SinHoRes Osasco – Alphaville e Região participa de confraternização do CIESP

Na última sexta-feira, 1/12, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, e o diretor Benê Ferreira, participaram do tradicional almoço de confraternização do CIESP (Centro de Indústrias do Estado de São Paulo), realizado no Senai de Barueri.

Realizado apenas para associados CIESP, o evento contou também com apresentação do Coral da OAB de Santo André.

Durante a confraternização, os representantes do sindicato patronal puderam estreitar relações com a Federação das indústrias do estado de São Paulo, entidades civis e membros do Pode Executivo dos municípios de nossa base que estavam presentes no evento.

Desconto no Termo de Implantação de Gorjeta Eletrônico

O e-TIG, Termo de Implantação de Gorjeta – Eletrônico, é obrigatório de acordo com a nova Lei da Gorjeta (13.419/2017) e a CCT da categoria. A empresa que não se adequar estará em situação irregular!
Todas as empresas devem fazer o e-TIG, independentemente do número de trabalhadores, porte da empresa ou regime tributário.

Estarão disponíveis: o Termo de Implantação de Gorjeta Compulsório, Termo de Implantação de Gorjeta Espontânea e Declaração de Inexistência de Gorjeta. Clique aqui para ver a CCT!

Tanto o SinHoRes (patronal) quanto Sinthoresp (laboral) assinarão o e-TIG, dando maior segurança jurídica às empresas.

A única maneira legal e segura de formalizar o recebimento das gorjetas na sua empresa, após o advento da Lei 13.419/17 (Lei da Gorjeta), é através do e-TIG. A CCT 2017-2019, proíbe qualquer outra modalidade. A empresa que descumprir estará sujeita a fiscalização e ação do Sinthoresp para recuperação de todos os valores pagos irregularmente, ações trabalhistas e multa.

Todo o procedimento será feito eletronicamente. A tecnologia utilizada no e-TIG foi desenvolvida com elevado investimento financeiro de implantação, manutenção e gestão e constitui um esforço do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região para viabilizar a rápida e fácil adequação das empresas à nova Lei, além de trazer modernização, oferecer segurança jurídica e evitar deslocamentos físicos dentro da base. E por esse motivo foi necessário estabelecer uma “Taxa de Conveniência”.

Benefícios do Termo de Implantação de Gorjeta – Eletrônico: e-TIG:
1) Empresas que implantarem a modalidade de gorjeta “compulsória” poderão: remunerar legalmente os trabalhadores com o menor piso salarial de R$ 1.134,40 (hum mil, cento e trinta e quatro reais e quarenta centavos). Ou seja, o mesmo benefício destinado na CCT, exclusivamente, às empresas inscritas no Simples Nacional ou que forneçam Plano da Saúde aos trabalhadores.

Atenção: a empresa que estiver no lucro presumido ou lucro real e remunerar os trabalhadores com o “piso” sem respaldo do e-TIG, estará irregular!

2) Empresas que implantarem a modalidade de gorjeta “compulsória”, poderão reter legalmente 20% (empresas no Simples) ou 33% da gorjeta (empresas no Lucro Presumido ou Real), para as despesas referentes aos encargos socais, o que antes era proibido. Assim, a empresa continua incorporando a gorjeta à remuneração, não ao salário, mas agora tem uma receita a mais para esse pagamento.

Atenção: a empresa que efetuar a retenção de qualquer percentual sobre a gorjeta, sem respaldo do e-TIG, estará irregular!

 

Aumentando a rentabilidade com a engenharia de cardápio

engenharia do cardápio estuda a rentabilidade e a popularidade do cardápio, com o objetivo de aumentar a rentabilidade do estabelecimento. É uma ferramenta importantíssima para todos os empresários que têm algum negócio na área de gastronomia.

Com base na engenharia de cardápio, tem-se o controle dos custos do restaurante. E é necessário ter o controle total das contas para poder oferecer pratos que realmente trazem lucros. Escolher os pratos que serão servidos não deve ser uma escolha aleatória.

Infood conversou com Karina Muniz Ramalho Dantas, consultora em Alimentação Fora do Lar do Sebrae, para esclarecer algumas importantes questões sobre o assunto.

INFOOD – O que é Engenharia de Cardápio?

KARINA MUNIZ – Para se chegar numa maturidade empresarial, onde se sabe qual a margem de lucratividade em cada prato vendido, é preciso fazer antes um trabalho que é chamado de engenharia de cardápio. Na engenharia de cardápio tem-se um norte de que margem, além do CMV, que é pautado na ficha técnica de produção, para você ter atenção nas vendas de alguns produtos.

INFOOD – Como funciona a engenharia de cardápio?

KARINA – Na engenharia de cardápio, pega-se o mix de produtos, ou seja, entradas, pratos principais e sobremesas, e se traça uma matriz onde são identificados quais são os custos de cada prato que é vendido frente à curva de vendas. E, através de cálculos em cima dessa matriz, é possível enxergar quais os pratos que dão maior retorno e quais dão menor retorno. A partir desse exercício, é preciso tomar uma decisão sobre o que fazer com aqueles produtos que são muito populares, mas não dão retorno.

INFOOD – Que resultados a engenharia de cardápio traz?

KARINA – A partir da engenharia de cardápio, só com o custo da ficha técnica de produção, é possível fazer a matriz da engenharia de cardápio. É possível identificar na matriz:

  • quais são os pratos que mais vendem e que mais dão lucro (estrela),
  • os que mais vendem e que não dão lucro (burro de carga),
  • os que vendem pouco mas que têm uma margem boa (menino prodígio),
  • e os que vendem pouco e têm uma margem ruim (abacaxi).

INFOOD – O que fazer após chegar a esses resultados?

KARINA – Identificado isto, há várias decisões a serem tomadas. Pode-se negociar com os fornecedores; ou então pedir para o fornecedor enviar produtos melhores, ou até mesmo decidir comprar um produto orgânico, que tem uma maior durabilidade no meu estoque. Mas as decisões partem depois que se chega aos resultados.

INFOOD – Qual a importância da engenharia do cardápio?

KARINA – Através da ficha técnica atrelada à matriz de engenharia de cardápio, o empresário consegue tomar decisões a cerca da gestão do negócio dele. Os carros-chefes têm que dar retorno. São eles que irão atrair os clientes.

Se o empresário enxergar que um prato não traz lucro mas vende bem ( dos 1000 pratos que vendo, 200 são deste) ele não pode tirar do cardápio para não perder cliente. Mas ele pode negociar preço com fornecedor, ou comprar um equipamento para diminuir custo, ou ainda tomar outras decisões.

Todo cozinheiro que não é gestor deveria procurar saber como se chega ao custo de um prato. Ninguém abre um negócio para não ter lucro. O difícil é quando a casa tem um produto que sai bastante, mas que não dá retorno. O empresário vê seu produto sair, vê o dinheiro entrar, mas acaba não ficando no negócio. A pessoa se vê trabalhando insanamente, e não vê o negócio prosperar.

Do ano passado para cá, o número de empresas MEI, que são empresas individuais, aumentou em 42%. Já existem quase 900 mil MEIs no Brasil só na área de alimentação.

É preciso entender que a pessoa não vai abrir um restaurante. Ela vai abrir um negócio de alimento e que vai vender um produto. E esse produto é o cardápio. Ele precisa ser viável. Se ele não for viável, não tenho o meu payback.

INFOOD – É possível coordenar a inventividade do chef com a engenharia do cardápio?

KARINA – Sim, é possível. Fica sempre mais fácil quando o chef é o dono do restaurante, porque o chef acaba tendo que administrar o seu próprio negócio, então ele tem um olhar com mais atenção em relação ao custo das receitas.

E para quem trabalha com criatividade, desafios são muito bem vindos. Mas o Brasil é um país super rico, com inúmeros insumos, mas os chefs precisam levar em conta a questão da sazonalidade. Essa é uma tendência global, que é a valorização do produto sazonal, com produção de cardápios mais inteligentes.

Fonte: Infood

Parabéns, Jandira!

O município de Jandira pertenceu à cidade de Cotia até conquistar sua autonomia, em 1963.

Jandira é uma das cidades base de atuação do nosso Sindicato e possui mais de 121 mil habitantes em uma extensão de 17,5 km².
A construção da atual rodovia Castelo Branco impulsionou a evolução industrial da cidade que continua crescendo a cada dia que passa.

SinHoRes Osasco Alphaville e Região e Mercado Food Service fazem parceria

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região está apoiando oficialmente palestra online sobre administração de restaurantes realizada pelo Mercado Food Service. O evento acontecerá no dia 18/12, das 16h às 18h30.

Os palestrantes tirarão dúvidas sobre idealização e conceito de restaurantes, projetos, licenças, administração, equipe de pessoas, serviços e lucratividade. Os interessados poderão fazer perguntas, ao vivo, sobre gestão, projetos e serviços através da página https://www.facebook.com/mercadofoodservice/

Programação:

16h – Eduardo Scott – diretor da Scott Consultoria; formado em hotelaria/gestão e Mestre em comunicação; especialista em gestão e planos de negócios para o setor.

16h45 – Ivim Pelloso – arquiteta; nutricionista; e diretora da FSOne.

17h30 – Renata Zambom – arquiteta; diretora da Projefood; co-coordenadora do curso de gastronomia do Senac – Santo Amaro – SP; e autora do livro “Cozinha Profissional”.

Participe!