SinHoRes e FHORESP participam de Congresso de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento e reforçam atuação institucional no setor

Estivemos presentes no Congresso de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento, realizado no dia 13.04, na sede da OAB/SP. O evento foi uma realização da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento do Conselho Federal da OAB, presidida pelo Dr. Marco Antonio Araujo Junior.

Representando o SinHoRes, nosso presidente e diretor executivo da FHORESP, Edson Pinto, integrou o painel “Pirataria e Falsificação no mercado do turismo e do entretenimento: entre a proteção do consumidor e a repressão penal”, ao lado de Fabiano Machado, Diretor de Relações com o Mercado da Federação. Durante o debate, Edson trouxe a visão do setor de hospedagem e alimentação fora do lar, destacando os impactos diretos da pirataria e da informalidade sobre os negócios, a concorrência desleal e os riscos ao consumidor.

A Diretora da Mulher Empreendedora e Social da FHORESP e secretária-geral da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento do Conselho Federal da OAB , Alessandra Calabresi, e a Coordenadora de Políticas para a Igualdade de Gênero e Racial da Federação, Daniele Campos, participaram do painel “Responsabilidade Civil dos Influenciadores Digitais”, abordando os limites legais da atuação nas mídias, os deveres na relação com o consumidor e os desafios diante do crescimento da influência digital no turismo e no entretenimento.

O encontro reuniu especialistas, lideranças e profissionais para discutir caminhos e soluções para setores que estão em constante evolução, promovendo um diálogo qualificado entre o meio jurídico e o ambiente empresarial. Entre os presentes estavam Daniela Magalhães, vice-presidente da OAB SP; a deputada federal Renata Abreu; o diretor executivo do Procon-SP Luiz Orsatti; Vitor Goblins, membro da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento do Conselho Federal da OAB; e Marcelo Marques Oliveira, advogado, membro da Câmara Temática de Legislação Turística do Ministério do Turismo.

Em reunião com CNTur e Afresp, Edson Pinto discute questões tributárias que impactam o setor

Nosso presidente e diretor executivo da FHORESP, Edson Pinto, esteve na CNTur em uma reunião institucional voltada ao fortalecimento do setor. O encontro também contou com a presença do presidente da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de São Paulo (Afresp), Rodrigo Spada.

Durante a conversa, ganharam destaque questões tributárias que ainda geram insegurança e impactos práticos na rotina das empresas. Um dos principais pontos abordados foi a incidência sobre gorjetas — especialmente quando os valores ultrapassam os percentuais mais usuais — além de outras situações que pedem interpretações mais claras.

O encontro reforçou o quanto o diálogo entre entidades e representantes do poder público é essencial para evoluir nas normas atuais. Esse alinhamento contribui para um cenário mais estável e transparente, favorecendo o crescimento sustentável das atividades de hotelaria, alimentação e turismo no estado de São Paulo.

SinHoRes e FHORESP integram debate em Congresso de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento

A Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento do Conselho Federal da OAB promove, no próximo dia 13 de abril, o Congresso de Direito do Turismo, Mídias e Entretenimento, um encontro que reúne especialistas para debater os desafios, oportunidades e transformações desses setores em constante evolução.

O evento acontece a partir das 9h30, na sede da OAB/SP, e promete uma programação relevante, com trocas qualificadas e reflexões estratégicas.

➡️ Entre os participantes confirmados estão nosso presidente e Diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto. Pela nossa Federação, participam ainda a Diretora da Mulher Empreendedora e Social, Alessandra Calabresi; Fabiano Machado, Diretor de Relações com o Mercado; e Daniele Campos, Coordenadora de Políticas para a Igualdade de Gênero e Racial.

🗓️ 13h – Responsabilidade Civil dos Influenciadores Digitais com Alessandra Calabresi e Daniele Campos.

🗓️ 16h – Pirataria e Falsificação no mercado do turismo e do entretenimento: entre a proteção do consumidor e a repressão penal com Edson Pinto e Fabiano Machado.

Um momento importante para fortalecer conexões, compartilhar conhecimento e acompanhar de perto as pautas que impactam diretamente o desenvolvimento desses segmentos no Brasil.

🗓️ 13/04
⏰ 9h30
📍 Sede da OAB/SP (Rua Maria Paula, 35)
✍🏻 Faça a sua inscrição!

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

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Lucro não é sorte: é processo

Muitos empresários ainda acreditam que o lucro vem de um “bom movimento”, de um final de semana cheio ou até de fatores externos que não estão sob controle.

Mas a verdade é mais direta e, ao mesmo tempo, mais estratégica:
lucro não é sorte. É processo.

Negócios que dependem apenas do volume de clientes para fechar o mês no positivo estão sempre no limite. E isso, no médio prazo, cobra um preço alto.

O resultado financeiro sustentável nasce de três pilares fundamentais: controle, método e consistência.

1. CMV: o lucro começa no controle do custo

Você pode vender muito e ainda assim ganhar pouco ou até ter prejuízo.

Sem o controle do CMV (Custo da Mercadoria Vendida), o empresário perde visibilidade sobre o que realmente está acontecendo no caixa.

Pequenas variações no custo de insumos, desperdícios na operação ou compras mal planejadas impactam diretamente a margem.

👉 Gestão de verdade começa quando você sabe exatamente quanto custa produzir cada prato.

2. Precificação: parar de “seguir o mercado”

Um dos erros mais comuns é definir preços olhando apenas para o concorrente.

Mas cada operação tem sua própria estrutura de custos, equipe, posicionamento e objetivos.

Quando o preço não cobre todos os custos e ainda garante margem, o negócio cresce… sem lucrar.

👉 Preço certo não é o mais barato, é o que sustenta a operação com saúde.

3. Desperdício: o lucro que vai para o lixo

Desperdício não aparece só no estoque. Ele está na produção, no preparo e até no atendimento.

Erros de porcionamento, falta de padrão e falhas no planejamento impactam diretamente o resultado final.

E o mais crítico: muitas vezes, isso acontece de forma silenciosa, todos os dias.

👉 Reduzir desperdícios é uma das formas mais rápidas de recuperar margem.

Gestão é repetição, não improviso

Lucro consistente não vem de decisões pontuais. Ele vem de processos bem definidos sendo aplicados todos os dias.

Controlar custos, precificar com estratégia e reduzir desperdícios não são ações isoladas — são rotinas de gestão.

No fim, a diferença entre um negócio que sobrevive e um que cresce está justamente nisso: menos improviso, mais processo.

 

Sua empresa já está adequada à NR-1?

A NR-1 passou por uma atualização importante e agora estabelece a obrigatoriedade da Gestão de Riscos Psicossociais para todas as empresas, reforçando o cuidado com a saúde mental no ambiente de trabalho.

⚠️ Atenção ao prazo: a aplicação de multas e penalidades específicas relacionadas aos riscos psicossociais foi adiada para 26 de maio de 2026. Isso significa que ainda há tempo para se adequar, mas também reforça a importância de começar agora.

Empresas que se antecipam não apenas evitam penalidades, mas constroem ambientes mais saudáveis, produtivos e sustentáveis.

✔️ O que muda?

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) deve obrigatoriamente identificar, avaliar e mitigar fatores que impactam o bem-estar emocional dos colaboradores:

▪️ Fatores de risco: devem ser monitorados o estresse ocupacional, a sobrecarga de trabalho e situações de assédio moral ou sexual.

▪️Medidas preventivas: as empresas precisam adotar estratégias para combater a violência organizacional e implementar avaliações regulares do ambiente de trabalho.

▪️ Canais de apoio: é recomendada a criação de canais de denúncia seguros e sistemas de suporte psicológico para os funcionários.

▪️ Capacitação gestores e funcionários: criação de protocolos de prevenção para que reconheçam sinais de adoecimento mental e saibam como agir;

✔️ Facilidades para MEI e Pequenas Empresas

A norma busca equilibrar a segurança do trabalho com a realidade dos pequenos negócios através de diretrizes simplificadas:

▪️ MEI sem empregados: está isento das exigências de elaborar o PGR ou o PCMSO.

▪️ Até 10 empregados (baixo risco): podem utilizar um modelo de PGR simplificado, o que reduz custos operacionais e burocracia.

▪️ Capacitação digital: a nr-1 permite que os treinamentos obrigatórios sejam realizados na modalidade à distância (EAD).

▪️ Comprovação simples: a preocupação com a saúde mental pode ser demonstrada através de métodos acessíveis, como a distribuição de cartilhas explicativas e treinamentos básicos.

A adequação é fundamental para evitar passivos e questionamentos na Justiça do Trabalho.

O SinHoRes disponibiliza, através do BSF – Benefício Social Familiar, sistemas e mecanismos para a empresa ficar em conformidade com a NR-1.

Digitalização da FNRH: Setor hoteleiro tem até 20 de abril para adaptação final

A contagem regressiva começou. Os meios de hospedagem têm até o dia 20 de abril para concluir a migração para o sistema digital de registro de hóspedes – da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital (FNRH).

O que você precisa fazer até lá?

✅Garantir que softwares de gestão (PMS) estejam perfeitamente integrados à plataforma Gov.br.

✅ Capacitar os colaboradores da recepção para o novo fluxo de atendimento, que deixará de usar o papel.

✅ Evitar atropelos técnicos que poderiam causar filas ou erros no registro de informações durante o check-in.

✅Garantir que seu Cadastur esteja ativo e regular (obrigatório estar regular no Cadastur para operar o sistema e evitar infrações legais).

🔗 Dúvidas? O Ministério do Turismo disponibilizou orientações sobre a adesão à FNRH digital, CONFIRA AQUI!

Preço de venda: você está cobrando certo ou só “seguindo o mercado”?

Em muitos restaurantes, a definição de preço ainda segue um caminho perigoso. Funciona assim: o empresário observa o concorrente, compara valores e ajusta seu cardápio para “ficar na média”.

Mas a pergunta que precisa ser feita é simples: essa conta fecha para o seu negócio?

O risco de seguir o mercado sem olhar para dentro

Cada restaurante opera com uma estrutura diferente. Custos com insumos, aluguel, equipe, fornecedores, desperdícios e até o posicionamento da marca variam, às vezes, de forma significativa, mesmo entre negócios semelhantes.

Por isso, quando você copia o preço de outro estabelecimento, existe um risco invisível:
você pode estar copiando também os erros ou até o prejuízo dele.

Preço baixo não é estratégia (se não houver margem)

Existe uma ideia muito difundida de que preço competitivo é sinônimo de preço baixo.

Mas, na prática, um preço só faz sentido quando ele consegue sustentar:

  • Os custos da operação
  • A qualidade do produto entregue
  • A experiência do cliente
  • E, principalmente, a margem de lucro

Sem isso, o volume de vendas pode até aumentar, mas o resultado financeiro não acompanha.

O papel do CMV na construção do preço

Um dos principais indicadores para definir corretamente o preço de venda é o CMV (Custo de Mercadoria Vendida). É ele que mostra, de forma clara, quanto cada prato realmente custa para ser produzido.

Sem esse controle, a precificação deixa de ser estratégica e passa a ser tentativa e erro. E isso, no dia a dia de um restaurante, custa caro.

Preço certo é aquele que sustenta o crescimento

Quando o preço é bem estruturado, ele deixa de ser apenas um número no cardápio e passa a ser uma ferramenta de gestão.

Com uma precificação adequada, o empresário consegue:

  • Ter previsibilidade financeira
  • Tomar decisões com mais segurança
  • Investir no negócio com consciência
  • Crescer de forma sustentável

Mais gestão, menos achismo

Acompanhar o mercado é importante, sim. Mas ele deve ser uma referência, não o único critério.

Antes de olhar para fora, é essencial entender profundamente o próprio negócio. Porque no fim do dia, o que mantém um restaurante saudável não é o preço do concorrente.
É a capacidade de operar com equilíbrio, estratégia e margem.

Copa do Mundo e feriados farão Alimentação e Alojamento de SP faturarem R$ 211 bilhões em 2026

O ano de 2026 promete crescimento para os setores de Alimentação Fora do Lar e de Alojamento. A previsão da FHORESP, nossa Federação, é de faturamento de R$ 211 bilhões — uma alta de 9% sobre 2025. Os nove feriados prolongados que ainda estão por vir e a Copa do Mundo de futebol serão propulsores importantes para os segmentos.

De acordo com nota técnica do Núcleo de Pesquisas e Estatísticas da FHORESP, coordenado pelo economista Luís Carlos Burbano, Alojamento e Alimentação Fora do Lar alcançaram receita de R$ 193,6 bilhões no ano passado. Deste montante, R$ 26,2 bilhões correspondem à Hospedagem. O restante, R$ 167,4 bilhões, está distribuído entre restaurantes, bares, lanchonetes, cafeterias, padarias, e outros estabelecimentos do gênero.

Para 2026, segundo o levantamento, a estimativa é de crescimento de 9% no comparativo com 2025 – numa perspectiva de R$ 211 bilhões em faturamento, somando as duas searas.

De acordo com a análise do Núcleo de Pesquisa, Alojamento e Alimentação Fora do Lar integram de forma predominante as chamadas “atividades turísticas” – segmento influenciado pela dinâmica da mobilidade, pelo fluxo de visitantes, pelo Turismo Corporativo e pelo consumo fora do domicílio.

Na nossa avaliação, além da estabilidade do cenário econômico no momento, dois fatores, a Copa do Mundo 2026, com transmissão em muitos bares, clubes e restaurantes, e os próximos nove feriados prolongados, devem incrementar o movimento deste ano em detrimento a 2025.

“O futebol é uma paixão nacional e já é tradição o País parar para assistir as partidas da Copa do Mundo, em especial, as da Seleção Brasileira. Com isso, bares, clubes e restaurantes se tornam pontos de encontro e unem as pessoas numa só torcida. No fim das partidas, o setor é sempre quem sai ganhando, independentemente do resultado do jogo”, considera, de forma bem humorada, Edson Pinto, nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP.

A Copa do Mundo acontece de 11/6 a 19/7, em três países diferentes: Canadá, México e Estados Unidos. Disputam a taça 48 seleções, que se enfrentarão em 104 jogos. Em geral, os confrontos acontecem nos períodos da tarde e da noite.

Feriados Prolongados
Passado o Carnaval, período de pico no Turismo brasileiro, o Brasil ainda tem pela frente outros nove feriados – sendo que oito deles cairão em dias úteis, o que favorece as “emendas” para os descansos prolongados: 3/4 (sexta-feira) – Sexta-feira Santa; 21/4 (terça-feira) – Tiradentes; 1º/5 (sexta-feira) – Dia do Trabalho; 7/9 (segunda-feira) – Independência do Brasil; 12/10 (segunda-feira) – Nossa Senhora Aparecida; 2/11 (segunda-feira) – Finados; 15/11 (domingo) – Proclamação da República; 20/11 (sexta-feira) – Dia da Consciência Negra; 25/12 (sexta-feira) – Natal.

Tal calendário, na análise de Edson, vai favorecer, e muito, o Turismo. “Essas datas vão beneficiar quem quer realizar viagens mais curtas, para conhecer o próprio estado, por exemplo. O cenário impacta a Economia como um todo, com geração de mais postos de trabalho para suprir a demanda e uma cadeia de serviços que também é movimentada pelo alto fluxo de clientes”, considera.

CONFIRA A REPERCUSSÃO NA MÍDIA:

Band Vale TV (Entrevista Enio Miranda)

TV Alesp (Entrevista Bruno Omori)

TV Brasil (Entrevista Denis Rezende)

Panrotas

Money Report

Monitor Mercantil

Portal Visão Oeste

Mercado & Eventos

Diário do Turismo

 

Condenação criminal por poluição sonora reforça necessidade de isolamento acústico

Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) confirmou a condenação criminal de um proprietário de choperia no interior do estado devido à poluição sonora. Segundo os autos, o estabelecimento promovia shows ao vivo com níveis de ruído que atingiam 100 decibéis no interior das residências vizinhas, superando amplamente o limite de 60 decibéis permitido para o período noturno.

O empresário foi condenado a 2 anos e 7 meses de prisão em regime fechado. A sentença levou em conta a reincidência do proprietário e o fato de o problema persistir por cerca de quatro anos, impactando a saúde e o sossego da comunidade local. Além da detenção, a empresa foi interditada até que comprove a execução de obras de isolamento acústico.

⚠️ ALERTA

Diante deste cenário, alertamos os empresários do setor sobre a importância do estrito cumprimento das normas de emissão sonora. Este caso serve como um lembrete de que o excesso de ruído não acarreta apenas multas administrativas, mas pode ser configurado como crime ambiental, passível de penas de reclusão.

Para garantir a segurança do seu negócio, orientamos:

▪️ Adequação técnica: Certifique-se de que o seu estabelecimento possui isolamento acústico profissional, especialmente se oferecer música ao vivo ou atividades após as 22h.

▪️Limites de decibéis: Respeite rigorosamente os limites estabelecidos pela legislação municipal e pelas normas técnicas (ABNT).

▪️ Gestão de vizinhança: Mantenha um canal de diálogo aberto com a vizinhança. A mediação direta é a melhor forma de evitar que reclamações se tornem denúncias junto ao Ministério Público ou à Polícia Civil.

▪️ Assessoria Jurídica: Em caso de fiscalização ou notificações, procure imediatamente o suporte do seu sindicato patronal para as orientações cabíveis.

A prevenção é o melhor caminho para evitar sanções que podem comprometer a liberdade do empreendedor e a continuidade da empresa.

Com taxas mais baixas de vales-refeição, setor de Alimentação Fora do Lar prevê congelamento ou queda no preço de cardápios populares

FHORESP é a favor das regras impostas, recentemente, pela União, como teto de 3,6% na taxa da maquininha e prazo de até 15 dias para repasse aos estabelecimentos; operadoras de vale-refeição e de vale-alimentação tentaram derrubar normativa nos Tribunais

A ofensiva das gigantes de vale-alimentação e de vale-refeição em desrespeitar o teto máximo de cobrança de taxas fracassou. Decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), proferida pelo seu presidente, o desembargador Carlos Muta, derrubou, no último dia 24, liminares de, pelo menos, quatro operadoras. Para a FHORESP era essencial uma regulação do setor – há anos refém de cobranças exorbitantes que prejudicaram empresários, trabalhadores e consumidores. Há, inclusive, expectativa de que restaurantes, em especial os mais populares, reduzam ou represem repasses de preço no cardápio.

Antes, sem normatização, as empresas que operam os vales impunham barreiras para a adesão de restaurantes, de bares, de padarias e de lanchonetes, entre outros estabelecimentos do segmento de Alimentação Fora do Lar. Uma delas era a taxa instituída para as transações, que podiam chegar a até 15%, com direito a cobranças embutidas nos contratos, como tarifa de adesão, de cadastro, e de antecipação de crédito – só para citar algumas. Pelas novas regras do decreto 12.7120/2025, do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o teto, agora, tem limite de 3,6%.

Outro ajuste diz respeito à redução do tempo para o recebimento do dinheiro dos vales por parte dos estabelecimentos, que, antes, era de mais de 30 dias. A partir de então, o período é de até 15 dias corridos.

De acordo com nosso presidente e diretor-executivo da FHORESP, Edson Pinto, com as novas normas em vigor e a derrota na Justiça das operadoras, as maiores beneficiadas, neste momento, são as empresas que produzem marmitas e as que trabalham com alimentação a quilo, prato-feito e demais refeições de larga escala para entrega ou consumo no local:

“Sem as altas taxas das maquininhas dos vales (refeição e alimentação), o empresário tem maior fluxo de caixa. Quem ganha com isso é o cliente final, que poderá pagar menos pela refeição e terá mais opções de escolha com a adesão de novos restaurantes às tiqueteiras. Empresário do setor que lia o contato com atenção não assinava com essas operações. Havia um temor compreensível”, considera o representante da Federação paulista – entidade que abarca mais de 500 mil estabelecimentos e mais de 20 sindicados patronais.

Segundo Edson Pinto, a FHORESP é a favor de intervenção mínima da esfera governamental nas relações econômicas, mas reforça que, em casos de desequilíbrio e de recursos públicos envolvidos, é preciso, sim, um estabelecimento de regras estatal:

“O decreto (12.712/25) prevê tetos de cobranças e prazos, além de quebrar o oligopólio das gigantes multinacionais, que, não de hoje, enriquecem ao custo da exploração da força de trabalho de bares e de restaurantes. Com o sistema de interoperabilidade, agora, qualquer cartão funciona em qualquer maquininha”, comemora.

Ainda de acordo com o diretor-executivo, no caso do PAT, as operadoras de vouchers ainda contam com incentivos fiscais por parte do governo federal – ou seja, pagam impostos com significativo desconto.

CONFIRA A REPERCUSSÃO NA MÍDIA!

Money Report

Portal Visão Oeste

3º Encontro com Contadores: diálogo, atualização e fortalecimento do setor

Na manhã desta terça-feira, 10/03, abrimos as portas da nossa sede para uma manhã de escuta ativa e troca estratégica. Recebemos profissionais da contabilidade para um café da manhã focado em transformar desafios em soluções conjuntas, sempre alinhadas à realidade do mercado de Hospedagem e Alimentação Fora do Lar.

O encontro, conduzido por nosso vice-presidente, Paulo César Andrade, foi marcado por uma imersão nos temas que mais impactam o dia a dia dos escritórios e a saúde financeira das empresas:

✔️ Atuação institucional: nosso gerente executivo, Enio Miranda, detalhou o trabalho contínuo do SinHoRes em defesa do setor e os benefícios exclusivos oferecidos aos empresários.

✔️ REPIS em foco: a coordenadora jurídica, Marilene Leite, sanou dúvidas sobre o REPIS ( (Regime Especial de Piso Salarial e Regramentos Diferenciados), reforçando que o prazo para adesão e garantia de economia na folha vai até o dia 30 de março.

✔️ Soluções e benefícios: Nadjair Diniz (SinHoRes Seguros) apresentou oportunidades em planos de saúde, enquanto Rogério Almeida (Diretor do BSF) destacou a importância e as garantias do Benefício Social Familiar, item obrigatório previsto em nossa CCT.

✔️ Reforma Tributária: nosso contador Jefferson Pimenta trouxe uma análise detalhada sobre a Reforma Tributária, evidenciando a necessidade de atualização constante para que o profissional contábil seja, cada vez mais, um consultor estratégico.

O evento contou com a presença da presidente do Sinthoresp (sindicato laboral), Elisabete dos Santos; do Secretário Geral, Valdir Farias da Silva; do diretor da Regional Osasco, Darly Alves de Abreu; e da advogada da Regional Osasco, Dra. Leilane Soares. A participação da entidade laboral reforça o clima de diálogo e respeito mútuo que buscamos para o fortalecimento de toda a categoria.

Para encerrar com chave de ouro, sorteamos duas estadias para a Colônia de Férias no litoral de São Paulo (Praia Grande, Peruíbe e Caraguatatuba), oferecidas pelo Sinthoresp. Parabéns aos ganhadores!

Toque do Jurídico – TRABALHO EM FERIADOS: O que muda (e o que NÃO muda) para o nosso setor!

Você deve ter acompanhado as notícias sobre a nova prorrogação do Governo Federal em relação ao trabalho em feriados. Mas atenção: é preciso cuidado com a interpretação dessas informações!

Para esclarecer as dúvidas, o Departamento Jurídico do SinHoRes preparou um informativo detalhado:

✅ Nada muda para Hotéis e Restaurantes: Nossa categoria permanece com a autorização permanente para o trabalho aos domingos e feriados.

✅ Base Legal: Essa garantia está mantida pelos itens 11 e 12 do Anexo IV da Portaria 671.

✅ Prorrogação de 90 dias: O adiamento da Portaria 3665/2023 para junho de 2026 afeta outras categorias (como o comércio), mas não abrange bares, hotéis e similares.

O trabalho aos domingos e feriados segue autorizado para o nosso setor!

CLIQUE E CONFIRA!