/ou para despesas operacionais (salário dos funcionários, pagamento de contas como água, luz, aluguel, compra de matérias primas, mercadorias, entre outras).

Para saber mais sobre o PRONAMPE, acesse!

Presidente Edson Pinto entrega protocolos sanitários e propostas de reabertura ao Governo de São Paulo

O presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, representando a FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), entidade sindical patronal que reúne 24 SinHoRes, em que é vice-presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais, e as principais entidades representantes de bares, restaurantes, padarias e similares, tanto do setor empresarial quanto dos trabalhadores, entregaram ofício ao secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, em que apresentaram argumentação técnica solicitando a reclassificação do setor na Fase 2 – Laranja e a flexibilização das restrições em relação ao Plano São Paulo.

Para a reabertura imediata do setor, ainda na Fase 2 (Laranja), as entidades sugerem a restrição ao horário de funcionamento inicial ao período diurno e apenas com serviço de refeições em mesas, sem balcão; disposição das mesas com 1.5m de distância e cadeiras a 1m, reduzindo assim em 50% ou mais a capacidade; eliminação da restrição “ao ar livre”, liberando áreas internas e externas; recomendação estatal para as empresas liberarem os trabalhadores dos demais setores para almoço em três turnos para evitar aglomerações. Já na Fase 3 (Amarela), em acréscimo, restaurantes abririam no período noturno e com 60% da capacidade.

Para a retomada consciente, o setor utiliza o Protocolo Setorial e Intersetorial do Plano São Paulo, protocolos específicos elaborados pelas entidades signatárias (e-books nos sites das entidades), e em especial, a legislação sanitária federal da ANVISA, constante das Normas Regulamentadoras (NRs), bem como Normas Técnicas (NTs) mais recentes para a Covid-19.

“Todas as ações de ordem técnica e política que poderíamos ter feito nesse grave momento da humanidade e do nosso setor em especial, fizemos, registrando o fundamental apoio do Secretário Lummertz, do Turismo, para fazer chegar e articular nosso pleito junto ao governo do estado. Agora, estamos no aguardo, da posição do Comitê de Saúde do Gabinete da Covid-19, do Palácio do Governo e validação final do governador João Dória, que se reúnem na próxima sexta-feira, 26/6”, afirmou Edson Pinto, que coordenou o grupo. “A nossa retomada consiste em rígidos protocolos higiênico-sanitários que proporcionarão aos consumidores a segurança necessária para voltar a frequentar nossos estabelecimentos e condições de higiene necessárias a colaboradores e empresários. Antes da pandemia, já éramos especialistas em higiene e combate a contaminações. Agora, vamos aprimorar ainda mais nossos protocolos em relação aos clientes”, afirmou Edson.

Além da FHORESP, assinam o documento pelos empresários a ANR – Associação Nacional de Restaurantes, ABRASEL SP – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, SP SAMPAPÃO – Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de São Paulo, AIPESP – Associação da Indústria da Panificação e Confeitaria do Estado de São Paulo, SIPAN – Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de Santo André, AIPAN – Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria do Grande ABC; já pelos trabalhadores, o SINTHORESP – Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares e Restaurantes e o Sindicato dos Padeiros de São Paulo.

 

 

Clique aqui e confira o documento na íntegra!

Atuação de sindicatos evitou demissões em massa na hotelaria, avalia Capih

Com a promulgação da MP 936, a hotelaria ganhou a chance de preservar empregos. Redução de salário e de jornada, bem como suspensão de contratos, foram alternativas abertas ao setor. Antes de sua divulgação, contudo, sindicatos já se movimentavam para evitar demissões em massa, atuando de forma decisiva para afastar essa possibilidade. Mesmo assim, inevitavelmente houve muitos desligamentos. Agora, qual seria retrato do mercado de trabalho sem essas mudanças? Na prática, quais medidas empresas do segmento tomaram.

Estudo fresquinho da Capih (Comissão de Administração de Pessoas da Indústria Hoteleira) ajuda a entender alguns dos caminhos tomados. Realizada entre 29 de abril a 2 de maio, a pesquisa teve participação de 68 empresas de São Paulo e interior, entre hotéis independentes e redes nacionais e internacionais. “Diria que o levantamento reproduz o que foi feito no Sudeste, até porque temos regiões muito distintas no país”, explica Daniel Battistini, reeleito ano passado coordenador da Capih e gerente de Relações do Trabalho da Accor para o Brasil.

Antes de passar os resultados do estudo, é importante entender a cronologia dos fatos. De forma geral, os fechamentos começaram em 18 de março, movimento que ganhou força na semana seguinte. Segundo o estudo, 75% dos hotéis que suspenderam operações o fizeram até 1º de abril. No dia seguinte a MP 936 foi divulgada e, em 13 de abril, o setor começa a efetivar adesão à medida provisória, a esta altura já com base no Segundo Termo Aditivo à Convenção Coletiva de São Paulo.

“Considero muito emblemática a fase entre 13 e 15 de março, quando começam cancelamentos de eventos e de reservas e ocorre queda expressiva na ocupação. Ali bate desespero no setor e pouco se sabia o que fazer com as pessoas”, comenta Battistini. “Nesse hiato de pouco mais de 15 dias até a promulgação da MP 936, é de se destacar a atuação dos sindicatos de São Paulo, que foram ágeis para buscar uma solução. Em 19 de março, por exemplo, já foi firmado o primeiro termo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho”, completa.

Capih - estudo mercado de trabalho_info 1

Capih: sindicatos foram decisivos

Segundo Battistini, essa agilidade deu um norte ao empresariado, que percebeu que não precisaria necessariamente partir para demissões em massa. “Tanto é que 75% dos hotéis que suspenderam as operações fizeram isso até 1º de abril, ou seja, sem ter a MP”, observa. “Os sindicatos perceberam rapidamente a gravidade da situação e abriram negociações para preservação de empregos e sobrevivência dos empreendimentos. Com a MP 936, houve uma migração natural para suspensão dos contratos de trabalho das negociações sindicais para a MP”, acrescenta.

De fato, a suspensão de contratos foi o mecanismo utilizado pela maioria dos hotéis e redes respondentes. Segundo o estudo, em um universo de 12.748 trabalhadores existentes em 1º de março, 5.915 colaboradores de São Paulo (ou 46,4% do total) estavam enquadrados nessa medida em 1º de maio. Outros 2.557 (20%) estão com jornada de trabalho reduzida, enquanto 2.327 (18,25%) permanecem com contrato normal. Como citado, demissões eram previsíveis em função da paralisação do setor e perspectiva de baixa demanda na retomada. Sendo assim, 15% da força de trabalho foram desligadas. No infográfico abaixo, é possível ver as áreas mais afetadas por essa decisão.

Capih - estudo mercado de trabalho_info 2

Conclusões do estudo

Por fim, diante dos dados coletados, Battistini tira três grandes conclusões do estudo:

  • Se não fossem as medidas implementadas por meio de negociação sindical, o volume de demissões seria, em média, 67% maior. Como a redução no volume de negócios foi agressiva e repentina, sem uma perspectiva quanto ao que fazer com a folha de pagamento, os hotéis provavelmente iniciariam imediatamente os desligamentos.
  • A expectativa de retorno das atividades no setor de hospedagem não contempla uma retomada rápida, o que significa que, se não houver a manutenção das medidas emergenciais, seja por meio do governo ou dos sindicatos, o volume de desligamento poderá ser muito maior, inclusive com o o encerramento das atividades de muitas empresas.
  • A reposição dos postos de trabalho, bem como a manutenção dos postos atuais, dependerá da capacidade de sobrevivência dos empreendimentos do setor, que precisarão de apoio governamental com linhas de crédito, além de outras medidas que permitam a manutenção dos empregos.

Fonte: Hotelier News

Cardápio pode ser um diferencial em bares e restaurantes

Cardápio atrativo

A criatividade no momento de expor a comida ou a bebida no cardápio, pode ser um diferencial para atrair mais clientes. Nomes diferentes chamam a atenção de quem procura novidade, e como o  cardápio é o seu primeiro vendedor ele deve ser bem elaborado.

Em cardápios modernos e criativos bares e restaurantes despertam a diversão e curiosidade dos clientes e como resultado dessa estratégia comercial sanduíches são batizados de branca de neve e chapeuzinho vermelho ou bebidas nomeadas como Sex and The City e Flamingo. Investir em cardápios que oferecem experiências diferentes ao público torna-se grande oportunidade para que a empresa destaque-se entre as concorrentes e conquiste novos públicos.

 Valorização do design

É importante  investir no design do cardápio, na maioria das vezes, o cliente consome aquilo que mais lhe chamou a atenção visualmente. O cardápio também deve apresentar seções bem definidas e organizadas. Além disso, a descrição e a fotografia devem despertar a vontade do cliente de consumir o produto.

Para que o cliente faça leitura rápida e clara, outro cuidado a ser tomado é com o layout, sempre lembrando de reunir as palavras e imagens de forma organizada, pois os textos devem ser claros e objetivos para não confundir o consumidor.

 Comunicação da identidade

É fundamental que, no processo de diagramação do cardápio, o empreendedor dê atenção à comunicação do perfil do negócio, desde os mais clássicos aos mais modernos. A descrição das características do produto e a disposição das cores e imagens revelam a identidade do estabelecimento.

 Detalhes do produto

É importante  ter bastante cuidado na descrição daquilo que é oferecido. Não basta apenas apresentar a imagem do prato ou da bebida, mas descrever os ingredientes que fazem parte de sua composição.

O cliente deve sentir-se bem informado e seguro sobre os serviços e preços oferecidos pelo empreendimento. Nesse caso, uma sugestão interessante é trocar a antiga forma de exposição do preço com os cifrões por outra mais simples. Exemplo disso é alterar R$ 10,00 para 10.

Versão online

As plataformas móveis garantem um nova experiência na busca por melhores opções de preço e qualidade para as pessoas que preferem consumir os produtos em suas casas.

Uma boa dica , para aproveitar essa tecnologia,  é criar um cardápio online para atender aos clientes que costumam fazer pedidos pela internet ou verificar a disponibilidade do produto antes de ir ao estabelecimento.

Fonte: Sebrae

TV SinHoRes/Canal Restaurante: novos protocolos de higiene e limpeza para bares e restaurantes pós Covid-19

Em aula ao vivo, Canal Restaurante conversa com Massilon Miranda (Engenheiro Químico – Gestor Unidade Food Service RL) e Juliana Lettrari (Especialista Técnica em Higiene e Limpeza Restaurantes) para falar sobre novos protocolos de higiene e limpeza para bares e restaurantes pós Covid-19.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.

Nossos ASSOCIADOS contam com conteúdo exclusivo sobre gestão empresarial através do nosso site. Seja membro do SinHoRes e acesse o mais Alto Grau de informação do setor!

CONFIRA O VÍDEO AQUI!

MP dos salários é aprovada e poderá ser renovada

CIRCULAR Nº 23/2020

Osasco, 18 de junho de 2020.

O Departamento Jurídico e Contábil do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região preparou um roteiro explicativo sobre a Medida Provisória 936, agora chamada de MP 936/2020-A, a qual teve sua conversão em Lei (Projeto de Lei de Conversão 15/2020) por unanimidade no Plenário do Senado, em 16/06. Agora, o texto segue para sanção presidencial.

Entre as principais mudanças no texto, está a ampliação da medida para enquanto durar o período de calamidade pública.

No comunicado, o coordenador do Dep. Jurídico, o advogado Marcel de Lacerda Borro, fala sobre como fica a redução e suspensão; proibição de cobrança judicial contra estado, município ou União de verbas rescisórias; correção de débitos trabalhistas; garantia ao emprego; entre outros.

Clique aqui e confira na íntegra!

Novo serviço – Recuperação de Crédito

CIRCULAR Nº 22/2020

Osasco, 18 de junho de 2020.

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Edson Pinto coordena unificação de Protocolos Covid-Free das entidades do setor de alimentação fora do lar

Documento unificado será apresentado ao governo do Estado na próxima semana

Nessa quarta-feira, 17/6, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, representando a Fhoresp (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), na qual é Vice-Presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais, além de outras entidades do setor, participou de reunião com o Secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz; secretário de Logística e Transportes, João Octaviano; e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen da Silva, que fazem parte do Comitê que discute a pandemia do coronavírus junto com a Comitê de Saúde no estado.

De acordo com Edson, foi solicitada a unificação dos protocolos higiênico-sanitários que deverão ser seguidos pelo setor no processo de reabertura. “Todas as orientações e protocolos que serão seguidos por bares, restaurantes, padarias e similares quando acontecer a volta da nossa atividade econômica, serão unificados em um documento, que deverá também ter um parecer técnico de um médico epidemiologista”, explicou. O presidente registrou ainda a importância do trabalho em conjunto em prol do setor realizado pela FHORESP, ANR, ABRASEL, MESA SÃO PAULO, ABIP e SINDIPAN e AIPAN, pelos empresários, e SINTHORESP e SINDICATO DOS PADEIROS, pelos trabalhadores.

A Fhoresp apresentará já na próxima semana esse material do setor de alimentação fora do lar e panificadoras ao governo do estado. “Estou confiante que avançaremos em breve e seremos reenquadrados na Fase 2 – Laranja. É muito importante o bom diálogo com o governo e seguirmos todas suas orientações para não ocorrer o que está acontecendo em outros estados, quando há a reabertura e, logo em seguida, acontece novamente o fechamento devido aumento de casos e mortes. Este seria o pior cenário ao nosso setor! Vamos seguir com todos os cuidados, priorizando a saúde e a segurança de clientes e colaboradores para voltarmos definitivamente”, afirmou Edson.

Vinicius Lummertz cita presidente Edson Pinto como interlocutor do governo durante tratativas para reabertura

Na última semana, o secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, em entrevista a BandNews sobre o impacto da pandemia no setor em São Paulo e as expectativas de reabertura, citou o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, como o interlocutor do Governo junto aos sindicatos.

Edson Pinto também é Vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo – FHORESP.

Confira!