Hambúrguer mal cozido oferece riscos, ao contrário das peças inteiras

Hambúrguer mal cozido oferece maiores riscos à saúde em comparação com as peças de carne inteiras.
Ao contrário de uma picanha ou uma fraldinha, que são peças inteiras retiradas do animal, a carne moída usada para fazer o hambúrguer vem de várias procedências diferentes.

Além do mais, a carne moída passa por um processamento (moagem) ao qual peças inteiras não são submetidas. Por conta disso, as possibilidades de contaminação de um hambúrguer por bactérias patogênicas são maiores em comparação a peças inteiras de carne.

Daí porque, segundo a pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentos (Food Research Center – FoRC), Mariza Landgraf, jamais se deve comer um hambúrguer mal cozido por dentro.
O hambúrguer, segundo a ela, está seguro para consumo quando a porção mais interna do alimento, que demanda mais tempo e mais calor para ser cozida (chamada de ‘ponto frio’ do alimento), atinge a temperatura de 71,1 °C. Essa é a temperatura mínima recomendada pelo USDA para eliminar as bactérias patogênicas. O problema é que é difícil ter certeza de que o alimento atingiu essa temperatura.

Em primeiro lugar, quase ninguém cozinha usando termômetro, embora o USDA recomende seu uso na cozinha quando se está lidando com carne moída. Nem mesmo a cor e a textura do alimento são indicadores confiáveis.

A espessura do hambúrguer também é importante: quando mais grossos, como os hambúrgueres gourmet, mais tempo devem ficar na chapa ou na grelha. “A temperatura de segurança não muda. O que muda, nesse caso, é o tempo que terão de ficar no calor para atingir os 71,1 °C no ponto frio”, diz Landgraf, que também é professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São paulo (FCF-USP).

Veja abaixo um infográfico adaptado da Food and Drug Administration (FDA) com as temperaturas mínimas de cozimento indicadas para carnes e outros alimentos:

“No caso do hambúrguer e da carne moída, uma das grandes preocupações é com as STECs – Escherichia coli produtoras da toxina Shiga. No Brasil, não há dados oficiais de surtos de origem alimentar causados por essas bactérias, mas nos EUA e na nossa vizinha Argentina elas já causaram grandes danos”, conta a pesquisadora Mariza Landgraf.

“Os hambúrgueres industrializados que testamos, de marcas conhecidas, estavam livres das STECs”, reforça. Faltam, no entanto, testes com relação aos hambúrgueres gourmet. Ela atribui a boa qualidade dos hambúrgueres industrializados às boas condições higiênicas de nossos matadouros. “No Brasil, o abate em grandes frigoríficos é feito em condições higiênicas muito boas; o problema é que há ainda abate clandestino no país”, pondera.

Fonte: Farmnews

SinHoRes Osasco – Alphaville e Região orienta empresas a realizarem o CADASTUR

Atenção, empresário! O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região  orienta as empresas a realizarem o cadastro no Ministério do Turismo (MTur), o CADASTUR, instituído a partir da Lei do Turismo (11.771/08). Clique aqui para se cadastrar gratuitamente!

ATENÇÃO: O CADASTUR é obrigatório para proprietários de meios de hospedagem, guia de turismo, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos e parques temáticos.

O que é o CADASTUR?

É o Sistema de Cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor do turismo. Executado pelo MTur, em parceria com os Órgãos Oficiais de Turismo nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal, permite o acesso a diferentes dados sobre os prestadores de serviços turísticos cadastrados. O CADASTUR visa promover o ordenamento, a formalização e a legalização dos prestadores de serviços turísticos no Brasil, por meio do cadastro de empresas e profissionais do setor.

É essencial que todos prestadores de serviços turísticos se cadastrem! Sem esse cadastramento, é como se o estabelecimento não existisse, o que impossibilita uma avaliação correta do Ministério do Turismo.

Fiscalização

De janeiro a abril, o Mtur fiscalizou 493 prestadores de serviços turísticos do Brasil. O processo foi motivado por denúncias, notificações remotas em diferentes regiões do Brasil e por ações “in loco” dos fiscais da Pasta.

A empresa que estiver com cadastro fora de validade será considerada ilegal e pode ser autuada pelos órgãos de controle. Caso não regularize sua situação, pode ser penalizada com multa que pode chegar a R$ 854 mil.