Chefs dão dicas indispensáveis para a escolha de bons fornecedores

Dentro da gestão de um restaurante, a escolha de bons fornecedores é essencial para o andamento do negócio. Todo empreendedor da área gastronômica tem em sua rotina a busca pelo melhor ingrediente, de maior qualidade, e a negociação pelo melhor preço possível.

O gestor de qualquer estabelecimento gastronômico gasta muito do seu tempo apenas cotando e analisando propostas de fornecedores, para escolher o que é mais adequado ao seu negócio. E esta é uma árdua tarefa.

Por isso, a INFOOD ouviu alguns experts da gastronomia para saber quais as recomendações e conselhos que eles podem dar no que se refere à escolha de bons fornecedores de restaurantes.

1-Busque qualidade e seriedade

O  critério na busca por fornecedores é simples: precisamos de ótimos produtos com padrão e bom fornecimento. Então, vamos atrás disso: qualidade e seriedade dos fornecedores. BARBARA VERZOLA – Soeta

2-Seja parceiro de negócios

Fornecedores não podem ser apenas fornecedores, têm que ser parceiros. Se não for parceiro, não dá pra continuar com eleARRI COSER – NB Steak

3-Analise a origem do produto

Busque, procure, prove, converse com seus fornecedores. Pergunte se a pessoa de quem você compra é a mesma que produz. RAFA COSTA E SILVA – Lasai

4-Não se importe com o tamanho

Eu prefiro pensar não só no pequeno produtor. Muitas vezes, o pequeno está se estruturando para ser médio e, em algum momento, ser um grande produtor. O tamanho não importa. Importa a qualidade, o grau de excelência. RODRIGO OLIVEIRA – Mocotó

5-Faça pesquisas e diversifique

A gente faz cotação em 5 lugares e ligamos toda semana. Pesquisamos bastante, porque restaurante é isso: cada centavo que você pode reduzir conta. Eu tenho 4 fornecedores de carne, e peço para todos. Não compro apenas de um. Mantenho um bom relacionamento e vou trocando a minha matéria-prima. Isso faz com o que o fornecedor sempre mande o melhor para você. Tem o lado amizade e o lado profissional. Não dá para ser só amizadeGUSTAVO ROZZINO – Ton Ton

6-Seja sustentável

Precisamos estar o mais atento possível à sustentabilidade. Eu não peço o que eu quero para o meu fornecedor. Na verdade, ele me traz o que tem de melhor, e desenvolvemos o cardápio em cima disso. RICARDO LAPEYRE – Laguiole

7-Alie-se ao fornecedor

Sempre é difícil buscar novos fornecedores. Aí é onde está a dificuldade. Se você encontrar um fornecedor que tem um preço bom, tem a matéria-prima e regularidade na entrega, você tem que se aliar a ele, claro que sempre brigando pelo melhor preço. AMILCAR AZEVEDO – Nou

8-Tenha produtores locais

Ter um produtor local é uma vantagem não só para o restaurante, pelo fato de conseguir uma mercadoria fresca e acessível, mas também para os produtores locais. FELIPE RAMEH – Alma Chef

9-Faça boas escolhas

Você precisa estar sintonizado, e procurando sempre os melhores produtos e os melhores custos. MARA SALLES – Tordesilhas

Fonte: Infood

TV SinHoRes e Canal Restaurante abordam a importância das áreas externas em restaurantes

Nessa edição do programa TV SinHoRes, uma parceria com o Canal Restaurante, os arquitetos Ana Cruz e Zé Henrique falam sobre as áreas externas dos restaurantes.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Canal Restaurante geram conteúdo direcionado ao Food Service e Hospitalidade.

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Expansão direto do forno

Menos de dois meses depois de concluir a aquisição das redes de fast food KFC e Pizza Hut, o grupo International Meal Company Alimentação (IMC) deu início a uma nova fase para expandir suas operações e reduzir custos. A rede investiu R$ 30 milhões na construção de uma cozinha com alto grau de automatização, no município de Louveira (SP), que possibilitará a centralização da produção com consequente redução do desperdício de matéria-prima e do custo da mão de obra direta, além de propiciar a padronização dos produtos para todas as unidades. Outros R$ 10 milhões foram investidos para adaptação dos pontos de venda.

Segundo o CEO da IMC, Newton Maia, a nova instalação vai operar no sistema “cook & chill”, no qual os alimentos que saem da cozinha passam imediatamente por um processo de ultracongelamento. Isso permite que cheguem aos estabelecimentos na mesma temperatura e pré-prontos. O único trabalho em cada unidade será colocar o alimento no forno antes de servir. “Esse sistema garante a total padronização dos produtos”, diz Maia. Outra vantagem é o ganho de escala. Se antes eram necessários 240 funcionários em dois turnos para a fabricação de 240 toneladas de alimentos, com a nova instalação será possível fabricar 600 toneladas em apenas um turno com 78 empregados. “Assim, passamos a fazer por aqui o que era comprado de terceiros”, explica o executivo.

Entre as metas de crescimento está a expansão da rede Frango Assado, formada por 25 restaurantes. O grupo pretende abrir pelo menos três unidades por ano nos próximos cinco anos, mas para isso o espaço dos endereços será reduzido dos atuais 2,5 mil m², em média, para modelos contêiner, de 120 m². Assim, de acordo com Maia, o custo de implantação cai dos atuais R$ 15 milhões para menos de R$ 1 milhão. “A diminuição do valor torna viável o sistema de franqueamento”, afirma. Outra novidade será a produção e venda de biscoito de polvilho e pão de semolina com a marca Frango Assado. “O polvilho já é fornecido para as redes Big e Pão de Açúcar. Estamos em negociação para vender o pão para os mesmos hipermercados e outros parceiros.” Empresa de capital 100% nacional, a IMC também opera nos Estados Unidos, na Colômbia e no Panamá. Tem 453 lojas no total (veja abaixo) e fatura anualmente R$ 1,5 bilhão. O presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra, afirma que muitos restaurantes seguem o caminho de trocar mão de obra intensiva na cozinha por tecnologia. E o fato de a cozinha ter uma localização específica em nada dificulta um plano de crescimento. “A expansão é feita em blocos de escala. Você não entra em outro Estado com cinco lojas e sim com 50, de forma que o processo logístico seja vantajoso”, afirma Terra.

FAST FOOD Os planos de crescimento também envolvem as recém-adquiridas redes de fast food Pizza Hut e KFC. Serão abertas 40 unidades de cada bandeira por ano ao longo de cinco anos. Dentro desse plano está o de colocar uma Pizza Hut em cada restaurante Frango Assado. “Até o final de 2020 esse projeto estará implantado em todos os restaurantes”, diz Maia. Uma das unidades já contempladas é a do Frango Assado de Louveira, o primeiro da rede. A aquisição da Pizza Hut e do KFC proporcionou sinergias que favorecem a empresa na negociação com fornecedores. A compra de frango, por exemplo, passou de 1 tonelada para 2,5 toneladas e a de farinha de 1,6 para 3,2 toneladas. As duas bandeiras colocam o grupo num mercado promissor. Segundo dados disponibilizados pelo Instituto Food Service, entre setembro de 2018 e setembro de 2019, o setor movimentou R$ 248 bilhões. O fast food moderno, no qual se incluem redes como KFC e Pizza Hut, representa 16%, ou seja,
R$ 39,6 bilhões . Os números integram estudo intitulado Consumer Reports on Eating Share Trends, realizado pela GS&NPD.
“O mercado de fast food cresce 10% ao ano. As bandeiras possibilitam a implantação de vários formatos que podem ser franqueados ou não”, conclui Maia.

Fonte: Istoé Dinheiro

SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e Sinthoresp finalizam negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2021 e Convenção das Gorjetas 2019/2021

CIRCULAR nº 23/2019

Osasco, 12 de dezembro de 2019

Nesta semana, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Sinthoresp (Sindicato dos Empregados em Hospedagem e Gastronomia de São Paulo e Região) concluíram as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2021 e Convenção das Gorjetas 2019/2021, com vigência de dois anos.

Neste ano, o reajuste salarial ficou em 4%, retroativo a julho deste ano (data base). Sendo assim, as parcelas retroativas de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2019 poderão ser pagas em duas vezes, nos meses de janeiro e fevereiro de 2020. Vale ressaltar que o reajuste previsto não se aplica aos empregados com salário igual ou maior a R$ 8.500,00 (a esses trabalhadores será acrescida uma parcela fixa de R$ 340, também retroativo a julho).

“A maioria das cláusulas foram atualizadas com poucas modificações. Mas temos algumas novidades, como a criação da Câmara Intersindical de Conciliação, que funcionará em nossa sede, tendo como função a conciliação do sindicato laboral com as empresas da nossa base antes do ingresso no judiciário; além da realização de homologações de rescisões de contrato”, afirmou o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto.

O Seguro de Vida (que conta com nova cláusula) e o Benefício Social Familiar, obrigatórios, passam a ser rigorosamente fiscalizados. Além disso, os hotéis e meios de hospedagem continuam sendo obrigados a fazer o e-TIG (Termo de Implantação de Gorjeta Eletrônico), para gorjetas compulsórias ou espontâneas, e também passarão por rigorosa fiscalização.

Para saber mais sobre os principais pontos das CCTs, clique aqui!

O Departamento Jurídico do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região estará à disposição para esclarecimentos mediante agendamento.

O novo jogo no foodservice: experiência ou delivery?

É fato que no foodservice vivemos um momento de disrupção dos modelos de negócios tradicionais. Para quem já entendeu o movimento a boa notícia é que só está começando. O varejo já passou por isso e ainda não encontrou o formato ideal e, agora, pressionados pela tecnologia, vivemos esse cenário nos negócios de alimentação fora do lar. Então a palavra de ordem é EVOLUÇÃO.

Em algum grau o delivery e o restaurante físico (aqui leia-se: bar, padaria, cafeteria, etc.) passam a ter papéis antagônicos. O delivery, nesse momento, assume ofertas mais focadas em preço e na conquista de base de clientes para conhecer os hábitos de consumo e o restaurante como “ponto de venda” assume o papel fundamental de proporcionar uma experiência única para o consumidor. Simples né? Mas não é bem assim…

Para o consumidor pensar em ir a um restaurante, cada vez mais, ele buscará um benefício real. Dá muito trabalho… se arrumar, deslocar, procurar estacionamento… para chegar ao restaurante e receber um atendimento mais ou menos. Ficar em fila de espera, consumir um produto mal preparado… Experiência não tem a ver com garçom de gravata borboleta e formalidades. Experiência envolve uma combinação fundamental de: produto, serviço e ambiente.

Todos os três amparados por tecnologia como meio e não como fim. Ou seja, não quero almoçar em um lugar robotizado, mas também não quero esperar pela conta, não quero esperar para fazer o meu pedido, quero fazer alterações ou pedir complementos de maneira simples… E a tecnologia pode apoiar a sistematização e facilitação dessas ações. Empresas como a Cisco são especialistas em soluções desse tipo. Em contrapartida, quero a iluminação certa, cadeiras confortáveis, pratos excepcionalmente bem preparados, conhecer a origem dos produtos, atendimento ágil e perfeito.

O delivery incrementa vendas ou “rouba” faturamento? O que temos verificado a partir de dados da pesquisa CREST é que as classes B e C são as grandes beneficiadas com a agressividade das promoções, cuponagem e do ticket compartilhado no pedido delivery (pedimos uma única refeição e compartilhamos para duas ou mais pessoas).

Então… Eu deveria criar uma Dark Kitchen (cozinha exclusivamente dedicada ao delivery) e manter e estruturar restaurante e delivery separadamente, correto? Talvez… Mas se a demanda do restaurante caiu (nem sempre é real a máxima de que o delivery gera receita incremental) que tal reduzir os assentos, ampliar a área de produção e setorizar (atendimento salão e delivery na mesma cozinha) e otimizar sua mão de obra, taxa de ocupação, equipamentos, pedidos, controles.

Claro que essa ação depende da localização do restaurante para isso fazer sentido. Planejamento e intervenções arquitetônicas para criar um acesso específico para os motoboys retirarem os produtos é, no mínimo, obrigatório.

Trago essa reflexão porque, nós brasileiros, somos, muitas vezes, “empreendedores fósforos” (ouvi esse termo recentemente de um cliente e acho que não tem expressão melhor para resumir), doidos para arriscar em algo que ainda não temos muita certeza… Já fizemos isso com: food truck, paletas mexicanas, iogurtes… seguremos a empolgação… O consumidor brasileiro ainda tem o forte hábito de preparar suas refeições em casa… A taxa de penetração do foodservice no Brasil é de apenas 28%. Siiiim!

Isso indica alto potencial. Verdade! Os aplicativos estão empenhados em ajudar a mudar hábitos, a geração Y e Z já tem essa mudança de mindset estabelecida (comprar ao invés de preparar os alimentos), mas o crescimento do foodservice também depende da redução das taxas de desemprego… E ainda estamos com 12,4% de população desempregada… Então, vamos com calma! As perspectivas são positivas para 2020. Mas sejamos consistentes.

Uma provocação que eu trago é que parece que os aplicativos estão ganhando o jogo… Porque mapeiam exatamente cada passo do consumidor, conhecem sua vida, especialmente os super apps e eu… ali… no meu restaurante… dependendo do garçom lembrar o nome do cliente e das referências como “os clientes gostam muito”, “toda quinta ele vem”. Parece-me que falta um esforço real de todos nós, atores do foodservice, em assumirmos tecnologias para personificar e mensurar a experiência presencial de maneira granular.

Seja usando a digital do cliente, o reconhecimento facial… ou outra tecnologia qualquer (certamente essa autorizada por ele). É inadmissível que um cliente vá a um restaurante e o único dado que tenhamos ao final da compra é se esse cliente pagou em dinheiro, crédito ou débito.

Todos nós já ouvimos: “Os dados são o que há de mais importante”, então, façamos jus e assumamos nosso protagonismo.

Fonte: Mercado & Consumo

SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e Sinthoresp finalizam negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2021 e Convenção das Gorjetas 2019/2021

Nesta semana, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região e o Sinthoresp (Sindicato dos Empregados em Hospedagem e Gastronomia de São Paulo e Região) concluíram as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2021 e Convenção das Gorjetas 2019/2021, com vigência de dois anos.

Neste ano, o reajuste salarial ficou em 4%, retroativo a julho deste ano (data base). Sendo assim, as parcelas retroativas de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2019 poderão ser pagas em duas vezes, nos meses de janeiro e fevereiro de 2020. Vale ressaltar que o reajuste previsto não se aplica aos empregados com salário igual ou maior a R$ 8.500,00 (a esses trabalhadores será acrescida uma parcela fixa de R$ 340, também retroativo a julho).

“A maioria das cláusulas foram atualizadas com poucas modificações. Mas temos algumas novidades, como a criação da Câmara Intersindical de Conciliação, que funcionará em nossa sede, tendo como função a conciliação do sindicato laboral com as empresas da nossa base antes do ingresso no judiciário; além da realização de homologações de rescisões de contrato”, afirmou o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto.

O Seguro de Vida (que conta com nova cláusula) e o Benefício Social Familiar, obrigatórios, passam a ser rigorosamente fiscalizados. Além disso, os hotéis e meios de hospedagem continuam sendo obrigados a fazer o e-TIG (Termo de Implantação de Gorjeta Eletrônico), para gorjetas compulsórias ou espontâneas, e também passarão por rigorosa fiscalização.

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