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CIRCULAR Nº 21/2020

Osasco, 9 de junho de 2020.

Setor de turismo elabora plano de reabertura de estabelecimentos

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, em coautoria com a CNTur, elaborou o e-book “Protocolos Covid-Free” para orientar os empresários, entidades civis e sindicais para ações corretas na retomada da atividade econômica dos setores de Gastronomia, Hotelaria, Turismo e Eventos. Além disso, por sua qualidade técnica, o e-book também foi escolhido como protocolo oficial pela FHORESP e CNTur e será apresentado a governos de todo o Brasil como propostas para a reabertura do setor.

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Entidades do Turismo pedem ao Governo do estado abertura de bares e restaurantes

Nessa segunda-feira, 1º de junho, a Fhoresp (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), na qual o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, é Vice-Presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais, enviou um ofício, ao lado de entidades civis e sindicais representantes do setor, ao secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz.

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Bancos travam bilhões liberados pelo governo para salvar microempresários na crise do coronavírus

Na matéria da The Intercept Brasil, sobre a prioridade que os bancos estão dando às grandes empresas na liberação do crédito que deveria estar sendo usado para salvar empregos, o presidente Edson Pinto, fala sobre o impacto sofrido pelos pequenos empresários do setor de gastronomia, turismo e hospitalidade.

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Em reuniões com autoridades, Edson Pinto discute critérios de reabertura do Plano São Paulo e questiona dificuldade de crédito ao micro e pequeno empresário

Na última semana, o presidente Edson Pinto participou de reuniões com o governador de São Paulo, João Dória; secretário de Turismo, Vinicius Lummertz, além de demais secretários do estado e entidades empresariais; representantes da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Desensolve SP.

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Artigo – Covid-19: uma tempestade perfeita para o Turismo

O Turismo é uma atividade extremamente retrátil, com uma característica de muita sensibilidade a fatores externos, como taxa de câmbio, questões climáticas, terrorismo, fatores políticos, sociais, riscos epidêmicos, pandêmicos etc.

Hoje, vivemos, o que se diz em economia quando tudo dá errado, uma “tempestade perfeita” para o turismo. A Covid-19 e seus reflexos, a economia mundial na UTI, tensões geopolíticas e comerciais entre Estados Unidos e China, além da crise na política doméstica, criaram um ambiente negativo sem precedentes na dinâmica econômica do turismo, com repercussão tanto na demanda quanto na oferta de serviços turísticos.

Há certo consenso no trade de uma triste estimativa, que já começa a se confirmar, de perda de 1/3 dos postos de trabalho e fechamento de 30% das empresas. O SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Osasco – Alphaville e Região fez um estudo comparado e observou que, em países onde já houve uma reabertura da economia, os estabelecimentos não atingiram sequer 40% das vendas após dois meses. Esse dado nos coloca uma preocupação enorme em relação aos próximos seis a oito meses, já que estamos fechados há quase 80 dias em São Paulo e país nenhum ficou por tanto tempo com as empresas fechadas.

O cenário fica ainda pior porque mais de 90% das empresas não teve, até agora, acesso ao crédito. O fato é que, de um lado, o governo errou o timing, pois esse dinheiro já deveria ter chegado e, de outro, os grandes bancos estão sonegando recursos que vem dos cofres públicos às pequenas empresas, pois são tidas como alto risco de inadimplência.

Então, como reabrir nossas portas sem estoques e com as despesas de um novo enxoval, ou seja, todos os custos diretos e indiretos inerentes a essa reabertura, faturando de 60% a 70% a menos? Embora aqui em São Paulo, bem antes da MP 936, alguns Sindicatos, e o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região entre eles, além da capital e outros, tenham conseguido costurar com os trabalhadores um acordo que soluciona em parte a questão das relações de trabalho, essa não é a realidade nacional.

Assim, é fundamental, imperioso mesmo, a extensão dos prazos da MP 936, de 60 para 120 dias (no caso de suspensão de contratos de trabalho) e de 90 para 150 dias (para redução de jornada com redução de salários).

Edson Pinto 

Presidente do SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Osasco – Alphaville e Região

Vice-Presidente de Comunicação Social e Relações Governamentais da FHORESP (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo)

Diretor de Assuntos Estratégicos da CNTur (Confederação Nacional do Turismo)

Negócios de alimentação fora do lar podem investir nas marmitas

Os negócios de alimentação fora do lar foram especialmente impactados pela crise causada pelo coronavírus, que afastou as pessoas das ruas e provocou queda no consumo. Diante desse cenário de isolamento social, donos de bares e restaurantes precisam pensar em alternativas para manter as vendas.

Muitas empresas do ramo estão investindo em serviços de delivery divulgação reforçada na internet. Mas existe outra solução que pode se agregar a essas ações. Trata-se da produção de marmitas.

Antes da pandemia se instalar, a procura por esse tipo de refeição estava em alta. Agora que as pessoas estão impossibilitadas de ir a restaurantes e muitas vezes não encontram tempo para cozinhar ou mesmo não se sentem à vontade nessa atividade, investir nas marmitas pode ser uma boa opção para você, que trabalha na área.

Ofereça produtos e serviços customizados, buscando atender as necessidades (e restrições) alimentares do público, ou seja, dê opções de refeições que agradem diferentes paladares. Os consumidores que buscam marmitas se deparam com uma ampla oferta de produtos, e o seu negócio deve justamente explorar as características de cada público para contemplá-lo. Veja a seguir algumas ideias.

Deseja apostar na personalização?

Se você busca diferenciar o seu negócio adotando o viés da personalização dos pratos, certifique-se de que há público para consumir, já que a customização agrega valor ao produto e faz com que a sua produção seja menos escalável. Quem busca por um nicho sabe que vai encontrar diferenciais que podem ser mais caros que os oferecidos em larga escala.

Deseja oferecer um cardápio clássico?

Seu negócio pode adotar uma linha mais conservadora e oferecer refeições convencionais, que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Os pratos tradicionais (como arroz, feijão, carne e fritas) podem agradar muitos consumidores e custar menos para serem preparados. Com isso, podem ser oferecidos preços mais baixos e competitivos.

Deseja seguir a linha mais saudável?

Outro modelo de negócio que pode ser adotado consiste na oferta de refeições balanceadas, com saladas, proteínas e alimentos com baixo teor de gordura. As marmitas mais leves costumam agradar quem deseja manter uma alimentação regrada, com garantia de um preparo criterioso. Para os consumidores que adotam uma alimentação balanceada e não abrem mão da praticidade das marmitas, a opção pelas refeições fitness é uma alternativa para garantir a manutenção da dieta.

Deseja investir em refeições destinadas aos que têm restrição alimentar?

Muitas pessoas apresentam restrição a alguns tipos de alimentos (como o glúten e a lactose) e devem ter cuidado redobrado na hora de preparar/consumir as refeições. Por contarem com poucas opções, os consumidores com algum tipo de intolerância tendem a consumir o que é feito e pensado especialmente para eles. No entanto, esse tipo de alimentação é limitada e cara. Surge aí um nicho a ser explorado pelos empreendedores, que podem ofertar pratos saborosos e acessíveis para esse público.

Deseja atender o público vegano?

As opções de alimentos veganos são cada vez mais comuns nos cardápios dos restaurantes. Por isso, você deve pensar em contemplar opções vegetarianas e/ou veganas para atender o público interessado. Caso o seu empreendimento seja voltado apenas para esse público, é possível amplia a oferta.

Que fazer refeições temáticas?

Cardápio árabe, italiano, japonês, mexicano. As marmitas podem contemplar também refeições temáticas, conforme a preferência dos clientes. Aos amantes da culinária estrangeira, é importante oferecer opções saborosas e frescas, que preservem a identidade do país representado e tenham a mesma praticidade das marmitas convencionais. É claro, com um toque a mais.

Fonte: Sebrae