Edson Pinto recebe ex-prefeito de Osasco Jorge Lapas

O presidente do SinHores Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, recebeu, nesta segunda,10/9, a visita do ex- prefeito de Osasco Jorge Lapas, entusiasta dos setor de Gastronomia e Turismo.

No encontro, Edson falou sobre a importância do setor na geração de emprego. Já Lapas abordou o crescimento do ramo na cidade, nos últimos anos.

Foi discutido ainda o cenário político e questões ligadas ao município de Osasco.

Participou também da reunião Carlos Baba, ex-secretário de Obras.

7 dicas fáceis para tirar a sua empresa do vermelho

Você abriu seu negócio, e a “conta nunca fechou”? A receita até entra, mas todas as dívidas e gastos sempre a superam? Está difícil de sair do vermelho e ver alguma luz no fim do túnel? Então, seus problemas acab… Calma, isso aqui não é um comercial de televendas. Mas temos algumas dicas muito importantes para quem quer sair da pindaíba e fazer o negócio prosperar pagando todas as contas em dia.

Além disso, dá para receber seu pró-labore (salário que o próprio dono paga a si mesmo) e, veja só, lucrar para reinvestir em seu negócio. Tudo sem dar calote, até porque se você está nessa, muito provavelmente, sofreu com inadimplência. Por isso, se temos uma dica bônus, este conselho é o seguinte: 1 – Não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você. Além dessa, temos mais 7 dicas.

Pronto para enxugar os seus gastos?

1. O mais importante: coloque seus gastos na ponta do lápis
Se você nunca colocou seus custos fixos e variáveis na ponta do lápis, chegou a hora. É a conta de padeiro mais importante da vida financeira de seu negócio.

Quanto você paga de folha (gastos com empregados)?
Quanto custa por mês seu fornecedor?
E o aluguel?
Manutenção de equipamentos?
Você fez algum empréstimo recentemente? Se sim, quanto é a parcela mensal?
Água, luz, IPTU, todo tipo de imposto… Tudo isso entra também na conta.
Vai doer saber o valor final dessa soma. Mas é com esse montante que você vai ter de lidar daqui pra frente. Como tornar esse monstrengo do seu gasto mensal em um dócil e obediente cachorrinho? Um bom começo é ver as seis dicas a seguir.

2. Renegocie com seus fornecedores
Agora é a hora de ver o que dá pra ser cortado. Antes de sair demitindo geral, pense que um dos pontos que dá pra economizar mais facilmente são os gastos com fornecedor. Renegocie os valores, veja se é possível fazer um desconto, pesquise os concorrentes. Certamente, eles estarão dispostos a fazer um preço mais camarada para conseguir um novo cliente.

3. Pense bem antes de demitir
Não dizemos isso só porque somos bonzinhos e queremos um mundo cor-de-rosa. Mas demitir um funcionário deve ser uma das medidas mais drásticas e um dos últimos recursos para o corte de gastos. Em primeiro lugar, há a grande chance de você ter mais gastos se o seu ex-funcionário processá-lo na justiça do trabalho.

Em segundo lugar, uma demissão sempre afeta “o moral das tropas”, caso você tenha funcionários remanescentes. Claro que, se você identificar que um empregado está mesmo fazendo o tal do “corpo mole”, você deve, sim, demiti-lo.

O ideal é que o funcionário não fique sem saber das dificuldades pelas quais a empresa passa. Muitas vezes, se eles gostam do lugar que trabalham, podem apresentar soluções nas quais você não pensou.

4. Renegocie com seus credores
Todo credor quer receber seu investimento de volta. Se você acha que a parcela das dívidas de um empréstimo estão muito altas e se precisa de mais tempo para pagar, talvez seja a hora de diminuir a “paulada” mensal. Renegocie.

Às vezes, é melhor pagar uma quantia maior no montante final se você conseguir diminuir o valor das parcelas.

Mas atenção: só faça isso se você estiver enxugando gastos e aumentando a receita de verdade porque não adianta aumentar a dívida e a quantidade de parcelas se não há perspectiva alguma de saúde financeira. Nesse caso, seria apenas varrer o problema pra baixo do tapete.

5. Não misture CPF e CNPJ
Se você paga dívidas e gastos da empresa com dinheiro do cartão de crédito ou do cheque especial, tem de se lembrar da metáfora da areia movediça. Quanto mais você se mexe, mais afunda. Não faça isso. Em primeiro lugar, os juros do cartão de crédito e do cheque especial são os maiores possíveis. Em segundo lugar, o segredo para uma empresa quebrar é quando você paga conta do CNPJ com o dinheiro da pessoa física e/ou vice-versa.

6. Busque ajuda profissional

Pode parecer contraintuitivo, mas se você sozinho não vê para onde seguir com seu negócio pode ser interessante contratar uma consultoria que te apresente novas possibilidades de lucro e te mostre quais são os principais gargalos de sua operação. Às vezes, você tem muito carinho por aspectos de sua empresa que podem ser justamente os principais causadores do mau momento financeiro.

Será mais um gasto contratar essa empresa? Sim, mas pode valer muito a pena quando você perceber que seu negócio voltou aos eixos.

Ah, e esteja pronto para ouvir algumas verdades desagradáveis, como “talvez seja melhor você parar de lidar diretamente com o cliente”, “aquele funcionário com quem você mais implica é a maior fonte de receita de sua empresa”.

7. Cuide do fluxo de caixa
Uma vez que você sabe quais são os seus gastos, faça planilhas para gerenciar quando e quanto cada um dos custos se apresenta no ao longo do mês. Tempo é dinheiro, não é o que dizem? E você pode ficar bem impressionado com o quanto pode economizar apenas acertando os ponteiros do relógio do dinheiro que entra e do que sai em seu negócio.

Além disso, se você ainda não aceitar cartões esta é a hora. Com as maquininhas de cartão da iZettle você recebe pagamentos como pessoa física ou jurídica. Parcele em até 12x e receba suas vendas em 2 dias úteis. Veja como aceitar cartão e aumentar suas vendas.

Fonte: Blog Izettle

Oferecer alimentação saudável já não é mais opcional para a hotelaria

Alimentação saudável não é mais frescura. Seja para emagrecer ou melhorar seus hábitos alimentares, a verdade é que os brasileiros estão cada vez mais atentos ao assunto. Basta notar a quantidade de restaurantes que já abrem com este conceito ou decidem incluir itens no cardápio para atender esse público.

De acordo com a pesquisa “Mesa dos brasileiros – transformações, confirmações e contradições” publicada neste ano pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), oito em cada dez brasileiros se esforçam para ter uma alimentação saudável. Além disso, 71% afirmam optar por produtos mais saudáveis mesmo que tenham que pagar mais por eles.

A tendência também é confirmada pela Euromonitor International especializada em pesquisa de mercado. Segundo relatório publicado em 2017, mesmo durante a crise o setor de saúde e bem-estar brasileiro movimentou R$93.6 bilhões em 2016, sendo 67% desse valor proveniente da alimentação saudável e esse número deve crescer.

Segundo a nutricionista Paula Hertel, do consultório Fernanda Scheer – Nutrição Funcional, essa mudança de hábitos se dá, principalmente, por dois motivos: prevenção de doenças e desejo por um corpo bonito. Mas, e quando esse público decide viajar? Para a profissional, hotéis que queiram atender esses clientes podem apostar em algumas soluções. “É possível oferecer opções mais naturais, mas sem deixar de lado o sabor e uma boa apresentação. Reduzir a oferta de alimentos industrializados também pode ser uma boa saída”.

Paula diz que vale a pena investir nesse tipo de alimentação. “É um diferencial que pode atrair muitos clientes. E também um conforto para aqueles que buscam uma alimentação saudável”. A nutricionista lista algumas opções que podem ser incluídas no cardápio. “No café da manhã é possível apostar em sementes (chia, linhaça, girassol, abóbora), pastinhas sem derivados do leite (castanhas, hommus, tahine, amendoim, requeijão de castanhas, patê de tofu), e panquecas funcionais. No almoço e jantar, pratos low carb como espaguete de pupunha ou abobrinha, purê de pupunha ou couve flor, lasanha de legumes. Opções sem glúten, sem lactose e vegetarianas também são bem-vindas”.

A nutricionista e empresária Daniella Hom fundou, em 2012, a Raízes Escola de Culinária Saudável, que tem como proposta apresentar a alimentação saudável e consciente a seus clientes. “As pessoas estão de olho na saúde física, estética e antienvelhecimento através da comida saudável”, afirma. “Um hotel que decide apostar em um cardápio neste estilo sem dúvida estará atualizado em relação às tendências de nutrição, saúde e gastronomia, e poderá oferecer a seus clientes um grande bônus, deixando-os satisfeitos”. Daniela também sublinha a tendência de empreendimentos hoteleiros no mundo todo terem opções low carb em seu cardápio, além de optarem pela produção orgânica, o que ela considera um ótimo passo.

 

Lifestyle da região

A Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), tem entre suas características a prática de esportes ao ar livre e um público que cuida da saúde e alimentação. Para se enquadrar a esse lifestyle, o Best Western Premier Américas Fashion Hotel by Lenny Niemeyer incluiu o bem-estar em sua proposta, inclusive na gastronomia.

Recém-inaugurado, o restaurante Obeijú oferece comida contemporânea saudável e leve, “sem nada muito rebuscado”, como define a gerente geral, Isabel Giassone. “Escolhemos esse tipo de gastronomia para estar de acordo com nosso público atual e localização”, explica. Temos academia, quadra de tênis, as pessoas se exercitam, fazem stand up na praia e depois uma massagem no hotel. Temos a cultura do wellness”, completa.

Através de insumos inclusive muitos orgânicos, o Obeijú se mostra saudável. Desta forma, além de apostar na gastronomia mais leve, também atende ao público sul americano que, de acordo com a gerente geral se interessa muito por ingredientes brasileiros. Em breve, o cardápio também irá oferecer opções orgânicas.

Alimentos orgânicos

O SPaventura, no interior de São Paulo, tem uma série de ações sustentáveis, inclusive na gastronomia. O empreendimento mantém uma horta, onde são produzidas quase todas as hortaliças utilizadas na cozinha e também um pomar. “O leite vai direto do curral para a cozinha do restaurante e, além disso, temos uma produção orgânica de queijos. São nossas galinhas que nos fornecem os ovos caipiras”, conta Daniela Haberkorn, gerente geral do hotel.

O que não é produzido no hotel é comprado de produtores e a preferência é sempre por alimentos orgânicos. “Além de oferecer um alimento saudável para os nossos hóspedes, nosso objetivo também é influenciar no comportamento deles para que se tornem consumidores de orgânicos”, diz Daniela.

Inaugurado no ano passado em Brasília (DF), o B Hotel vê a valorização de produtos locais como uma obrigação. “Eliminar frete, ter alimentos em nossa cozinha com procedência e segurança alimentar, são algumas das preocupações que possuímos aqui”, afirma o chef residente do hotel, Rodrigo Sato. Por conta disso, o empreendimento decidiu cultivar uma horta, que fornece opções como cenoura, beterraba, folhagens, frutas, e chuchu.

Estilo de vida ou restrições

O Unique Garden Hotel & Spa, em Mairiporã (SP), além de cultivar uma horta orgânica, de onde saem alimentos que abastecem a cozinha, também “cuida” de seus hóspedes. “Para os clientes que buscam um direcionamento em relação à reeducação alimentar ou que tenham alguma necessidade específica, oferecemos acompanhamento da nutricionista e elaboração de cardápio personalizado baseado nos gostos e necessidades”, conta Bárbara Gilli, nutricionista chefe do empreendimento.

Seguindo essa linha, o Unique Garden oferece o programa Balance, no qual os hóspedes podem, em uma semana, introduzir novos hábitos, como a reeducação alimentar. No Balance Fit, por exemplo, o cliente passa por orientação nutricional e avaliação médica, estética e física com os profissionais do empreendimento. além disso, é possível fazer um tour guiado pela horta com a companhia da nutricionista e do chef do hotel Daniel Aquino, com o objetivo de conhecer os ingredientes que serão utilizados em sua dieta.

O B hotel também aposta na alimentação saudável. Segundo o chef, a procura por este tipo de gastronomia aumenta a cada dia. Outra tendência é a escolha de produtos sem glúten e sem lactose, seja por conta da uma restrição alimentar ou pelo estilo de vida. Sato diz que oferecer essa culinária é, principalmente, uma forma de fidelizar os clientes com alimentos de procedência segura – o lucro acontece, mas fica em segundo plano. “A proposta do restaurante é servir alimentos com frescor produzidos com técnicas clássicas e apresentados de forma contemporânea. Priorizando sempre a boa qualidade e o sabor”.

O Skye, restaurante/bar do Hotel Unique, em São Paulo, decidiu repaginar seu cardápio e servir pratos mais leves, além de veganos e vegetarianos. Agora, 25% do menu segue essa linha, nas entradas, nos pratos quentes e nas sobremesas. “Hoje temos opções diferenciadas com produtos locais – sempre que possível -, bem apresentadas e saborosas, com preços competitivos”, explica o chef Emmaniel Bassoleil, que sublinha a boa aceitação das novidades.

O chef também lembra a importância de treinar a equipe para orientar o cliente na hora de escolher, além de avisar no menu impresso. “Fizemos questão de escrever ao lado de cada opção se o prato é vegano, vegetariano, sem açúcar, sem lactose”, explica.

Os hotéis Pullman em todo o mundo, inclusive em suas duas unidades em São Paulo (SP), elaboraram um cardápio de café da manhã para o room service em parceria com a treinadora de condicionamento físico e nutricionista Sarah Hoey. Batizado de Active Breakfast e lançado em 2017, a proposta tem quatro opções: energy boost, age defence, detox, e balance, cada uma com diferentes tipos de alimentos funcionais.

Os empreendimentos também estão focando na alimentação saudável de bem-estar em seu bufê de café da manhã. “O hóspede encontra itens como leite e biscoitos de arroz, suco detox, e clara de ovo – que faz parte do Active Breakfast, e consegue montar seu prato só com opções saudáveis”, explica o chef Jean Christophe Burland. “A demanda está crescendo cada vez mais, algo que percebemos também no bufê”, completa.

A proposta, que está presente também no cardápio do almoço, jantar e de eventos, foi introduzida após a AccorHotels identificar essa tendência no mercado. “Queremos dar aos hóspedes a possibilidade de escolherem o que eles querem comer”, diz o chef. Segundo Burland, oferecer esse tipo de alimentação não altera a rotina da cozinha, mas gera custos maiores. “Em todo novo mercado os insumos têm custos maiores, pois não altera a demanda. mas assim que ela começa a crescer, os valores vão baixando”.

Matéria publicada na Revista Hotelnews