TV SinHoRes realizará live para debater os desafios da retomada para os negócios de Foodservice

Na próxima terça-feira, 13/10, o SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Bares e Restaurantes de Osasco – Alphaville e Região em parceria com o Canal Restaurante, realizará uma live, às 16h, em sua página do Facebook e canal no YouTube, com representantes do setor do Turismo com o tema “Desafios da Retomada para os Negócios de Foodservice”.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.

Painelistas

  • Edson Pinto – Presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e vice-presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais da FHORESP.
  • Luciano Neves – Diretor Rede El Uruguayo
  • Roberto Barsomian – Sócio Proprietário da Rede Dozza

Moderador

  • Sérgio Lerrer – Jornalista do Canal Restaurante
  • Edson Pinto – Presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e vice-presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais da FHORESP.A live será transmitida nos seguintes canais:

Facebook do SinHoRes
YouTube do SinHoRes
Canal Restaurante

Presidente do SinHoRes participa de oficina do Sebrae para discutir agenda estratégica de desenvolvimento de Barueri

Em 02/10, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, participou do terceiro encontro promovido pelo Sebrae e pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), desta vez as entidades organizaram uma Oficina de Construção da Agenda Estratégica pela governança de Barueri para o Programa de Desenvolvimento Local do Sebrae.

Durante o encontro foi elaborado um plano de ação para esta agenda estratégica, que vai refletir nos objetivos que o Município precisa para se desenvolver, com temas ligados ao empreendedorismo, políticas públicas, acesso a mercado, crédito: tecnologia e cadeias produtivas.

Para Edson, que também é vice-presidente de Relações Governamentais da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo (Fhoresp), esse é o momento de unir forças para contribuir com o desenvolvimento do município. “Toda a colaboração é bem-vinda nessa ação que pretende estruturar e fomentar o desenvolvimento econômico por meio da geração de emprego e renda”.

SinHoRes na Mídia: Imprensa nacional destaca crise do turismo e opinião do presidente Edson Pinto

Na sexta-feira, 02, o presidente do SinHores Osasco – Alphaville e Região concedeu ao Estadão opinião em uma matéria sobre a crise do turismo. A matéria cita um estudo que aponta o fechamento de mais de 50 mil empresas do setor em todo o Brasil, por consequência da pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, Edson apontou a vacina como fundamental para a retomada do setor do turismo e a confiança dos clientes. Além disso, Edson ressaltou que São Paulo tem e segue os melhores protocolos higiênico-sanitários do Brasil. “A questão da vacina é fundamental para uma retomada da confiança, mas temos em São Paulo os melhores protocolos higiênico-sanitários do Brasil e o melhor desempenho na sua execução prática”, disse o presidente.

Veículos de comunicação como CNN Brasil, Uol, Pequenas Empresas e Grandes Negócios, IstoÉ, R7, Exame, e muitos outros também repercutiram a matéria.

Confira íntegra →

SinHoRes solicita atendimento em bares e restaurantes até 23 horas e volta gradual de eventos; confira também o artigo do presidente

CIRCULAR Nº 34/2020

Osasco, 02 de outubro de 2020.

O presidente do SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Braes e Similares Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, enviou ofício aos oito municípios da base sindical, solicitando a edição de ato administrativo para esclarecer que o horário de entrada de clientes é até às 22 horas. Porém, a categoria pede mais 60 minutos, com as portas já fechadas, para que os clientes que entraram até esse horário, possam terminar suas refeições e pagar suas contas.

O ofício foi encaminhado às prefeituras de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus, que contam com cerca de 15 mil empresas do setor e 50 mil empregos diretos em sua base sindical.

No documento, o Sindicato sugere que às 22 horas, a entrada dos estabelecimentos seja sinalizada com uma placa informando que a casa está fechada, impedindo a entrada de novos clientes. “Os estabelecimentos que não controlarem aglomerações nas calçadas e logradouros públicos, não poderiam permanecer com clientes em suas áreas internas após as 22 horas”, esclareceu Edson Pinto.

De acordo com o SinHoRes, o Plano São Paulo, do Governo do Estado, na Fase 3 – Amarela, assegurou o direito de receber clientes por oito horas, até às 22 horas. “Ocorre que as fiscalizações municipais têm exercido entendimento no sentido de proibir que os estabelecimentos, embora fechem suas portas às 22 horas, continuem atendendo alguns clientes que permaneçam no seu interior, a fim de terminarem suas refeições”, explica Edson Pinto.

Ainda conforme o ofício, além de estar em desacordo com o disposto na legislação estadual e municipal, é ferido o direito dos clientes que adentraram nos estabelecimentos antes das 22 horas, por não conseguirem terminar normalmente suas refeições. “Esse fato tem causado grande desconforto e constrangimento, tanto para os clientes, quanto para os proprietários, com risco iminente de evoluir para situações mais graves”, acrescenta o presidente Edson Pinto.

 

 

O presidente do SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, enviou ofício aos oito municípios da base sindical, solicitando a volta gradual dos eventos sociais, corporativos, feiras e congressos. O documento foi encaminhado às prefeituras de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus, que contam com cerca de 20 mil empresas do setor de hotéis, bares, restaurantes, buffets e similares, e 50 mil empregos diretos em sua base sindical.

De acordo com o presidente do SinHoRes, as empresas e trabalhadores do setor de eventos estão passando por uma situação emergencial, já que estão paralisados em 100% das suas atividades até hoje. “Além disso, esse segmento do turismo é fundamental para melhorar a frequência em hotéis, bares e restaurantes”.

Edson destacou no documento que o Turismo não é uma atividade, mas sim uma dimensão econômica de mais de 52 setores da economia e 26 tipos diferentes de turismo. “Parados há mais de 6 meses, empresários e trabalhadores vivem um drama social e pessoal que deixará marcas por muitos anos e cabe à municipalidade ser rápida e eficiente na retomada da atividade, minorando a dor dessas pessoas e recuperando a arrecadação do setor, importante para equilibrar os cofres públicos e a execução das políticas sociais”.

Nos ofícios enviados às prefeituras, o presidente do SinHoRes explica que o protocolo para retomada do setor de eventos deve iniciar junto à Fase 4 – Verde, do Plano São Paulo e que a expectativa é de que isso aconteça na próxima reclassificação estadual, prevista para o dia 9 de outubro e poderia ocorrer da seguinte forma:

– Eventos com até 600 pessoas;

– Permitidos eventos do tipo convenções, seminários, workshops, palestras, feiras de artesanato, gastronômicas e similares;

– Permitidas reuniões sociais em Buffets, respeitado o Protocolo Intersetorial e Setorial de eventos do Plano São Paulo, combinado com o Protocolo de restaurante;

– Deverá ser seguido ainda o E-book Protocolo Covid Free, desenvolvido pelo SinHoRes Osasco – Alphaville e Região;

– Eventos com mais de 600 pessoas deverão requerer autorização especial. Permanecem proibidos eventos com mais de 2 mil;

– Autorização para receber clientes no período de 8 horas por dia, até as 2:00 AM .

– Sugerir ao público a chegada com antecedência;

– Reduzir a ocupação do local para 60% de sua capacidade máxima;

– Se houver revista, esta só poderá ser feita por detectores de metais;

– Estimular a distância de 1,5 m entre os participantes;

– As mesas não poderão comportar mais do que 6 pessoas;

– Pessoas sentadas, alimentando-se ou não e desde que haja distanciamento, ficam dispensadas do uso da máscara;

– Todos os clientes deverão sujeitar-se a aferição de temperatura.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região permanece à disposição para colaborar no que for necessário.

 

Na última semana, veículos do trade de turismo e da região repercutiram o artigo “O Turismo e a Reforma Tributária”, do presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto.

 

Confira o artigo na íntegra:

O TURISMO E A REFORMA TRIBUTÁRIA

Recentemente, em uma das diversas “lives” que realizei pelo SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, tive a oportunidade de debater as propostas de Reforma Tributária com o economista Bernard Appy (autor da PEC 45/2019, da Câmara dos Deputados) e o ex-Deputado Federal, Luiz Carlos Hauly (autor da PEC 110/2019, do Senado Federal). Esse encontro confirmou a minha preocupação de que qualquer proposta, seja do Senado, Câmara ou Governo, caso o turismo, em seus diversos segmentos, não se mobilize, sofrerá aumento de carga tributária. O governo federal parece que “descobriu” que o setor de serviços é quem gera 70% do PIB brasileiro e colocou o olho gordo nessa tributação.

O SinHoRes e a FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo) já iniciaram uma ofensiva no Congresso Nacional. Enviamos ofícios aos presidentes das casas legislativas, aos relatores das propostas e estamos fazendo contatos pessoais com os parlamentares para mostrar que o turismo não é uma atividade, mas uma “dimensão econômica”. Com 26 tipos diferentes de turismo e composto por 52 segmentos econômicos, sendo a Hospedagem, Alimentação, Viagens e Eventos os mais representativos, é formado por cerca de 95% de micro e pequenas empresas. No total, o turismo gera uma participação de US$ 9 trilhões no PIB mundial, ou seja, 10% do PIB mundial e 8% do PIB Nacional. É responsável por 320 milhões de empregos no mundo, ou seja, 1 em cada 10 postos de trabalho. No Brasil, empregamos 7 milhões de trabalhadores altamente qualificados e sem nenhuma qualificação; aposentados e o primeiro emprego do jovem, ou seja, o setor emprega em escala impressionante, e em todos os perfis.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil é apontado como o primeiro do ranking em belezas naturais, entre 140 países. Mas é um setor que precisa do apoio do governo para crescer, seja com pesado investimento em marketing nacional e internacional, divulgando o país e suas belezas, fornecendo incentivos tributários ou destravando gargalos em relação a licenças ambientais, liberação de cassinos em resorts, turismo náutico, beach clubes, parques naturais, temáticos, etc.

Nós todos queremos e precisamos simplificar nosso manicômio tributário, mas não podemos apoiar uma reforma feita a “toque de caixa”, durante uma pandemia e sem o necessário debate ao aprimoramento das propostas. O turismo nacional e internacional está quebrado por causa do COVID-19 e não há espaço para mais carga tributária. Isso resultará em perda de competitividade, fuga de investimentos, estimulo à informalidade, falências, desemprego em massa e aumento de custos ao consumidor. E uma eventual desoneração sobre a folha de pagamento, coisa que nem está certa ainda, será insuficiente para cobrir esse aumento de custos.

Pela proposta do governo, o setor veria sua tributação saltar de 3,65% para 12%, apenas considerando a unificação do PIS/COFINS, em uma nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O argumento do governo é que nas transações entre contribuintes abrangidos pela CBS, o aumento da alíquota de 3,65% (regime cumulativo) ou 9,25% (não cumulativo) não se refletiria nos preços, dado o direito a crédito amplo ao longo da cadeia produtiva pelo valor agregado em cada etapa.

Entretanto, o governo e os autores das propostas querem ignorar que, diferentemente da indústria, o setor de serviços não tem muitas etapas de produção e é formado basicamente por mão de obra. Por isso, não tem margem para abater impostos em fases anteriores da produção e além disso, por sermos grandes geradores de empregos, nossos encargos, proporcionalmente, pressionam os tributos incidentes sobre a folha de pagamentos.

As demais propostas, em trâmite no Congresso Nacional, querem incluir impostos estaduais e municipais na reforma. Entendo que para realmente simplificar nosso sistema tributário o ICMS e ISS não poderiam ficar de fora, e já há consenso para isso no CONFAZ – Conselho Nacional de Política Fazendária, embora os municípios com maior arrecadação, aleguem que perderiam receita de ISS.

Também em relação a essas outras propostas, da forma que estão no texto base, causa-nos enorme preocupação, já que o setor de alimentação fora do lar, que recolhe ICMS, tem regime especial de tributação na maioria dos estados e perderia essa condição, vez que como dissemos não tem a opção de créditos a compensar. Outro problema é o caso dos negócios que envolvem empresas que estão no Simples Nacional, que sofrerão aumento de custos.

Outro ponto relevante, é que o mundo não vive mais um período de economia linear, os tempos são outros, com grandes volumes de transações pulverizadas no ambiente digital e que exigem fórmulas de tributação mais eficazes, ágeis e simplificadas. Assim, parece que ninguém está olhando para economia subterrânea (como cigarros ilegais, deliveries de alimentos clandestinos, jogos ilegais) e a informal (como os aplicativos de reservas de casas por curta temporada, que não pagam um centavo de imposto, fazendo concorrência desleal com a hotelaria).

Portanto, ajustes e emendas se farão necessárias para garantir a aplicação de, pelo menos, três faixas de alíquotas, incluir a desoneração da folha de pagamento e um tratamento diferenciado para as empresas do Simples, serão fundamentais.

Edson Pinto é Presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região (Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes e Bares) e Vice-Presidente de Relações Governamentais da FHORESP – Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo.

TV SinHoRes/Canal Restaurante: Painel Green Kitchen – “As surpresas de um caminho sem volta”

Em Painel Green Kitchen, especialistas debatem sobre ações, reações e resultados sobre “As surpresas de um caminho sem volta”.

O painel foi mediado por José Aurélio Claro Lopes, pela Green Kitchen; com a participação das painelistas: Edilssa Carla Dias Lopes – Nutricionista do SND do Hospital Metropolitano de Urgência– Pró-Saúde em Ananindeua no Pará, Camilla Mendes de Carvalho – Nutricionista do SND – Hospital Israelita Albert Einstein – São Paulo, Ecléia Maria Fantini Pedreira – Diretora da Fantini Soluções em Alimentação – Enel São Paulo, Daniel Aquino – Chef executivo do Unique Garden em Mariporã – SP.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.

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Presidente do SinHoRes participa de encontro para discutir estratégia para incentivar o turismo em São Paulo

O presidente do SinHoRes, Edson Pinto, representando a FHORESP – Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo, participou na quarta-feira, 30 de setembro, de reunião com o secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummetz, e as principais entidades do trade de turismo, para discutir estratégias para estimular viagens e passeios no Estado e alavancar a retomada do setor na pós-pandemia.

Segundo Edson Pinto, o encontro foi muito importante para o setor. “Discutimos o planejamento da retomada das atividades no Estado e o incremento de pacotes turísticos, que possam atrair pessoas que deixaram de viajar para o exterior e para outros estados, de forma a fazer com que optem por viajar e passear por São Paulo, que também é conhecido por ser o maior emissor de turistas do Brasil”, afirmou.

São Paulo conta com 622 km de praias e 138 mil hectares de Mata Atlântica, diversos parques e reservas florestais, cavernas, rios e cachoeiras, além de espaços para esportes aquáticos e ecoturismo. O Estado tem mais de 300 cidades de reconhecido potencial turístico, 70 municípios considerados estâncias balneárias, turísticas, hidrominerais e climáticas e uma capital com intensa atividade cultural e artística, esporte de aventura e culinária diversificada.

Dicas para se posicionar bem nos aplicativos de delivery

Se você tem um estabelecimento no ramo de alimentação, provavelmente atuou com delivery ao longo de 2020. O isolamento social favoreceu essa modalidade de serviço, que viabilizou a continuidade das atividades de milhares de restaurantes e lanchonetes.

A atuação com delivery depende da tomada de uma série de decisões: vou me especializar em delivery ou atuar como um serviço adicional? Vou me cadastrar em várias plataformas ou tem uma em especial que me oferece mais vantagens?

Entretanto, além desses pontos, é necessário pensar no posicionamento do seu negócio nos aplicativos. Eles apresentam uma oferta muito grande de restaurantes, como uma praça de alimentação ampliada. E, desta forma, é fundamental atrair a atenção do consumidor para o seu negócio e o seu diferencial.

E como isso pode ser feito? Abaixo, o Sebrae reúne as principais dicas para um bom posicionamento nos aplicativos de delivery, confira:

Preparação

  1. A maneira como você configura a sua loja virtual é muito importante. Hoje, muitos aplicativos organizam os estabelecimentos em categorias como doces & bolos, saudável, pizza, marmita, entre outros. Defina corretamente qual é a categoria do estabelecimento de acordo com o aplicativo e ilustre com uma foto que represente seus produtos para que os usuários encontrem seu menu mais facilmente.

 

  1. Determine a área de alcance para realizar as entregas do seu restaurante. Normalmente, você pode definir diferentes valores de entrega para esses locais de atendimento.

 

  1. Repense seu cardápio, garantindo que seus produtos sejam adequados para delivery. Nem tudo “viaja bem”, assim, pode-se optar por alguns itens do cardápio irem para o delivery enquanto outros não. A comida precisa chegar na casa do cliente do mesmo jeito que saiu do restaurante. Para isso, contar com embalagens adequadas também é fundamental.

 

  1. Otimize seu menu online com fotos bonitas que chamem a atenção das pessoas! Fotos são sempre importantes, mas é importante que sejam próprias do alimento do seu restaurante, jamais pegue fotos da internet. Veja este e-book que o Sebrae/SP e a Cielo fizeram com dicas práticas de como fotografar produtos para vender online.

 

  1. Veja se seus preços estão compatíveis com o mercado, mas atue de forma racional. É preciso considerar todos os seus custos e fazer uma precificação consciente.

 

  1. Ofereça promoções, elas costumam aparecer na primeira página do app ou com algum destaque. Exemplo: “Compre um ganhe outro”, “Desconto na compra”, “Frete grátis”.

 

  1. Coloque a descrição dos produtos de maneira clara e fácil de entender. Além disso, organize seu cardápio por categorias (promoções, pratos especiais, sobremesas), facilitando para o cliente na hora de decisão. Foque nos seus melhores e principais pratos, pois ter muitas opções pode deixar o cliente confuso e dificultar sua escolha.

 

  1. Teste o tempo de preparo e entrega do produto e reduza esse intervalo ao máximo. É importante que esse período seja menor que uma hora. Assim, nesse quesito, você ficará competitivo com as outras opções presentes no aplicativo.

Operação

  1. Você já tem uma base de clientes? Então comunique que você está nos aplicativos de entrega! Tanto nas mídias digitais quanto nas impressas, se for o caso. O boca-a-boca também funciona muito bem.

 

  1. Ao receber pedidos, aceite-os o mais rápido que conseguir. Para isso, treine sua equipe, que precisa estar preparada para dias com muitos pedidos. Lembre-se que atrasos e falhas podem diminuir sua nota nos aplicativos.

 

  1. Evite ao máximo cancelar os pedidos. Então, além da operação, foque no seu estoque! É frustrante para o cliente pedir um prato e depois descobrir que está em falta no restaurante.

 

  1. Garanta que a entrega de fato ocorra dentro do tempo prometido. Assim, você proporciona uma boa experiência e avaliações positivas, fidelizando ainda mais seus clientes. Ainda, isso fará com que seus pontos aumentem com o cliente e consequentemente com a plataforma.

 

  1. Que tal enviar um mimo ou um bilhete junto com o pedido? Nele, você pode agradecer a preferência e ainda informar o telefone de contato e/ou o endereço de suas redes sociais. Dê ao cliente a oportunidade de que possíveis críticas sejam enviadas diretamente para o seu negócio.

 

  1. Tenha certeza de que está enviando os pedidos corretos para os clientes. Que tal estabelecer uma dupla checagem? Um pedido errado abaixa muito sua nota no aplicativo, e é uma falha mais comum do que deveria. Se errar, tenha um plano de resolutividade ágil e efetivo para a substituição, e surpreenda o cliente com um “algo a mais”, acompanhado de um pedido sincero de desculpas.

Agora que você já viu essas dicas, que tal colocá-las em prática? Tenha ainda mais sucesso em seus pedidos e entregas!

FONTE – SEBRAE

ARTIGO – O TURISMO E A REFORMA TRIBUTÁRIA

Recentemente, em uma das diversas “lives” que realizei pelo SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, tive a oportunidade de debater as propostas de Reforma Tributária com o economista Bernard Appy (autor da PEC 45/2019, da Câmara dos Deputados) e o ex-Deputado Federal, Luiz Carlos Hauly (autor da PEC 110/2019, do Senado Federal). Esse encontro confirmou a minha preocupação de que qualquer proposta, seja do Senado, Câmara ou Governo, caso o turismo, em seus diversos segmentos, não se mobilize, sofrerá aumento de carga tributária. O governo federal parece que “descobriu” que o setor de serviços é quem gera 70% do PIB brasileiro e colocou o olho gordo nessa tributação.

O SinHoRes e a FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo) já iniciaram uma ofensiva no Congresso Nacional. Enviamos ofícios aos presidentes das casas legislativas, aos relatores das propostas e estamos fazendo contatos pessoais com os parlamentares para mostrar que o turismo não é uma atividade, mas uma “dimensão econômica”. Com 26 tipos diferentes de turismo e composto por 52 segmentos econômicos, sendo a Hospedagem, Alimentação, Viagens e Eventos os mais representativos, é formado por cerca de 95% de micro e pequenas empresas. No total, o turismo gera uma participação de US$ 9 trilhões no PIB mundial, ou seja, 10% do PIB mundial e 8% do PIB Nacional. É responsável por 320 milhões de empregos no mundo, ou seja, 1 em cada 10 postos de trabalho. No Brasil, empregamos 7 milhões de trabalhadores altamente qualificados e sem nenhuma qualificação; aposentados e o primeiro emprego do jovem, ou seja, o setor emprega em escala impressionante, e em todos os perfis.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil é apontado como o primeiro do ranking em belezas naturais, entre 140 países. Mas é um setor que precisa do apoio do governo para crescer, seja com pesado investimento em marketing nacional e internacional, divulgando o país e suas belezas, fornecendo incentivos tributários ou destravando gargalos em relação a licenças ambientais, liberação de cassinos em resorts, turismo náutico, beach clubes, parques naturais, temáticos, etc.

Nós todos queremos e precisamos simplificar nosso manicômio tributário, mas não podemos apoiar uma reforma feita a “toque de caixa”, durante uma pandemia e sem o necessário debate ao aprimoramento das propostas. O turismo nacional e internacional está quebrado por causa do COVID-19 e não há espaço para mais carga tributária. Isso resultará em perda de competitividade, fuga de investimentos, estimulo à informalidade, falências, desemprego em massa e aumento de custos ao consumidor. E uma eventual desoneração sobre a folha de pagamento, coisa que nem está certa ainda, será insuficiente para cobrir esse aumento de custos.
Pela proposta do governo, o setor veria sua tributação saltar de 3,65% para 12%, apenas considerando a unificação do PIS/COFINS, em uma nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O argumento do governo é que nas transações entre contribuintes abrangidos pela CBS, o aumento da alíquota de 3,65% (regime cumulativo) ou 9,25% (não cumulativo) não se refletiria nos preços, dado o direito a crédito amplo ao longo da cadeia produtiva pelo valor agregado em cada etapa.

Entretanto, o governo e os autores das propostas querem ignorar que, diferentemente da indústria, o setor de serviços não tem muitas etapas de produção e é formado basicamente por mão de obra. Por isso, não tem margem para abater impostos em fases anteriores da produção e além disso, por sermos grandes geradores de empregos, nossos encargos, proporcionalmente, pressionam os tributos incidentes sobre a folha de pagamentos.
As demais propostas, em trâmite no Congresso Nacional, querem incluir impostos estaduais e municipais na reforma. Entendo que para realmente simplificar nosso sistema tributário o ICMS e ISS não poderiam ficar de fora, e já há consenso para isso no CONFAZ – Conselho Nacional de Política Fazendária, embora os municípios com maior arrecadação, aleguem que perderiam receita de ISS.

Também em relação a essas outras propostas, da forma que estão no texto base, causa-nos enorme preocupação, já que o setor de alimentação fora do lar, que recolhe ICMS, tem regime especial de tributação na maioria dos estados e perderia essa condição, vez que como dissemos não tem a opção de créditos a compensar. Outro problema é o caso dos negócios que envolvem empresas que estão no Simples Nacional, que sofrerão aumento de custos.

Outro ponto relevante, é que o mundo não vive mais um período de economia linear, os tempos são outros, com grandes volumes de transações pulverizadas no ambiente digital e que exigem fórmulas de tributação mais eficazes, ágeis e simplificadas. Assim, parece que ninguém está olhando para economia subterrânea (como cigarros ilegais, deliveries de alimentos clandestinos, jogos ilegais) e a informal (como os aplicativos de reservas de casas por curta temporada, que não pagam um centavo de imposto, fazendo concorrência desleal com a hotelaria).

Portanto, ajustes e emendas se farão necessárias para garantir a aplicação de, pelo menos, três faixas de alíquotas, incluir a desoneração da folha de pagamento e um tratamento diferenciado para as empresas do Simples, serão fundamentais.

 

Edson Pinto é Presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região (Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes e Bares) e Vice-Presidente de Relações Governamentais da FHORESP – Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo.

SinHoRes solicita volta gradual dos eventos sociais, corporativos, feiras e congressos

O presidente do SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, enviou ofício aos oito municípios da base sindical, solicitando a volta gradual dos eventos sociais, corporativos, feiras e congressos. O documento foi encaminhado às prefeituras de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus, que contam com cerca de 20 mil empresas do setor de hotéis, bares, restaurantes, buffets e similares, e 50 mil empregos diretos em sua base sindical.

De acordo com o presidente do SinHoRes, as empresas e trabalhadores do setor de eventos estão passando por uma situação emergencial, já que estão paralisados em 100% das suas atividades até hoje. “Além disso, esse segmento do turismo é fundamental para melhorar a frequência em hotéis, bares e restaurantes”.

Edson destacou no documento que o Turismo não é uma atividade, mas sim uma dimensão econômica de mais de 52 setores da economia e 26 tipos diferentes de turismo. “Parados há mais de 6 meses, empresários e trabalhadores vivem um drama social e pessoal que deixará marcas por muitos anos e cabe à municipalidade ser rápida e eficiente na retomada da atividade, minorando a dor dessas pessoas e recuperando a arrecadação do setor, importante para equilibrar os cofres públicos e a execução das políticas sociais”.

Nos ofícios enviados às prefeituras, o presidente do SinHoRes explica que o protocolo para retomada do setor de eventos deve iniciar junto à Fase 4 – Verde, do Plano São Paulo e que a expectativa é de que isso aconteça na próxima reclassificação estadual, prevista para o dia 9 de outubro e poderia ocorrer da seguinte forma:

  • Eventos com até 600 pessoas:
  • Permitidos eventos do tipo convenções, seminários, workshops, palestras, feiras de artesanato, gastronômicas e similares;
  • Permitidas reuniões sociais em Buffets, respeitado o Protocolo Intersetorial e Setorial de eventos do Plano São Paulo, combinado com o Protocolo de restaurante;
  • Deverá ser seguido ainda o E-book Protocolo Covid Free, desenvolvido pelo SinHoRes Osasco – Alphaville e Região;
  • Eventos com mais de 600 pessoas deverão requerer autorização especial. Permanecem proibidos eventos com mais de 2 mil;
  • Autorização para receber clientes no período de 8 horas por dia, até as 2:00 AM .
  • Sugerir ao público a chegada com antecedência;
  • Reduzir a ocupação do local para 60% de sua capacidade máxima;
  • Se houver revista, esta só poderá ser feita por detectores de metais;
  • Estimular a distância de 1,5 m entre os participantes;
  • As mesas não poderão comportar mais do que 6 pessoas;
  • Pessoas sentadas, alimentando-se ou não e desde que haja distanciamento, ficam dispensadas do uso da máscara;
  • Todos os clientes deverão sujeitar-se a aferição de temperatura.

 

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região permanece à disposição para colaborar no que for necessário.

Presidente do SinHoRes participa de encontro do Sebrae para discutir desenvolvimento de Barueri

O presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, participou na segunda-feira, 28, do encontro promovido pelo Sebrae e pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Na pauta, a definição de agenda estratégica pela governança de Barueri para o Programa de Desenvolvimento Local do Sebrae. Durante a reunião, o presidente conseguiu inserir o tema Turismo, como prioritário a ser desenvolvido no município – Turismo de negócios, compras, eventos, lazer, gastronômico e cultural.

No segundo encontro, será elaborado um plano de ação para esta agenda estratégica, que vai refletir nos objetivos que o Município precisa para se desenvolver, com temas ligados ao empreendedorismo, políticas públicas, acesso a mercado, crédito: tecnologia e cadeias produtivas.

Para Edson, que também é vice-presidente de Relações Governamentais da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo (Fhoresp), essa é uma oportunidade de todos colaborarem para o desenvolvimento da cidade. “Investir no Turismo de negócios, compras, eventos, lazer, gastronômico e cultural é uma forma de gerar empregos e ainda impulsionar a economia local”.

SinHoRes solicita atendimento em bares e restaurantes até 23 horas

O presidente do SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Braes e Similares Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, enviou ofício aos oito municípios da base sindical, solicitando a edição de ato administrativo para esclarecer que o horário de entrada de clientes é até às 22 horas. Porém, a categoria pede mais 60 minutos, com as portas já fechadas, para que os clientes que entraram até esse horário, possam terminar suas refeições e pagar suas contas.

O ofício foi encaminhado às prefeituras de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus, que contam com cerca de 15 mil empresas do setor e 50 mil empregos diretos em sua base sindical.

No documento, o Sindicato sugere que às 22 horas, a entrada dos estabelecimentos seja sinalizada com uma placa informando que a casa está fechada, impedindo a entrada de novos clientes. “Os estabelecimentos que não controlarem aglomerações nas calçadas e logradouros públicos, não poderiam permanecer com clientes em suas áreas internas após as 22 horas”, esclareceu Edson Pinto.

De acordo com o SinHoRes, o Plano São Paulo, do Governo do Estado, na Fase 3 – Amarela, assegurou o direito de receber clientes por oito horas, até às 22 horas. “Ocorre que as fiscalizações municipais têm exercido entendimento no sentido de proibir que os estabelecimentos, embora fechem suas portas às 22 horas, continuem atendendo alguns clientes que permaneçam no seu interior, a fim de terminarem suas refeições”, explica Edson Pinto.

Ainda conforme o ofício, além de estar em desacordo com o disposto na legislação estadual e municipal, é ferido o direito dos clientes que adentraram nos estabelecimentos antes das 22 horas, por não conseguirem terminar normalmente suas refeições. “Esse fato tem causado grande desconforto e constrangimento, tanto para os clientes, quanto para os proprietários, com risco iminente de evoluir para situações mais graves”, acrescenta o presidente Edson Pinto.

Crise no setor hoteleiro se agrava e soma perdas superiores a R$ 122 bilhões

Mesmo com a flexibilização da quarentena, os segmentos de hotelaria e turismo continuam sofrendo os impactos causados pela pandemia do coronavírus em várias regiões do país. Só o setor turístico, um dos mais afetados, acumula perdas superiores a R$ 122 bilhões. O governo até chegou a costurar uma série de ações entre abril e maio, com pacotes emergenciais para alívio financeiro, mas a medida não foi suficiente para conter os estragos.

Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Meio-Ambiente de São Paulo, Bruno Omori, a recuperação dos segmentos será lenta. “Primeiro no turismo de lazer, ou seja, nas praias e litorais tanto do Sul quanto do Norte e no interior de lazer. E o mercado de turismo de negócios ainda está muito contraído porque não voltaram as feiras, congressos e eventos. As pessoas ainda estão trabalhando no mercado online. A gente precisa que sejam retomados os eventos, sejam retomadas as feiras e tudo seja normalizado. Até porque os protocolos de segurança estão todos prontos e têm toda confiabilidade para passar segurança tanto para o colaborador quanto para o hóspede.”

Para o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, a crise causada pela pandemia é reflexo da demora das pessoas em retomar a confiança para sair de casa, além do longo período de quarentena e a falta de recursos financeiros por parte dos governos, que prometeram muito mas pouquíssimos empresários conseguiram levantar o crédito junto aos bancos. “Nossos Hotéis, bares e restaurantes estão cumprindo à risca os protocolos sanitários da Fase 3 – Amarela, do Plano São Paulo, e a população pode voltar a desfrutar do lazer, da gastronomia e do turismo”, acrescentou o presidente Edson Pinto.

Com informações da JOVEM PAM

Como atender e identificar seus perfis de hóspedes

Será que o seu hotel está apto a receber os principais perfis de hóspedes? Isso porque as necessidades, os comportamentos e as preferências de hóspedes que viajam a trabalho ou a lazer são bastante diferentes. Um hóspede que viaja em família, geralmente, não tem os mesmos interesses aos de um mochileiro, por exemplo.

Dessa forma, é necessário conhecer seus perfis de público. Ter isso em mente é essencial para garantir a satisfação e fidelização de seus clientes! No entanto, se você ainda não tem isso de forma clara, fique tranquilo, pois separamos neste artigo os principais perfis de hóspedes e como você pode atrair cada um destes.

Aproveite para anotar quais deles você ainda não atinge, mas tem potencial para conquistar. Vamos lá!

Quais são os principais perfis de hóspedes?

  1. Famílias com crianças

Para as famílias que viajam com crianças, segurança e comodidade durante hospedagem com os filhos, são os principais aspectos a serem considerados. Além disso, eles querem saber como é a avaliação de outros pais, que se hospedaram, constatando que o hotel cumpre devidamente com tudo o que ele diz oferecer. Isso não diferente dos outros perfis de hóspedes, porém, os papais serão muito mais rigorosos nesse momento de pesquisa.

Dicas para atrair famílias com crianças:

Tenha quartos espaçosos e bem equipados, os pais precisam de quartos que deem para guardar seus pertences e de seus filhos. Além disso, muitos pais preferem camas separadas para os seus filhos;

Ofereça opção de cardápio infantil ou com comidas mais leves;

Tenha uma Mini copa ou uma cozinha extra. Esse lugar, geralmente possui diversos tipos de frutas, leites, além de micro-ondas, geladeira e até mesmo fogão;

Disponibilize atividades recreativas, como cinema, aulas de dança, workshops de culinária e uma programação especial de férias, por exemplo;

Ofereça serviço de babá;

Tenha um brinquedoteca e/ou sala de jogos;

Tenha em seu hotel uma piscina infantil.

  1. Casais

Esses perfis de hóspedes podem estar em lua de mel ou procurando atividades para sair da rotina e curtir um ao outro.

O casal que viaja costuma desejar privacidade, conforto e segurança. Geralmente, eles estão dispostos a investir um pouco mais para ter experiências mais únicas.

Dicas para atrair casais:

Prepare um mimo romântico para recebê-los (espumante e morangos, por exemplo);

Tenha um sofá aconchegante na sala de estar;

Disponibilize bicicletas para passearem.

  1. Pessoas que viajam a negócios

Atrair os hóspedes em viagem de negócios é uma estratégia fundamental para garantir uma taxa de ocupação regular. Obviamente isso varia de região para região conforme a demanda, mas ajuda na criação de um bom ambiente no hotel.

A meta principal com essa ação é aumentar o faturamento, mas para ter sucesso nesse tipo de estratégia é preciso criar as condições necessárias e oferecer serviços que esses viajantes procuram.

Dicas para atrair viajantes a negócios:

Ter um Wi-Fi de qualidade;

Possuir uma mesa de trabalho;

Ter uma cama confortável;

Ter equipamentos e serviços específicos: boas salas de reunião e auditórios para treinamento, por exemplo;

Oferecer incentivos exclusivos para viagens de negócios;

Ter parceria com eventos.

  1. Mochileiros

Muitas vezes, esse tipo de hóspede viaja até mesmo sozinho. Por isso, o hotel precisa ter uma estrutura que possibilite a interação entre os visitantes.

Além do mais, o mochileiro costuma ser econômico — nem sempre por necessidade, mas por opção — porque eles preferem investir na experiência, conhecer a cultura local e visitar diversos lugares na mesma viagem. Por isso, eles escolhem  hospedagens mais baratas.

Dicas para atrair mochileiros:

Tenha preços atrativos;

Disponibilize artigos extras, como produtos de higiene;

Ofereça kit de boas-vindas com mantimentos essenciais (suco, biscoitos, pão e manteiga).

  1. Pessoas com Pets

Muitos tutores deixam de fazer uma viagem pelo fato de não poderem levar seus pets junto ou por não terem uma pessoa de confiança com quem deixá-los no período que eles estiverem viajando. Por isso, hotéis que aceitam animais têm caído nas graças desse público, já que conseguem viajar com o bichinho e desfrutar de bons momentos. Na guerra da concorrência, ganha o hotel que está preparado para esse novo hóspede.

Dicas para atrair pessoas com pets:

Deixe bem especificado que você aceita pets;

Canil: é interessante, se possível, tenha um canil para que os donos possam deixar o animal dormindo lá. Isso não é obrigatório, mas é uma opção atrativa;

Guia: peça para que os hóspedes circulem com seus bichinhos usando guias. Isso evita que o animal aborde outros hóspedes e não os incomode;

Disponibilize acessórios: cama para pet, vasilhas para alimentação, coleira e kit passeio.

  1. Idosos

Com o aumento da expectativa de vida, a classe de idosos tende a aproveitar mais a vida, seja participando de projetos locais ou se voluntariando, mas, também, podem querer aproveitar essa fase da vida de outra forma: viajando!

E apesar das particularidades, hóspedes da terceira idade são como todos os outros: querem ser bem atendidos e surpreendidos. Por isso, cuidar dos mínimos detalhes da experiência deles em seu estabelecimento é o que fará a diferença!

Dicas para atrair idosos

Ter corrimões e barras de apoio nos quartos e banheiros;

Possuir assentos sanitários elevados nos toaletes;

Ter elevador e rampas de acesso;

Possuir equipe médica ou ambulatório disponível;

Ter cadeira de rodas, andador ou bengala, caso algum hóspede precise;

A receptividade e o atendimento à essa turma devem ser especiais: com menos formalidade, mais carinho e atenção;

Ter preços promocionais para grupos de idosos;

Possuir alimentos saudáveis, nutritivos e gostosos no cardápio das refeições;

Oferecer aulas de dança, festas temáticas, bingo e atividades ao ar livre.

Afinal, como identificar o perfil de hóspede do seu hotel?

O primeiro passo consiste em analisar os dados cadastrais dos seus hóspedes.

Nesse processo, é possível ter acesso a informações importantes dos seus clientes, como gênero, idade, origem, e-mail, redes sociais que utiliza, etc. A partir disso, é possível fazer uma análise desses dados e conhecê-los um pouco mais.

Após a estadia, vale fazer também uma pesquisa de satisfação para dar ouvidos aos hóspedes. Esse levantamento fornecerá dados valiosos para entender o que está funcionando no seu negócio e identificar os itens críticos.

Vale ressaltar que ter uma equipe bem treinada é essencial para garantir um atendimento de qualidade para todos os tipos de perfis. Qualquer tipo de hóspede valorizará a cordialidade dos funcionários, principalmente aquele que tiver um contato mais direto com eles.

Com todas essas informações estratégicas em mãos, fica mais fácil planejar ações para atrair cada grupo de viajantes.

FONTE –  Omnibees

TV SinHoRes/Canal Restaurante: Formatos de Cozinhas Profissionais e Negócios – Entrevista com Alexandre Souto, da Neofood

Em entrevista, Alexandre Souto, diretor Executivo da Neofood, empresa que dá suporte à idealização e montagem de restaurantes, fala sobre a transformação do “desenho” dos negócios e de seus processos a partir de agora.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.

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SinHoRes na Mídia: confira a repercussão do artigo “O Turismo e a Reforma Tributária”

Nessa semana, alguns veículos do trade de turismo e da região repercutiram o artigo “O Turismo e a Reforma Tributária”, do presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto.

Confira o artigo na íntegra, clique no nome do veículo!

 

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