Live da TV SinHoRes: saiba mais sobre os serviços oferecidos pelo SinHoRes Osasco – Alphaville e Região!

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, através da TV SinHoRes, realizou live, em seu Facebook e canal no YouTube, para falar sobre serviços oferecidos pelo sindicato empresarial às empresas voltados para a medicina ocupacional, além de diversos outros.

Para falar sobre o tema, a live contou com a presença de André Luís Português, representante do Benefício Social Familiar (BSF), e Geraldo R. Bizerra, promotor de Saúde Pública e Higienista Ocupacional.

O presidente do SinHoRes, Edson Pinto, e o jornalista do Canal Restaurante, Sérgio Lerrer, também participaram da entrevista.

Confira o bate-papo!

SinHoRes entrega protocolo de reabertura de bares e restaurantes às prefeituras da região e denuncia risco à segurança alimentar

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Sinthoresp (sindicato laboral), protocolaram ofício conjunto nos gabinetes dos prefeitos de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Carapicuíba, Cajamar, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus e nas Secretarias de Turismo.

No documento, as entidades questionam decisão do Governo do Estado de inserir bares e restaurantes apenas na Fase 3 – Amarela de retomada das atividades econômicas, o que causará gravíssimo efeito social e econômico, além de impactar no setor hoteleiro. “Somos o maior gerador de empregos da região e se o setor de alimentação fora do lar reabrir apenas na Fase 3, significará o fechamento definitivo de milhares de estabelecimentos e a expectativa de 15 mil demissões! Além disso, a atividade hoteleira está com 80% dos hotéis fechados por falta de movimento. E como poderão reabrir sem seus restaurantes?”, indagou o presidente do sindicato empresarial, Edson Pinto.

Os sindicatos ainda denunciaram que a segurança alimentar da população está em risco, pois com a volta de demais atividades e de milhares de trabalhadores às ruas, não haverá fornecimento de alimentação para todos. “Com restaurantes fechados, como esses trabalhadores farão uma refeição de maneira segura, saudável e econômica ao custo de um vale refeição? Essa conta não fecha e não faz sentido shoppings, padarias, lojas de material de construção abrirem, mas restaurantes e bares não”, concluiu Edson.

Junto ao ofício, foi entregue também o e-book Protocolos Covid-Free, com orientações e protocolos higiênico-sanitários que deverão ser seguidos pelos estabelecimentos dos setores de gastronomia, hotelaria, turismo e eventos quando ocorrer a reabertura das atividades. Os sindicatos também farão uma Comissão Intersindical para fiscalizar o cumprimento dos protocolos, receber denúncias e fornecerá um Selo de Qualidade aos interessados.

Clique aqui para conferir o ofício protocolado na prefeitura de Osasco!

Clique aqui para conferir o ofício protocolado na prefeitura de Barueri!

Restaurantes tradicionais fecham as portas pela pandemia

Criatividade e delivery não foram suficientes para garantir sobrevivência até o fim da pandemia e vários estabelecimentos icônicos já fecharam as portas, entre os quais o Itamarati, em funcionamento desde os anos 40 no centro de São Paulo, o Piantella, há 45 anos em Brasília, e o Fellini, criado em 1993 no Rio de Janeiro.

A lista é longa e inclui, em São Paulo, restaurantes tradicionais como Pasv, que atendia desde 1970 na Av. São João, La Frontera, no bairro da Consolação, e Cateto, em Pinheiros.

“É uma situação desesperadora pois não temos apoio de ninguém; o crédito não chega, o governo do Estado não suspende a cobrança de impostos e nem parcela as dívidas e a Enel (concessionária de energia elétrica) emite contas com base nos três últimos meses de consumo, mas se estamos fechados não estamos consumindo nada”, diz Carlos Augusto Pinto Dias, do Sindicato de Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo.

No ramo há 30 anos, Dias afirma que “nunca tinha visto uma situação tão ruim assim”. Ele acrescenta que, para piorar, as empresas de aplicativos mais que dobraram as taxas para entrega. “Se continuar assim, metade dos estabelecimentos não vão durar mais um mês.”

O Itamarati, que fica ao lado da Faculdade de Direito da USP, era tradicional ponto de encontro de juízes, promotores, advogados e estudantes e já enfrentava dificuldades por estar em uma região considerada em decadência e insegura. Ao ter de fechar as portas na quarentena, os proprietários tentaram negociar o aluguel mensal de R$ 20 mil com a Santa Casa de Misericórdia, dona do imóvel, mas, sem acordo, decidiram encerrar atividades.

Um grupo ligado à Faculdade de Direito organiza movimento para manter o local aberto, tentando negociar a redução do aluguel, mas ainda não teve sucesso. Várias ações foram lançadas nos últimos meses na tentativa de ajudar o setor. Duas delas, com propostas de antecipar o pagamento de consumo futuro foram encerrados em maio.

O “Brinde do Bem”, com patrocínio da Heineken, arrecadou R$ 16,5 milhões entre 75 mil contribuições direcionadas a uma lista de 6,3 mil bares. O “Ajude um Boteco”, organizado pela Ambev, teve 10 mil bares inscritos e vendas de 42 mil vouchers, num total de R$ 4,1 milhões arrecadados.

Fonte: Terra

Em reunião com governador João Dória, Edson Pinto solicita reenquadramento do setor na Fase 2 de reabertura

Nessa quarta-feira, 10/6, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, representando também a Fhoresp (Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), na qual é também vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais, participou de reunião virtual do Grupo Econômico do Governo, quando pode falar diretamente com o governador de São Paulo, João Dória.

Na oportunidade, Edson reforçou a solicitação do setor de bares e restaurantes serem reenquadrados na Fase 2 – Laranja de reabertura das atividades econômicas. Hoje, o setor poderá reabrir, com menos da metade da capacidade, apenas na Fase 3 – Amarela, o que trará um prejuízo ainda maior tanto social quanto econômico.

“Nosso setor representa o maior gerador de emprego do estado! Vale ressaltar também que empregamos pessoas sem qualificação técnica, muitas até no primeiro emprego. Essa característica poderá ajudar o governo na crise da empregabilidade, que com certeza enfrentaremos”, afirmou o presidente.

Edson ainda falou sobre a Medida Provisória 936, que já expirou, e o crédito que não é liberado, principalmente, aos micros e pequenos empresários. “Estamos há 80 dias fechados, mas nosso setor quebra depois de 16 dias sem faturamento, de acordo com estudo da JP Morgan Chase Institute. Já estamos vivendo um quadro dramático e só irá piorar se demorarmos ainda mais para reabrir. Vale sempre lembrar que reabriremos seguindo todos os protocolos higiênico-sanitários para garantir a saúde dos clientes e trabalhadores”, afirmou.

O presidente do sindicato empresarial ainda falou sobre as milhares de pessoas que sairão às ruas para voltar a trabalhar com a reabertura de outros segmentos e chamou atenção para a falta de estabelecimentos de alimentação fora do lar abertos para proporcionar uma refeição saudável e econômica.

Confira a fala de Edson durante a reunião com o governador!

Presidente Edson Pinto participa de reunião do GT de Crédito da Secretaria de Turismo

Nessa terça-feira, 9/6, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, participou de reunião virtual do Grupo de Trabalho de Crédito da Secretaria de Turismo, criado na última reunião com a participação da Caixa Econômica, Banco do Brasil e Desenvolve SP.

A finalidade desse GT é discutir e averiguar os entraves e motivos do crédito não estar chegando nas empresas e, a partir desse diagnóstico, oferecer subsídios ao Governo do Estado para a tomada de medidas no âmbito político e administrativo para encaminhamento de soluções.