O Departamento Jurídico do SinHoRes alerta os empresários da cidade de Osasco para o estabelecimento de regras e recomendações de saúde para a retomada gradual das atividades e a criação do licenciamento Osasco contra o coronavírus (DECRETO Nº 12.494/2020).
Nessa sexta-feira, 10/7, o Governo do Estado de São Paulo anunciou que as cidades da base do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Osasco, Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus, foram reenquadradas na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo. Assim, bares, restaurantes e similares poderão reabrir seguindo regras de distanciamento, capacidade e higiene.
Os estabelecimentos só poderão reabrir áreas arejadas; capacidade limitada a 40%; horário de funcionamento até às 17h e por apenas seis horas por dia; além da adoção de diversos protocolos higiênico-sanitários específicos do setor.
Em Barueri, a prefeitura já havia decretado a abertura, deixando de lado as determinações do Governo de São Paulo. As demais cidades, agora, aguardam decreto das prefeituras definindo a data de reabertura.
O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região realiza, a partir de então, a campanha “Estamos de Volta”, que visa conscientizar os clientes de que todos os protocolos serão criteriosamente seguidos pelos estabelecimentos da região. “É preciso reconquistar a confiança dos consumidores! Eles precisam se sentir tranquilos para voltar a tomar um chope com os amigos, almoçar com a família e sair para jantar. Viagens curtas também podem ser realizadas e os hotéis da nossa região estão mais do que prontos para acomodar esses hóspedes, seguindo todos protocolos higiênico-sanitários do setor. Para essa volta ao “novo normal” acontecer, é necessário que todos saibam que os estabelecimentos estão se preparando para voltar com segurança, tanto para os colaboradores quanto para os clientes. Por isso, o sindicato lançará artes para redes sociais, vídeos, textos sobre protocolos com orientações a todos para uma reabertura tranquila e anunciará, na próxima semana, parceria com empresa que concederá um Selo Covid-Free aos estabelecimentos que estiverem seguindo todas as orientações à risca”, afirmou o presidente do sindicato empresarial, Edson Pinto.
Além disso, o SinHoRes, em coautoria com a CNTur (Confederação Nacional do Turismo), elaborou o e-book “Protocolos Covid-Free”, que conta com protocolos higiênico-sanitários para orientar os empresários, entidades civis e sindicais para ações corretas na retomada da atividade econômica dos setores de Gastronomia, Hotelaria, Turismo e Eventos. Clique aqui para conferir o material!
A seguir, confira o vídeo da campanha “Estamos de Volta”.
Confira o seminário, mediado pelo jornalista do Canal Restaurante, Sérgio Lerrer, sobre as possibilidades de ampliação de negócios dos restaurantes com mix de serviços e uso do ambiente digital.
Para falar sobre o tema, foram convidados Flavio Guersola, Consultor de Food Service e especialista em Alimentos e Bebidas, e Adalberto Santos, Consultor de Food Service e especialista em Estratégias e Negócios, ambos da Guersola Consultoria.
O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.
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Confira o novo serviço do Clube SinHoRes: Recuperação de Impostos
Você sabia que existe 95% de possibilidade de ter créditos de impostos a receber? O Clube SinHoRes ajudará as empresas da base associadas a recuperar esses créditos de forma administrativa e rápida!
“Vivemos um momento caótico para o setor de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares, em que o nosso faturamento foi praticamente a zero. Por isso, esse serviço é essencial para ajudar o caixa da sua empresa. O serviço está disponível às empresas associadas de todos os regimes tributários (Simples, Lucro Presumido ou Real), seja um pequeno bar ou um grande hotel”, afirmou o presidente do SinHoRes, Edson Pinto.
🔶 A AUDITORIA INICIAL É OFERECIDA GRATUITAMENTE AOS ASSOCIADOS DO SINDICATO EMPRESARIAL e, em caso de haver créditos a serem resgatados, o honorário devido é negociado diretamente com o advogado. Atenção: você pagará somente em caso de “êxito”, ou seja, só pagará ao advogado um percentual do valor efetivamente depositado na sua conta corrente! Em caso de não recuperação, nenhum valor será devido. Você não perde em nenhuma hipótese.
Os créditos serão depositados diretamente na conta corrente em aproximadamente 4 (quatro) meses!
A Fundação Procon-SP informou nesta quarta-feira (8) que a distribuidora de energia elétrica Enel será multada por prática abusiva. O órgão afirma que já recebeu 21 mil queixas contra a distribuidora, no período de 1 de junho a 7 de julho, de consumidores reclamando por ter recebido faturas em valores muito acima do esperado.
Na terça-feira (7), o órgão de defesa do consumidor se reuniu com a Enel e com o Ministério Público de São Paulo para tratar das contas de energia questionadas. De acordo com o órgão, a empresa concordou em rever as contas dos consumidores que registraram reclamação no Procon-SP e que já estão sendo analisadas por uma força-tarefa formada por especialistas da instituição.
No entanto, a Enel não concordou em fazer o parcelamento automático de todas as contas que sofreram aumento devido à mudança no seu modo de cálculo, conforme explicou o ProconSP. Nos meses de março, abril e maio, a Enel interrompeu a leitura presencial para a cobrança da energia elétrica de seus consumidores e fez um cálculo de cobrança com base na média dos doze meses anteriores.
A empresa concordou em parcelar apenas as contas dos consumidores que fizerem a reclamação. “A Enel informa que para conseguir obter o parcelamento dos valores questionados, os consumidores deverão entrar em contato com a empresa, fazer o pedido e assinar uma confissão de dívida. O @proconsp entende que tal prática é abusiva e, portanto, a Enel será multada”, diz nota do órgão.
No início do mês, o ProconSP divulgou que estava analisando o entendimento de que impor a cobrança ao consumidor da diferença entre a média de consumo e o consumo efetivo seria abusivo, considerando que foi escolha da Enel alterar o método de leitura e de cobrança do consumo de energia. “Se houve uma opção da empresa de cobrar pela média, essa conta não poderá ser repassada aos consumidores. A cobrança poderá ser considerada abusiva e ser cancelada”, disse o secretário de defesa do consumidor, Fernando Capez, na ocasião.
A Enel disse, em nota, que o parcelamento é uma opção principalmente para os clientes que receberam a conta com valor maior em junho, após a retomada da leitura presencial dos medidores. Mas, para realizar a negociação, os clientes devem acessar o Portal de Negociação, o aplicativo ou a central de atendimento pelo telefone 080072 72 120.
A empresa informou ainda que a diferença, a maior ou a menor, entre o valor faturado pela média nos últimos meses e o real consumo de energia no período está sendo lançada nas contas de energia emitidas após a retomada da leitura. Para os imóveis que estavam fechados e clientes comerciais que consumiram menos do que o que foi cobrado pela média, todos os créditos correspondentes serão disponibilizados aos clientes.
De acordo com a distribuidora, a implementação da leitura pela média em São Paulo se deu em meio ao avanço da pandemia para proteger clientes e leituristas e que a medida foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em junho, a companhia retomou a leitura presencial de cerca de 80% dos medidores e, em julho, todos os equipamentos de medição serão lidos normalmente pela distribuidora.
Como reclamar
O consumidor que tiver dúvidas ou problemas relacionados às suas contas de energia elétrica e não conseguiu um retorno satisfatório da empresa, pode procurar pelo ProconSP, que disponibiliza canais de atendimentos à distância no site, aplicativo – disponível para Android e iOS – ou via redes sociais (@proconsp). (Da Agência Brasil)
Confira trecho do programa Brasil Urgente com Fernando Capez, secretário estadual de Defesa do Consumidor.
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Nessa quarta-feira, 8/7, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, esteve na loja conceito da EuroCuccina, quando foi formalizada parceria para equipar a cozinha gourmet da nova sede do SinHoRes. O espaço do sindicato empresarial, a ser inaugurado brevemente, será referência da melhor tecnologia, inovação e eficiência em cozinhas profissionais que existe na atualidade.
“Estamos muito empolgados com a parceria estratégica com a EuroCuccina, que compreendeu o projeto que desenvolvemos para a nova sede como um espaço voltado ao networking, treinamentos e workshops para empresários, fornecedores, autoridades e líderes empresariais da região. Será um ambiente que festejará o melhor da gastronomia e as relações sociais, profissionais e de amizade que se estabelecem a sua volta”, afirmou Edson.
*Tomado o devido distanciamento, as máscaras foram retiradas apenas no momento da fotografia.
Na foto: Marcela Lamonato ao lado de Tiago Caligiuri, arquitetos da Cálamo Arquitetura, responsável pela nova sede SinHoRes. Roberto Santana, diretor da EuroCuccina, Edson Pinto e Gisele Estevão, Consultora da EuroCuccina.
Ilustração do projeto da cozinha da nova sede do SinHoRes:
Na foto acima, torre com alguns equipamentos que se serão instalados:
FORNO TECNO COMBINADO COM MICRO-ONDAS SPEED TK44
Utilizado em Cozinhas Profissionais, o forno elétrico com inovadora tecnologia permite selecionar entre calor ventilado, grill ou micro-ondas aplicados de forma combinada ou individual para preparar alimentos, com uma velocidade de preparo até 3 vezes mais rápida. Já a combinação de grill com micro-ondas permite preparar deliciosos alimentos deixando-os dourados e crocantes. A potente churrasqueira infravermelha grelha, gratina e prepara deliciosos churrascos. Suas 13 receitas programadas preparam facilmente vários tipos de alimentos. Basta selecionar o peso para que a temperatura e o tempo de preparo sejam ajustados automaticamente. O rápido pré-aquecimento do forno atinge 180° C em apenas 4 minutos para maior praticidade e melhores resultados culinários. Permite ainda, descongelar e preparar alimentos em sequência com um único comando.
FORNO TECNO LARGE TO72 EXDA2
Acabamento em refinado aço escovado com ampla gama de recursos profissionais. Selecionando uma das 9 funções, com 4 zonas de aquecimento em diferentes posições, proporcionam calor homogêneo ideal para preparar alimentos por todo o seu interior e sem necessidade de girar ou mudar de altura as assadeiras e formas.
Versátil, assa pratos doces e salgados juntos sem trocar aromas e sabores, aquece rapidamente dispensando pré-aquecimento e oferece temperaturas de 50º C à 250º C para o preparo de todos os tipos de receitas.
Os fornos em aço TECNO utilizam componentes, matérias primas e processos produtivos com os mais altos padrões de qualidade
Os produtos TECNO são uma das melhores escolhas dos aficionados da culinária e gastronomia refinadas que buscam produtos a altura de suas elevadas expectativas.
Sobre a EuroCuccina
Cozinhar é uma arte.
Acreditamos que a gastronomia é uma das atividades mais importantes da economia e das mais prazerosas do nosso dia. Cozinhar pensando nas pessoas que irão se alimentar faz com que este momento seja único a cada refeição servida.
Os equipamentos e eletrodomésticos acompanharam esta evolução.
A EuroCuccina, oferece uma ampla gama de marcas e produtos de alta tecnologia que atendem aos mais variados gostos e necessidades, seja para seu negócio ou residência.
Com atendimento personalizado, possui uma equipe altamente capacitada para ajudar da melhor forma e com um atendimento de excelência.
Nessa quarta-feira, 8/7, a prefeitura de Barueri publicou decreto no Diário Oficial, que permite a abertura de bares, restaurantes, similares e salões de beleza, se antecipando ao Governo do Estado de São Paulo, que ainda mantém a cidade na Fase 2 – Laranja do Plano São Paulo, e se reenquadrando por conta própria na Fase 3 – Amarela.
Ainda de acordo com o decreto, a retomada das atividades de atendimento ao público pelos estabelecimentos se sujeita a horários alternativos de funcionamento, com jornada reduzida para, no máximo, oito horas por dia, e ainda com limitação de entrada (40% da capacidade do estabelecimento) e com limitação de tempo também de permanência das pessoas no local.
No entanto, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região orienta a categoria a NÃO REABRIR, por enquanto! Para o sindicato empresarial, é arriscado que as prefeituras das cidades e os estabelecimentos não sigam as recomendações e diretrizes do governo do estado de São Paulo. A cidade de Marília, por exemplo, estava na Fase Vermelha, mas por decisão do prefeito, resolveu retomar atividades como se estivesse na Fase Laranja e foi obrigada pela justiça a seguir o Plano São Paulo, além de pagar multa de R$ 100 mil por dia caso o município descumpra as regras impostas pelo governador João Dória.
“Embora seja louvável a atitude da prefeitura de Barueri, tendo em vista já estar demonstrada a disposição política do Governo do Estado em fazer cumprir o seu decreto, assim como, o entendimento da justiça nesse sentido, é prudente aguardar mais alguns dias para que não ocorra o pior cenário, ou seja, reabrir e ter que fechar em seguida. O SinHoRes está à frente das tratativas com o governo e é muito importante seguirmos todas suas orientações para não ocorrer o mesmo que em outras cidades. Precisamos seguir com todos os cuidados, priorizando a saúde e a segurança de clientes e colaboradores para voltarmos definitivamente. Outro problema é reassumir 100% da folha de pagamento perdendo todos os benefícios da MP 936, além das demais despesas com pessoal, gastos fixos e reposição de estoque, para em seguida ter que fechar de novo, tornando ainda pior um quadro que já é caótico para as empresas”, afirmou o presidente do SinHoRes, Edson Pinto.
Nessa quarta-feira, 8/7, a prefeitura de Barueri publicou decreto no Diário Oficial, que permite a abertura de bares, restaurantes, similares e salões de beleza, se antecipando ao Governo do Estado de São Paulo, que ainda mantém a cidade na Fase 2 – Laranja do Plano São Paulo, e se reenquadrando por conta própria na Fase 3 – Amarela.
Ainda de acordo com o decreto, a retomada das atividades de atendimento ao público pelos estabelecimentos se sujeita a horários alternativos de funcionamento, com jornada reduzida para, no máximo, oito horas por dia, e ainda com limitação de entrada (40% da capacidade do estabelecimento) e com limitação de tempo também de permanência das pessoas no local.
No entanto, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região orienta a categoria a NÃO REABRIR, por enquanto! Para o sindicato empresarial, é arriscado que as prefeituras das cidades e os estabelecimentos não sigam as recomendações e diretrizes do governo do estado de São Paulo. A cidade de Marília, por exemplo, estava na Fase Vermelha, mas por decisão do prefeito, resolveu retomar atividades como se estivesse na Fase Laranja e foi obrigada pela justiça a seguir o Plano São Paulo, além de pagar multa de R$ 100 mil por dia caso o município descumpra as regras impostas pelo governador João Dória.
“Embora seja louvável a atitude da prefeitura de Barueri, tendo em vista já estar demonstrada a disposição política do Governo do Estado em fazer cumprir o seu decreto, assim como, o entendimento da justiça nesse sentido, é prudente aguardar mais alguns dias para que não ocorra o pior cenário, ou seja, reabrir e ter que fechar em seguida. O SinHoRes está à frente das tratativas com o governo e é muito importante seguirmos todas suas orientações para não ocorrer o mesmo que em outras cidades. Precisamos seguir com todos os cuidados, priorizando a saúde e a segurança de clientes e colaboradores para voltarmos definitivamente. Outro problema é reassumir 100% da folha de pagamento perdendo todos os benefícios da MP 936, além das demais despesas com pessoal, gastos fixos e reposição de estoque, para em seguida ter que fechar de novo, tornando ainda pior um quadro que já é caótico para as empresas”, afirmou o presidente do SinHoRes, Edson Pinto.
Décima sexta edição do informativo do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região com informações sobre o trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato empresarial durante a pandemia do novo coronavírus; desenvolvimento do e-book Covid-Free, com protocolos higiênico-sanitários que deverão ser seguidos por todos estabelecimentos na reabertura; tratativas para reabertura do setor junto ao governo do estado de São Paulo e prefeituras da base do sindicato empresarial; e muito mais!
Décima sexta edição do informativo do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região com informações sobre o trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato empresarial durante a pandemia do novo coronavírus; desenvolvimento do e-book Covid-Free, com protocolos higiênico-sanitários que deverão ser seguidos por todos estabelecimentos na reabertura; tratativas para reabertura do setor junto ao governo do estado de São Paulo e prefeituras da base do sindicato empresarial; e muito mais!
Todo empresário sabe que cada passo de um negócio precisa ser cuidadosamente planejado. Da ideia até a comercialização, existem várias etapas que podem contribuir para o sucesso da empresa.
Com conhecimento especializado, é possível reduzir os custos, aumentar a produtividade e destacar-se entre os concorrentes, aumentando a percepção de valor dos serviços, produtos e do estabelecimento. Ou seja, o design possui um papel de extrema importância para o sucesso do negócio.
Para aproveitar as oportunidades do mercado, deve-se criar soluções exclusivas, com a personalidade do negócio e, acima de tudo, inovadoras! No material que separamos abaixo, você encontrará os benefícios que o design pode trazer para sua empresa, como:
Criar afinidades com o cliente
A marca é a identidade do seu negócio. É ela que cria uma ligação emocional com os clientes.
Divulgar bem o seu empreendimento
O cliente é influenciado a ir ao restaurante cujo nome circula entre conhecidos e amigos.
Valorizar o ambiente
Para transformar a refeição em uma experiência inesquecível, é preciso criar algo especial nas instalações.
Iluminar de maneira adequada
A primeira impressão do cliente é muito influenciada pela iluminação geral, que deve ser cuidadosamente planejada para se tornar funcional e agradável.
Ser acessível
É importante que seu negócio esteja pronto para receber todas as pessoas.
Fazer com que os clientes queiram voltar
A música, o serviço impecável e os pratos montados de maneira original podem tornar a experiência tão gostosa quanto a refeição.
Um dos setores mais afetados durante a pandemia foi o hoteleiro, que dependia diretamente de viagens e turismo. Em 2019, o movimento dos hotéis representava 8,1% do PIB brasileiro, mas com a crise, a perda já supera os R$ 14 bilhões.
Apenas na pandemia, a taxa de ocupação dos hotéis brasileiros caiu 96% e, segundo projeções do setor, a retomada deve levar no mínimo 18 meses.
No “novo normal’”, o consumidor não será mais o mesmo, ou viajar como antes. Pesquisas revelam que o turismo internacional deve ficar travado, dando lugar ao nacional. Os executivos que na quarentena descobriram o poder das reuniões virtuais também podem mudar o formato das viagens.
Mas como em toda crise, enquanto uns choram, outros vendem lenços. No Conta+ de hoje, Katherine Rivas entrevistou Patrick Mendes, CEO da Accor na América do Sul. A rede que é dona dos hotéis Ibis, Novotel, Pullman e Mercure, criou recentemente o room-office, uma estratégia que transformou quartos e hotéis em escritórios individuais para vender o “home office” ideal. Confira:
InvestNews – Você defende que em um cenário pouco otimista a recuperação do setor hoteleiro acontece em 18 meses. Qual é a previsão da Accor para retomar as atividades?
Patrick Mendes – Nós passamos a fase mais difícil da crise, eu diria que estamos no ‘pós-tsunami’. Os meses de abril, maio e junho são os mais complexos, porque os hotéis estavam fechados e houve uma queda violenta da ocupação. Agora estamos na 2ª fase, desde o dia 20 de maio, quando começamos a reabrir hotéis. Dos 400 hotéis que temos na América do Sul, tínhamos 100 abertos. Esta semana reabrimos 25 hotéis, sendo 20 no sul do Brasil. Estamos em uma fase de reabertura econômica. Até fim de junho teremos 240 hotéis abertos, que é 60% da nossa operação na América Latina. E até o fim de julho, chegaremos a 300 hotéis abertos. Nossa previsão de desempenho é que o ano completo de 2020 seja equivalente a metade de 2019. Essa é nossa realidade com a queda violenta do 2º trimestre. Mesmo com um retorno no 3º trimestre e um retorno mais forte ainda no 4º, 2020 será a metade que 2019. Em 2021, a nossa previsão para o Brasil é chegar no 4º trimestre de 2021, com desempenho equivalente ao 4º trimestre de 2019. Por isso que a projeção aponta 18 meses.
É inegável que o consumidor deve mudar os hábitos quando falamos de turismo. Há debates que após a pandemia o turismo doméstico deve crescer, enquanto os executivos que viajavam com muita frequência devem encontrar outras formas de se reunir, por exemplo videoconferências. Como vocês vão se adaptar a este novo comportamento do consumidor?
Vemos várias tendências que estão se destacando de forma clara, nos países que estão reabrindo a economia. A primeira tendência forte é o turismo doméstico. E no Brasil isso vai ocorrer por várias razões: 1) Você não vai poder viajar tão cedo para o exterior, por causa das restrições sanitárias, bloqueio de fronteiras. E quem tem a possibilidade, não vai querer arriscar de ficar em quarentena quando voltar da viagem. 2) O dólar e o euro estão muito caros, viajar para o exterior custa 40% a mais para um brasileiro ou latino-americano do que viajar na América do Sul. 3) As pessoas não querem ficar muito longe das famílias, então não arriscariam ficar 20 dias em Dubai, por exemplo.
Então o primeiro a retomar é o turismo doméstico, inicialmente com viagens de carro e depois de avião. Mas isso não é ruim para nós. Olhando de perto, temos cerca de 100 milhões de turistas no Brasil, 94% destes são brasileiros e apenas 6%, que equivale a 6 milhões, são turistas estrangeiros que visitam o Brasil. Por outro lado, temos 10 milhões de brasileiros, com recursos, acostumados a viajar ao exterior que podem investir isso no turismo nacional. Esta nova tendência pode ser na verdade um meio de salvação para o setor nos próximos meses.
Vocês lançaram há 3 semanas o sistema room-office e defendem que a Accor não vai concorrer com coworkings. Mas algo que chama nossa atenção são os preços, que vão a partir de R$ 100 a diária, em um cenário de redução de gastos por parte do consumidor. O público foi receptivo?
Sim. Evidentemente, a proposta não é para todos os bolsos. Existe um custo mínimo pelo quarto, limpeza, implementação que deve ser considerado. Um quarto de hotel comum tem uma diária de R$ 250, dos quais R$ 130 são despesas do hotel. Quando criamos o room-office não olhamos para a rentabilidade, até porque com R$ 99 o Ibis não vai ganhar muito dinheiro. A proposta foi para estimular o tráfego, trazer mais pessoas que eventualmente consumam outras coisas e também uma certa inovação.
Então, room-office não é um negócio que se traduz na salvação do setor hoteleiro. Concordo com você que preço pode ser uma trava, mas estamos oferecendo um escritório, um quarto inteiro para uma pessoa e não um espaço de coworking. Sobre o coworking, acho que o mercado tem espaço e vai ter dois momentos. O primeiro é agora com a pandemia onde os coworkings devem sofrer. Mas, depois da pandemia, deve voltar, talvez com novos formatos. Se uma pessoa não quer gastar mais que R$ 40, ela vai procurar um coworking. Mas quem procura o conforto e privacidade de um escritório vai pagar mais caro. Então temos ofertas para todos os bolsos.
Você aponta que há uma previsão de reabrir 80 hotéis em junho no Brasil. Quantos devem ter room-office? O modelo continua quando a pandemia acabar?
Sim, até junho vamos reabrir 80 hotéis. Inicialmente pensamos em ter room-office em alguns hotéis, mas como o retorno está sendo muito positivo e o custo não é tão elevado, estamos avaliando implementar mais room-office nos hotéis. Queremos que toda a cidade brasileira tenha no mínimo 3 hotéis com room-offices. Para os clientes corporativos, é ainda mais simples. A Accor não tem intenção de eliminar este formato enquanto existam pedidos. Mas acreditamos que o room-office deve prevalecer no mínimo até o final de 2021.
Sobre o apoio do governo, que medidas o setor hoteleiro e a Accor está solicitando neste processo de reabertura econômica?
A indústria hoteleira foi a mais impactada, a primeira fase passou e a terceira só deve ocorrer daqui a 15 meses. Enxergamos que o mercado está otimista, as pessoas vão viajar misturando trabalho e lazer. Mas o fundamental é que o consumidor e os governos entendam que somos um setor que garanta uma arrecadação forte de taxas e impostos. Fornecemos também muito emprego. Em média 14% dos empregos do Brasil estão ligados a turismo e hotelaria. Representamos 8% do PIB.
É fundamental que o governo enxergue isso para que flexibilize três situações: 1) a medida provisória, que suspende o trabalho e reduz contratos, deve ser adiada para o turismo e hotelaria em pelo menos 120 dias. Sem isso, muitas empresas vão falir. 2) O acesso ao crédito anunciado pelo governo não chega até as pontas, estamos pedindo ajuda do governo para garantir que ocorra tudo o anunciado. Com crédito, as empresas podem ter fôlego de até 3 meses. O crédito está funcionando, mas é muito difícil ter acesso. E, por último, há custos que deveriam ser adiados, como impostos, eletricidade, água, PIS, COFINS. Dar uma carência as empresas de pelo menos 6 meses. O governo precisa ajudar o Brasil na fase crítica que é a reabertura dos hotéis desde junho até o final do ano. Só assim as empresas conseguirão chegar à 3ª fase, que é a retomada do setor e do turismo.
Nessa quinta-feira, 2/7, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, através da TV SinHoRes, realizou uma live para debater a Lei de Doação de Alimentos e seu impacto no Food Service.
Para o debate, que contou com a participação do presidente Edson Pinto, o SinHoRes convidou o autor da lei, o deputado federal Arnaldo Jardim, Dra. Gillian Alonso Arruda, nutricionista, doutora em Saúde Pública e CEO da Food Finder; e Dra. Andréa Boanova, Médica Veterinária Sanitarista, perita em alimentos.
O evento online foi mediado por Sérgio Lerrer, jornalista do Canal Restaurante, parceiro do SinHoRes. O Portal Visão Oeste, parceiro de mídia do evento, também transmitiu a live em sua fanpage do Facebook.